Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador DESIGUALDADES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DESIGUALDADES. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Renda média mensal domiciliar per capita



O retrato da desigualdade de renda no Brasil em 2016, quando a recessão ainda estava a pleno vapor, mostra que a metade do total de 88,9 milhões de trabalhadores que recebia os piores salários registrou renda média de R$ 747, cifra abaixo do salário mínimo daquele ano, de R$ 880 – hoje, o mínimo está em R$ 945,80. Na outra ponta, o 1% dos trabalhadores no topo da pirâmide tinha renda média mensal de R$ 27.085, 36,3 vezes mais do que a metade mais pobre no País.

Entre os 5% de brasileiros com menores salários, a renda média era de R$ 73 mensais. Segundo o IBGE, 4,445 milhões de trabalhadores estão nessa condição. “O Brasil é um dos países onde a desigualdade é das maiores do mundo. País nenhum vai crescer com base numa plataforma tão desigual”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,metade-brasileiros-ganha-menos-que-salario-minimo,70002101269

GRÁFICO_Suicídios no Mundo


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Salário Mínimo pelo Mundo


O conceito de salário-mínimo surgiu na Nova Zelândia, em 1894. Atualmente, 169 países estipulam um salário-mínimo. Enquanto o piso dos assalariados da Austrália chega a quase R$ 7.000 por mês, um trabalhador de Uganda sobrevive com inacreditáveis R$ 6 mensais.

O Brasil fica no meio do caminho, nosso piso é maior que o chinês e menor que o argentino, mas o melhor do mundo é o de Luxemburgo, onde você ganha, no mínimo, R$ 7.400.

Estamos em 59º lugar do ranking, pagando R$ 937. Nos EUA, 36 dos 50 Estados estipulam o valor independentemente, desde que seja superior ao piso federal (de R$ 3.665). Na Califórnia, por exemplo, pagam pelo menos R$ 5.310.

https://www.facebook.com/geografianews/photos/a.1382906095271627.1073741827.1382790848616485/2086453651583531/?type=3&theater

Mapa do Índice de Gini nos Estados brasileiros



Mapa do Índice [ou Coeficiente] de Gini* nos Estados brasileiros (2010)
https://78.media.tumblr.com/7e519f0b649409740511bd2d93d8ac01/tumblr_ozicptwN8O1qihzsfo1_1280.jpg

https://www.facebook.com/mapaetudo/photos/a.659929134115946.1073741825.343924839049712/1377699842338868/?type=3&theater


Fonte de dados: http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/consulta/
Contribuição de Luiz Henrique Gusmão

*O Índice ou Coeficiente de Gini é um indicador usado para medir a desigualdade social, desenvolvido pelo estatístico italiano Corrado Gini, em 1912. Apresenta dados entre o número 0 e o número 1, onde zero corresponde a uma completa igualdade na renda (onde todos detêm a mesma renda per capta) e um que corresponde a uma completa desigualdade entre as rendas (onde um indivíduo, ou uma pequena parcela de uma população, detêm toda a renda e os demais nada têm). Para saber mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Coeficiente_de_Gini

Brasil em preto e branco

Brasil em preto e branco

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Desigualdade racial ainda reina no país::


Brasília – O Brasil, se dividido pela cor da pele, seria dois países distintos. Um formado por uma população branca, que ocuparia a 65ª posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). 

Outro, de negros e pardos, estaria relegado ao fim dessa fila, no 102º lugar.Os dados evidenciam o tamanho e a persistência da desigualdade racial que ainda reina no país, a despeito de todos os avanços sociais na última década.

http://bit.ly/1jCr7Z1

sábado, 9 de setembro de 2017

PARA REFLEXÃO_ PM'S e Abordagens

Para reflexão.
Será?
A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, texto

IMÓVEIS PERTENCENTES a OFFSHORES na CIDADE de SP


https://sandrovaleriano.carto.com/viz/d55bbdbe-9317-11e7-bf42-0e9ed59b32fa/embed_map

IMÓVEIS PERTENCENTES A OFFSHORES NA CIDADE DE SÃO PAULO
OffShores são empresas registradas em paraísos fiscais e cujo o proprietário é oculto. Muitas vezes estão associadas a lavagem de dinheiro de atividades ilícitas como corrupção, sonegação fiscal, tráfico de drogas, armas e pessoas.
Os imóveis se concentram no quadrante sudoeste da cidade, em regiões como Itaim Bibi, Vila Olímpia, Berrini. A região da Avenida Paulista também apresenta forte concentração.
Fonte é o relatório da Transparência Internacional e pode ser consultado em:

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

IMÓVEIS VAZIOS no CENTRO de SP



IMÓVEIS VAZIOS NO CENTRO DE SP, MAIS UM
ASPECTO DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA
Duas coisas chamam a atenção de quem frequenta o centro de São Paulo, a primeira a população em situação de rua e a segunda a quantidade de imóveis fechados. Podem haver situações de litígio judicial, mas parte significativa aguarda valorização imobiliária do centro.
No mapa abaixo representamos os imóveis que foram notificados pela prefeitura, na cidade foram: 1.315, destes 659 por estarem sem utilização há anos, 437 por não possuírem edificação em área central e 219 por subutilização
https://m.facebook.com/photo.php?fbid=1398813500173983&id=100001360408422&set=a.156577087730970&source=48&ref=m_notif&notif_t=onthisday&__tn__=EHH

Preço dos imóveis nos EUA


Preço dos imóveis nos EUA


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

CHARGE: Igualdade, Justiça e Libertação

Mesmo com as caixas colocadas de maneira justa, se manteve a cerca. A necessidade é a Libertação do ser humano, um mundo sem cerca.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Para ONDE estão INDO os MORADORES das FAVELAS REMOVIDAS em SÃO PAULO?

 · by 



A plataforma online Habisp (Sistema de informações para Habitação Social na cidade de São Paulo) disponibiliza os dados que a Prefeitura tem sobre as “demandas habitacionais no município”, considerando as favelas que serão total ou parcialmente removidas em função de obras e intervenções urbanas. Dessa maneira, é possível visualizar em mapas, disponíveis na plataforma, tanto as favelas a serem removidas como os reassentamentos previstos.
Apesar do avanço que isso representa em relação ao aumento de transparência por parte da Prefeitura de São Paulo no que diz respeito à política habitacional, a plataforma ainda não é ideal e encontrar as informações é um grande desafio. Visando apresentar os dados de forma mais clara, o Observatório de Remoções procurou organizar, em uma mesma base de dados, diferentes informações para, a partir daí, cruzá-las e analisá-las.
Foram utilizadas duas estratégias diferentes de tratamento dos dados: uma utilizando as densidades Kernel; outra construindo mapas de fluxos. A densidade Kernel permite representar os valores dos objetos inseridos nos mapas, e não sua quantidade; desta forma o que importa não é apenas o número de empreendimentos novos e de favelas, mas a quantidade de unidades habitacionais envolvidas. Os dois mapas abaixo apresentam, respectivamente, o número total de famílias das favelas onde estão previstas ou em andamento intervenções¹ de diferentes programas e ações na cidade e o número das unidades habitacionais que estão sendo ou serão construídas nos empreendimentos que receberão famílias reassentadas².
Já os mapas de fluxo (abaixo) retratam, em uma mesma base, tanto as favelas com intervenções quanto os reassentamentos para onde parte dos moradores será realocada. É possível observar de onde saem e para onde vão as famílias que serão removidas. Assim, é possível ter uma visão da movimentação populacional forçada na cidade.

legenda
À primeira vista, torna-se clara uma concentração de destinos nas regiões periféricas da cidade. Com pouquíssimas exceções, os reassentamentos concentram-se fora dos limites do centro expandido. Além disso, já se percebe que as únicas regiões com intervenções e realocações na área referente à mesma subprefeitura são Jabaquara e Ipiranga. Em todas as outras áreas, os locais onde serão construídas casas para reassentamento receberão famílias que moravam em outras regiões (em áreas de outra subprefeitura), às vezes afastadas vários quilômetros de seu local inicial de moradia.
Observa-se também uma grande concentração de destinos em algumas regiões da cidade. As áreas próximas às zonas de proteção de mananciais nas bacias das represas Billings e Guarapiranga concentram diversos atendimentos muito distantes das áreas de moradia iniciais das famílias atendidas. No caso do atendimento de 275 famílias da comunidade Parque Novo Santo Amaro IV, no reassentamento Emccamp – Espanha, um dos maiores empreendimentos da cidade, com 3860 unidades habitacionais previstas, as famílias terão percorrido 13,4 km de deslocamento forçado em relação às suas moradias iniciais.
Na zona leste também serão construídos vários conjuntos habitacionais, e, curiosamente, algumas favelas próximas a alguns desses conjuntos serão realocadas para áreas bem mais distantes.
Já as subprefeituras do Butantã e de Perus receberão também grande quantidade de unidades novas, o Parque Raposo – Reserva Raposo e o UNO – Nova Perus, que contam, respectivamente, com 13002 e 5454 unidades habitacionais previstas. Esses são os dois maiores empreendimentos de reassentamento de São Paulo que estão localizados nas áreas limítrofes da cidade e concentram grande número de atendimentos da região e do entorno. O deslocamento das futuras famílias atendidas será de até 10,5km no Butantã e 24,1km em Perus. A enorme dimensão desses empreendimentos, que se destacam no conjunto da cidade, levanta questões em relação à disponibilidade de infraestrutura urbana, serviços, cultura e lazer para acolher os futuros novos moradores, em áreas que já apresentam precariedade nesses quesitos.
———————
¹ Em relação às favelas com intervenções, somente foram consideradas aquelas que o Habisp especifica onde se dará o atendimento habitacional por meio de reassentamento, o que não corresponde ao total de famílias atingidas por essas intervenções.
² Em relação aos empreendimentos de reassentamento, somente foram considerados aqueles onde constam a origem dos reassentados.


Fonte: http://observatorioderemocoes.com/2015/10/22/para-onde-estao-indo-os-moradores-das-favelas-removidas-em-sao-paulo/

domingo, 22 de novembro de 2015

RESENHA: LÓGICA da DESORDEM – Lúcio Kowarick

repasso reflexão que fiz em 2008.
___


LÓGICA DA DESORDEM – Lúcio Kowarick

Este texto surgiu em 1976 quando a Pontifícia Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo realizou um estudo sobre a urbanização da cidade de São Paulo. Os pesquisadores Vinícius Caldeira Brant e Lúcio Kowarick foram os coordenadores deste estudo chamado “São Paulo 1975 – crescimento e pobreza”, que continha um Capítulo 2 intitulado de “Lógica da Desordem”.
O livro queria estudar o crescimento da cidade de São Paulo do ponto de vista social e econômico da população trabalhadora, constatando o processo desigual da urbanização paulistana. O capítulo “Lógica da Desordem” questionava o crescimento desordenado da cidade, as contradições no tocante à divisão das riquezas dos seus moradores e assim como a desigualdade no acesso aos espaços públicos.
Anos depois, em 1993, Lúcio Kowarick decide republicar este texto em um novo livro chamado “A Espoliação Urbana”, cujo capítulo conteria o mesmo nome da primeira publicação. O texto é muito parecido ao primeiro, possuindo somente algumas modificações e atualizações, não perdendo seu potencial crítico e questionador do processo desigual da urbanização paulistana.
Kowarick queria entender a expansão urbana (os serviços, infra-estrutura, relações sociais e níveis de consumo) ligada ao processo de acumulação do capital. Utilizando-se de muitos dados estatísticos da cidade, tentava-se entender a desconexão de espaços vazios e ocupados, sub-entendendo que os problemas não estão na cidade de São Paulo inteira, mas principalmente nas suas periferias.
Num primeiro momento procura entender a desigualdade espacial de São Paulo e dá um histórico de suas moradias populares e de trabalhadores. Na década de 1930 tínhamos um começo da industrialização na cidade e os próprios donos das empresas quem se responsabilizavam pelas habitações dos trabalhadores nas chamadas vilas operárias (casas alugadas ou vendidas aos operários). Estas vilas eram viáveis economicamente ao patrão porque: os terrenos próximos às empresas eram muito baratos (geralmente localizavam-se em terrenos de várzea e próximos das ferrovias); havia uma pequena quantidade de operários na época possibilitando este empreendimento; o rebaixamento do salário dos operários, pois por morarem próximo ao serviço, suas despesas seriam menores.
A cidade até então se resumia em alguns pontos dispersos e localizados de urbanização, mas a partir da década de 1950 os espaços da cidade mudarão profundamente. Por advindo da intensificação da industrialização e da urbanização, teremos agora uma grande explosão demográfica (destaque pela migração de famílias vindas em sua grande parte do Nordeste, Minas Gerais e do interior do estado de São Paulo), um encarecimento dos terrenos fabris e residenciais, além de uma pressão por habitações populares.
Os burgueses que até então se responsabilizavam pelas “vilas operárias”, não necessitarão mais destas e transferem os gastos de moradia e de transporte para o próprio trabalhador, além do serviço urbano básico para o Estado. Estávamos tendo um significativo desenvolvimento do capitalismo na cidade de São Paulo. Podemos afirmar que neste momento surge o “Mercado Imobiliário” e a “Periferia” (“aglomerados distantes dos centros, clandestinos ou não, carentes de infra-estrutura, onde passa a residir crescente quantidade de mão-de-obra necessária para fazer girar a máquina econômica”, pág. 35).
Como acumulação e especulação andam juntas, a localização da classe trabalhadora passou a seguir os fluxos dos interesses especulativos dos grupos imobiliários privados. O poder público sempre se ausentou da tarefa de dar um mínimo de ordem no uso do solo da cidade e colocará esta responsabilidade do desenho urbano para os grupos privados. O Estado-burguês é reformista e atende aos interesses particulares, colocando-se à serviço da dinâmica de valorização-especulação do sistema imobiliário-construtor.
As conseqüências desta lógica desordenada de urbanização são: a pouca quantidade de área verde na cidade, ruas não pavimentadas, pouca rede de esgotos e de água, além de áreas desprovidas de iluminação.
A especulação imobiliária será um fator importantíssimo na cidade de São Paulo e o autor descreve um exemplo prático de especulação imobiliária: pois quando temos uma “área vazia” entre dois loteamentos, esta possivelmente se valorizará porque está sendo constantemente cortada por um fluxo constante de trabalhadores e cidadãos comuns.
Com a especulação imobiliária teremos agora uma intensificação da expansão horizontal de urbanização paulistana, não tendo mais como característica fundamental a concentração de áreas distintas e desarticuladas na cidade, mas se articulando áreas periféricas na cidade de São Paulo e também nas cidades da Grande São Paulo.
Ficará cada vez mais em evidência a questão dos transportes na cidade de São Paulo, principalmente para a grande massa de moradores e de trabalhadores de baixa renda que morarão nas periferias, muito distantes dos seus locais de trabalho.
As distâncias na cidade de São Paulo serão cada vez maiores, assim como a quantidade diária de deslocamentos e de carros, aumentando as horas em que as pessoas ficam no trânsito. Projetos milaborantes de engenharia e muitas vias de circulação serão criadas em São Paulo, mas não se tentará um incentivo ao transporte público para combater o crescente número de carros individuais (ocasionados pelo furor individualista e consumista das pessoas, em combinação da necessidade da rapidez em se deslocar na cidade).
Não parece ser uma prioridade dos governantes de São Paulo criar “bolsões de emprego nas periferias”, fato que poderia diminuir significativamente a quantidade de deslocamentos e do trânsito na cidade. É uma necessidade do capitalismo a existência de deslocamentos diários pelas cidades, cabendo ao trabalhador periférico se sujeitar a um tempo de fadiga, um evidente fator de seu esgotamento físico e mental. Se a produtividade do trabalhador cair, ele será sumariamente substituído por outro trabalhador do “exército industrial de reserva”. Para ilustrar esta discussão, Kowarick transcreve um depoimento de um prefeito (não identificado) de Diadema: “Quem trabalha em Diadema, mora fora. Quem mora em Diadema, trabalha fora”.
Os serviços públicos e a infra-estrutura urbana existem à disposição de quem possa pagar por eles, pois a instalação destes pelo Estado dependerá da rentabilidade ou da viabilidade do investimento. Estes bens e serviços se repartem desigualmente na cidade de São Paulo, seguindo a distribuição de renda e o valor de troca dos moradores, tornando-se um importante mecanismo de valorização imobiliária. Podemos dizer que os terrenos caros são aqueles com mais serviços e bens, no qual somente as pessoas ricas poderão morar, pois podem pagar por um alto IPTU e aluguel.
Teremos uma evidente segregação espacial e social na cidade de São Paulo, nas periferias com as habitações populares, conjuntos habitacionais, favelas e os cortiços do centro (que são viáveis pela proximidade do emprego); e as habitações dos ricos que estão distribuídas em locais centrais, mas dispersos na cidade (sempre muito bem protegido pelo aparato repressor estatal).
Os investimentos públicos atuarão muitas vezes como “malas de especulação”, fato que ocorre freqüentemente na construção de infra-estrutura e serviços em zonas decadentes ou estagnadas (como no centro-velho), assim como na construção do metrô, numa canalização de um córrego e na construção de uma rodovia (ex: Rodoanel).
Lúcio Kowarick apontará vários dados estatísticos para demonstrar a dilapidação da força de trabalho e as péssimas condições sociais vivenciadas pelos moradores de baixa renda. Constataremos um agravamento da situação das famílias trabalhadoras em São Paulo, ao verificar os dados da vulnerabilidade do trabalho (com o trabalho repetitivo, acidente no trabalho, aumento das jornadas de trabalho, o ritmo acelerado, a subnutrição e a fadiga no deslocamento), o aumento da mortalidade infantil, a queda da expectativa de vida, a desnutrição e subnutrição alta, a diminuição da quantidade de pessoas com a Previdência Social e da pouca quantidade de redes de esgoto e água.
O autor criticará também ausência de organização sindical que questione a exploração da força de trabalho, assim como da política desigual e ineficiente do BNH (Banco Nacional de Habitação). Fará também uma relação da poluição do ar com as zonas fabris e com a quantidade de crianças com meningite.
Numa cidade capitalista como São Paulo, o que importa é o lucro dos poderosos e não uma resolução da dilapidação das condições sociais. O capital deteriora a vida metropolitana, sendo a cidade e a classe trabalhadora somente uma fonte de lucro. No entanto, para os trabalhadores, a cidade é o mundo onde devem procurar desenvolver suas potencialidades coletivas e sua existência.

Está é uma grande contradição que deve ser combatida desde já.