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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Periélio e Afélio do Planeta Terra em relação ao Sol





Dia 04/01 foi a passagem da Terra pelo periélio de sua órbita em torno do Sol, às 9h. O periélio é o ponto de menor afastamento entre a Terra e o Sol. Nesse instante a distância que nos separa do Astro-rei é de 147.104.613 km. 

Já Afélio  é o ponto da órbita em que um planeta ou um corpo menor do sistema solar está mais afastado do Sol. A distância entre a Terra e o Sol no afélio é de aproximadamente 152,1 milhões de quilômetros. Quando um astro se encontra no afélio, ele tem a menor velocidade de translação de toda a sua órbita. O planeta Terra passa no afélio por volta do dia 4 de Julho de cada ano.

Obliquidade dos planetas do Sistema Solar







Obliquidade dos planetas
Um dos parâmetros importantes na descrição da dinâmica dos planetas é a sua obliquidade, o ângulo que o eixo de rotação própria faz com o plano da órbita. Tal como piões sem atrito, os planetas, para além da rotação própria têm também um movimento de precessão (a rotação do seu eixo a obliquidade constante) e um de nutação (variação da obliquidade). 

Como sabemos, diferentes planetas têm diferentes valores para a obliquidade e, embora a maioria tenha o mesmo sentido para o movimento de rotação própria, Vénus e Plutão rodam ao contrário e Urano roda deitado. A explicação tradicional para a obliquidade "invulgar" destes planetas era que esta seria o resultado de uma colisão com um corpo de grandes dimensões nos primeiros tempos do sistema solar. Hoje temos outra explicação pelo menos igualmente plausível, porque sabemos que a interação gravitacional entre os planetas pode dar origem a movimento caótico na obliquidade, com possíveis grandes variações deste ângulo.

Foi Jacques Laskar quem primeiro estudou a influência das interações gravitacionais entre os planetas na dinâmica dos seus eixos de rotação. Para um tempo de simulação de 18 milhões de anos, os seus resultados mostraram que os planetas interiores devem ter experimentado grandes variações na sua obliquidade, correspondentes a zonas caóticas observadas na dinâmica da precessão e da obliquidade. De fato, Marte permanece hoje em dia numa zona caótica e a sua obliquidade pode sofrer variações que podem ir de 0° a 60°. Mais uma vez, o mecanismo responsável por este comportamento caótico são as ressonâncias entre os períodos das perturbações planetárias e a frequência de precessão do eixo. Quanto aos planetas exteriores, não parecem exibir variações tão grandes.

Fonte: Caos no Sistema Solar e https://www.facebook.com/photo.php?fbid=596251843756109&set=a.470768346304460.98791.470757176305577&type=1




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Como o Sol inverte seus polos a cada 11 anos

Pesquisadores da Nasa revela como o Sol inverte seus polos a cada 11 anos

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/09/06/nada-descobre-como-ocorre-inversao-dos-polos-do-sol-a-cada-11-anos.htm#fotoNav=22

Uma divisão de pesquisas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) estudou como o núcleo do Sol se movimenta, para entender melhor a inversão de seus polos, e fez uma descoberta que contraria o que se pensava sobre o tema.
Dentro do Sol existe uma complexa corrente magnética chamada dínamo, responsável por movimentar o material contido no interior do astro, fazendo-o trocar de posição a cada 11 anos. Essa troca de polos indica que o ciclo de atividade do Sol está chegando ao seu ápice.
Portanto, para os cientistas, conhecer esse comportamento permite prever com mais precisão a intensidade dos próximos ciclos solares.
Ao estudar a movimentação do dínamo, a equipe liderada por Junwei Zhao constatou que em vez de um fluxo simples do dínamo - que primeiro iria em direção aos pólos e, em seguida, de volta para o equador -, o material no interior do Sol se move por uma dupla camada de circulação, com fluxos ocorrendo um por cima do outro.
Sistema de dupla face
Assim, o movimento de fluxo em direção aos polos ocorre em uma camada mais próxima da superfície solar, com o material interno do Sol escoando de volta para sua região do equador por meio de uma camada. No fundo dela existe uma segunda corrente de material movendo-se na direção dos polos, criando um sistema de dupla face em que os fluxos se movimentam um sobre o outro.
"A ciência sempre descreveu o comportamento do dínamo de forma mais simples. Agora, descobrimos que não é bem isso que acontece", explica Zhao, em comunicado. "Os padrões de fluxo que encontramos diferem totalmente desse conceito."
Com essa descoberta, o grupo elaborou e distribuiu a outros cientistas um mapa em que é traçada essa movimentação mais sofisticada do dínamo. Agora, o próximo passo é comparar a movimentação observada no Sol com os modelos estabelecidos pelo estudo para entender como esse conhecimento pode melhorar o que os astrônomos e os físicos sabem em relação à ação solar magnética. 

domingo, 26 de maio de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

FOTOS - Pessoas Petrificadas na Cidade de Pompéia, 79dC

Fotos de Pessoas e animais Petrificados na Cidade de Pompéia depois da erupção do Vulcão Vesúvio na Itália no ano de 79dC:







Mapa de Pompéia

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Mapas e Imagens - Fuso Horário, Rotação e Translação



Mapas de Fuso Horário







Rotação - dia e noite





Translação e Estações do Ano

BRASIL - HORÁRIO DE VERÃO (2009 - 2010)



Brasil - fuso horário
Atividade fuso horário - Brasil



sábado, 25 de fevereiro de 2012

RELEVO - mapas, imagem e texto

- RELEVOS são as formas com que as camadas rochosas assumem na paisagem, retratando a diversidade de formas da superfície terrestre. Caracteriza-se, basicamente, por formas salientes e formas deprimidas, tanto das formas do relevo emerso quanto submerso.
- Os movimentos de Placas Tectônicas podem formar dois dos 4 tipos de relevo: montanhas e depressões.
- Os tipos de relevo são:
PLANÍCIE (originado no processo de sedimentação, localizando-se nas áreas de baixas altitudes, áreas litorâneas e bacias fluviais);
PLANALTO (áreas de altitudes intermediárias de 300m à 2500m, originadas do processo de desgastamento erosivo, geralmente com superfícies de aplainamento);
MONTANHAS (áreas mais elevadas com acima de 2500 metros de altura, originadas dos desdobramentos tectônicos),
DEPRESSÕES (originadas dos desdobramentos tectônicos ou ação erosiva, podendo chegar até 11mil metros de profundidade).
- Estas 4 formas de relevo abrangem grandes áreas e demoram milhares de anos para se formar e para desaparecerem.
- Existem outras formas de relevo, só que mais transitórias: serra, morro, colina, etc.

- O estudo do relevo deve considerar sua estrutura, a natureza das rochas, o clima e as forças atuantes, que são os fatores construtores ou destruidores do relevo. 
- O relevo é o resultado da atuação de dois grupos de forças sucessivas ou simultâneas: as endógenas, que geram os dobramentos, as falhas, os vulcões e os terremotos; e as exógenas, que causam desgastes e acumulações.
Processos Endógenos da formação do Relevo (ou dinâmica interna):
-          TECTONISMO = movimentos que deslocam e deformam as rochas que constituem a crosta terrestre. Podem ser: movimentos epirogênicos (rebaixamento e soerguimento da crosta terrestre) ou movimentos orogênicos (movimentos que dão origem à Montanhas, tendo dois tipos principais, os Dobramentos e Falhamentos).
-          VULCANISMO = relacionado com as atividades vulcânicas.
- Processos Exógenos da formação do Relevo (ou dinâmica Externa):
EROSÃO = é um processo natural, sendo um “poderoso agente de transformação da paisagem e da modelagem do relevo. Age na destruição das saliências ou reentrâncias do relevo, levando a um nivelamento ou a uma colmatagem. Toda fase erosiva corresponde, simultaneamente, a uma fase de sedimentação. A erosão é um Processo Exógeno, um dos principais elementos para a formação dos Relevos, que se divide em:
- Erosão Pluvial = ocorre pela ação da chuva, podendo ser 3 tipos de erosões: superficial (quando leva partículas de um solo sem vegetação), laminar (quando a quantidade de material carregado pela água é maior que na erosão superficial) ou de ravinamento (forma mais agressiva, formando “crateras no solo”, as voçorocas). Deslizamento causado por este tipo de erosão.
- Erosão Fluvial = ação das águas dos rios sobre a superfície terrestre, o Trabalho contínuo das águas correntes. Formação de Vales Fluviais em “V” nos leitos dos rios. Temos 3 etapas: juventude, maturidade e velhice.
- Erosão Marinha = ação das águas do mar sobre os litorais. As Praias são o resultado mais marcante deste processo, mas temos outras formas como as Restingas (cordões arenosos paralelos à costa), Tômbolos (cordões de areia que ligam uma ilha ao continente), Recifes (consolidação da areia de antigas praias ou pela acumulação de corais), Falésias (desgaste das rochas pela abrasão marinha).
- Erosão Glacial ou Glaciária = o gelo modela o relevo através das geleiras, onde as Geleiras atuarão na formação de vale em “U”.
- Erosão Eólica = vento é o agente erosivo, pela destruição ou acumulação (dunas).
- Erosão Acelerada = causados pela intervenção humana acelerando a erosão em camadas superficiais do solo, ocasionados em ações como os desmatamentos, os cortes de estradas, etc.
- Erosão Diferencial = Agentes erosivos atuando de maneira diferente segundo a resistência desigual das rochas, criando formas insólitas no relevo.

- Quando o ser humano afunda a calha de um rio, retifica um rio, retira a mata ciliar de suas margens, escoa irregularmente água para este rio, este poderá estar modificando a dinâmica natural de erosão e de deposição de sedimentos. Poderá criar ou avançar o estágio de voçoroca (que é o estágio final de uma erosão), podendo assorear um rio, prejudicar a biodiversidade que usufrui do rio, além da própria sociedade, etc. O processo erosivo do rio é o Fluvial, mas o ser humano acelera os processos erosivos.

- Nas regiões litorâneas temos várias formas de erosão que moldarão o relevo local, como a Eólica, a Marinha, a Pluvial e a Fluvial, podendo ter a Diferencial e a Acelerada. O relevo litorâneo é moldado pelo vento, pela chuva, pela ação dos rios, pelas ondas dos mares e pela ação humana. O homem interferirá nesta dinâmica natural ao construir calçadões, casas, na retirada da vegetação e pelo asfaltamento das vias. As conseqüências destas ações são a diminuição do escoamento superficial da água, o agravamento da ação erosiva eólica (formando dunas pela retirada de vegetação), o agravamento da ação erosiva marinha (ação das ondas), etc. O ser humano poderá interferirá também na erosão marinha, podendo conter este fenômeno natural ao construir barreiras, etc. Portanto, o ser humano interfere decisivamente nas dinâmicas naturais e pode acelerar todos os processos erosivos acima descritos.



 Tipos de Relevo



 
 Tipos de Relevo (2)




Onde está o Morro?



Brasil - formas de relevo



Brasil - grandes Estruturas






Mapas de relevo de Aziz Ab'Saber e Aroldo de Azevedo


Mapas de relevo de Aroldo de Azevedo - 2






 
Mapas de relevo de Aziz Ab'Saber- 2







Mapas de relevo de Aziz Ab'Saber e Jurandir Ross


Mapas de relevo de  Jurandir Ross - 2







Mapa Tectônico da América do Sul
Fonte: http://mundogeo.com/blog/2014/05/27/brasil-e-argentina-finalizam-mapa-tectonico-da-america-do-sul/





 África - físico


 América Central - físico



América do Norte - físico



América do Sul - físico



Ásia - físico



Brasil - físico



Europa - físico



Mapa Mundi - físico



Oceania - físico



Estatísticas de Relevo e Hidrografia do Mundo


Link Relevo Brasil: http://www.ideiasnacaixa.com/laboratoriovirtual/relevo.html