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domingo, 8 de outubro de 2017

ALGUNS Movimentos Separatistas na Europa

ALGUNS Movimentos Separatistas na Europa!
https://www.facebook.com/geografianews/photos/a.1382906095271627.1073741827.1382790848616485/2066189186943311/?type=3&theater
 ou neste outro mapa:



https://www.facebook.com/geografianews/photos/a.1382906095271627.1073741827.1382790848616485/2070287876533442/?type=3&theater


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Diversidade Geográfica do "País Basco"


País Basco

Pátria Basca e Liberdade (ETA – sigla basca para Euskadi Ta Askatasuna)

Um grupo separatista bastante atuante na Europa é o Pátria Basca e Liberdade (ETA – sigla basca para Euskadi Ta Askatasuna), que tem como objetivo a separação da região Basca, localizada entre o norte da Espanha e o sul da França, e a constituição de um Estado basco independente.

Os nacionalistas bascos reivindicam, como território de sua pretensa nação independente, três províncias ao norte da Espanha – Biscaia, Guipuzkoa e Alava –, além da região de Navarra e uma parte do sudoeste da França – que inclui as províncias de Labourd, Baixa Baixa Navarra e Soule. Observe o mapa.

Este grupo atua na Espanha desde 1959, e utiliza como uma de suas estratégias os atentados terroristas contra pessoas ligadas ao Estado espanhol (juízes, parlamentares, militares, governantes). Os bascos justificam a separação territorial com base no reconhecimento de uma cultura própria (a basca) que se diferencia da cultura e da língua espanholas.

Os bascos falam um idioma particular, o euskera,que, diferentemente do espanhol, não possui raiz latina, sendo uma língua de origem desconhecida que foi transmitida de forma predominantemente oral por pelo menos três mil anos. No fim do século XIX, com o surgimento do movimento nacionalista, houve um esforço para que esse idioma se transmitisse também sob a forma escrita. Proibido durante a ditadura do general Franco (1939-1976), atualmente ele é um idioma obrigatório nas escolas da região, ao lado, ou até mesmo em substituição ao espanhol.

O povo basco foi, até o século XIX, eminentemente rural. Entretanto, a industrialização trouxe transformações para a região, que é rica em ferro, um recurso natural primordial ao desenvolvimento da indústria local. Foi neste período que o movimento nacionalista basco teve início. O desejo separatista é manifestado atualmente por cerca da metade da população dessa região, ainda que nem todos apoiem os atos do ETA.

Fonte: Coleção Geografia, Sociedade e Cotidiano, Ensino Médio, Espaço Mundial - Volume 3, página 238.

Os 4 Idiomas da Espanha

Os 4 Idiomas da Espanha

domingo, 22 de novembro de 2015

Perguntas do filme “FORMIGUINHAZ”

repasso atividade que fiz em 2008 para os meus alunos do 6º ano.
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Perguntas do filme “FORMIGUINHAZ”

1) Complete os espaços em branco com as palavras NAÇÃO, PAÍS, ESTADO E SOCIEDADE:
a)    as formigas são uma _______ e vivem em uma _______, por estarem submetidos à normas e regras. NAÇÃO E SOCIEDADE.
b)    o formigueiro era um _______ com um governo próprio e soberano que o representava. PAÍS
c)    A rainha das formigas era uma chefe de _______ ou uma soberana. ESTADO

2) As formigas no começo do filme:
(  ) tinham liberdade de escolha;
(  ) não tinham liberdade de escolha.

3) O que o general do exercito queria fazer com o formigueiro:
(  ) um golpe de Estado;
(  ) trazer o bem-estar para as pessoas.

4) A “Insetopia” era uma sociedade sem País e Estado. Porque isso acontecia? Isso era bom?

5) O formigueiro ficará melhor sem o general do exercito? Porque?


domingo, 21 de setembro de 2014

Mapa da Europa se houvesse Independência de Territórios Separatistas


Mapa da Europa se houvesse Independência de Territórios Separatistas

Imagine que se alastra uma vaga de referendos como o que se realizou na Escócia. Imagine que todos terminam com vitória dos movimentos independentistas. Consequência: iríamos ter 37 novas nações e territórios.

Existem atualmente na União Europeia 37 movimentos nacionalistas e regionalistas representados na European Free Aliance (mais três como observadores), partido político representado junto do Parlamento Europeu.Espanha, com os casos da Andaluzia, Aragão, Canárias, Catalunha, Galiza e País Basco, assume especial destaque. Esta quinta-feira, por exemplo, representantes das forças políticas nacionalistas foram ao Congresso de Deputados, a Madrid, para saudar o processo de referendo sobre a independência da Escócia.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

MAPAS da Arábia Saudita e o Petróleo no Oriente Médio

Mapa da Arábia Saudita e Oriente Médio há mais de 100 anos
A península Arábica tem um muito, muito longa história , e a família saudita tem controlado em grande parte desde 1700 . Mas, para entender como a península tem que ser o que é hoje , volte cerca de 100 anos para 1905. Os sauditas nesse ponto controlado muito pouco , tendo perdido seu território em uma série de guerras. A península foi dividida em lotes de pequenos reinos e emirados. O Império Otomano controlou a maior parte deles , com o Império Britânico controlando o terceiro mais ao sul ou então da península - que a linha através do meio mostra como ele foi dividido . Após a Primeira Guerra Mundial entrou em colapso do Império Otomano, os sauditas expandido para toda a área roxa marcado aqui, como os britânicos haviam prometido para ajudar a combater os otomanos .  Este negócio é dramatizada no filme "Lawrence da Arábia") . No início da década de 1920, os britânicos efetivamente controlaram quase toda a península, que foi dividido em várias dependências , protetorados e mandatos. Mas os sauditas persistiram .
Fonte: http://www.vox.com/a/maps-explain-the-middle-east



Petróleo e Gás no Oriente Médio
O Oriente Médio produz cerca de um terço do petróleo do mundo e um décimo de seu gás natural. ( Ele tem um terço de todas as reservas de gás natural , mas eles são mais difíceis de transportar. ) Muito do que é exportado . Isso faz com que toda a economia mundial muito dependente do fluxo contínuo do que gás e petróleo, que só acontece de passar por uma região que tem visto uma enorme quantidade de conflito nas últimas décadas. Este mapa mostra onde as reservas são e como eles são transportados por via terrestre ; muito do que também atende pelo mar através do Golfo Pérsico, um corpo de água , que também é o lar de algumas das maiores reservas na região e no mundo. Os recursos energéticos são fortemente agrupados em três países vizinhos que historicamente odiavam uns aos outros : Irã , Iraque e Arábia Saudita . A tensão entre os três é algo que os Estados Unidos , como um grande importador de energia, tem sido profundamente interessado em há anos : é unilateral contra o Irã durante a guerra Irã-Iraque de 1980, contra o Iraque quando invadiu o Kuwait e ameaçou a Arábia Saudita na década de 1990 , mais uma vez contra o Iraque com a invasão de 2003 , e agora está apoiando a Arábia Saudita em sua rápida deterioração guerra por procuração contra o Irã .
Fonte: http://www.vox.com/a/maps-explain-the-middle-east




A questão do Petróleo, do comércio e do militarismo no Estreito de Ormuz 
A economia mundial depende dessa hidrovia estreito entre o Irã e a Península Arábica. Desde que o presidente Jimmy Carter emitiu a 1980 "Doutrina Carter", que declarou que os EUA iriam usar a força militar para defender o seu acesso ao petróleo do Golfo Pérsico, o pequeno estreito de Ormuz, na saída do Golfo foi um pouco da água mais fortemente militarizada em terra. Os EUA instalou uma grande força naval, primeiro para proteger as exportações de petróleo do brutal Guerra Irã-Iraque dos anos 1980, em seguida, para protegê-los de Saddam Hussein na década de 1990 Guerras do Golfo, e agora para protegê-los de novo do Irã, que tem um gesto na direção desligando óleo deve guerra se levante contra Israel ou os EUA. Enquanto o mundo roda em combustíveis fósseis e não há tensão no Oriente Médio, não haverá forças militares no Estreito de Ormuz.
Fonte: http://www.vox.com/a/maps-explain-the-middle-east

terça-feira, 4 de março de 2014

Iugoslávia - composição étnica

Iugoslávia - composição étnica


Bósnia - divisão étnica



A Guerra na Iugoslávia
Depois da morte de Tito, que durante décadas governara a Iugoslávia e dela tentara fazer um estado unido na diversidade das suas componentes étnicas, as diversas etnias do país, organizadas politicamente à sombra de partidos radicais, entraram em conflito armado. Manifestaram-se irredentismos e ódios étnicos e o país mergulhou numa guerra sangrenta, em que reeditou algumas das mais ferozes tendências da Segunda Guerra Mundial: o uso de civis como reféns, a limpeza étnica (de que os muçulmanos foram as maiores vítimas), o bombardeamento deliberado de alvos civis e o assassinato de civis e de prisioneiros de guerra.

A comunidade internacional, através da ação de organizações como a NATO, a#ONU e a União Europeia, procurou intervir no sentido de evitar o alastramento do conflito e de levar a uma solução negociada de paz, mas sem êxito assinalável durante muitos meses. A proclamação de independências (Croácia, Eslovênia e Bósnia-Herzegovina, em 1991-1992) levou à destruição da federação e os combates tiveram início em março de 1992. A 5 de abril de 1992 começava o cerco da cidade de Sarajevo, que seria martirizada por bombardeamentos indiscriminados, ação de atiradores especiais que tomavam como alvo deliberado civis indefesos com o objetivo de espalhar o pânico, destruições de grande vulto e dificuldades de abastecimento em bens de primeira necessidade.

O ano de 1993 viu o aparecimento de dois planos de paz da autoria de diplomatas ocidentais, que não surtiram qualquer efeito, dado o boicote dos beligerantes. No mesmo ano, e tendo em vista a impossibilidade de arbitrar o #conflito, diversas instâncias internacionais começaram a tomar uma postura mais interventiva; a NATO, particularmente preocupada com o perigo para a paz europeia que a guerra na Iugoslávia representava, criou zonas de segurança, que os contendores desrespeitaram impunemente, acabando a organização internacional por lançar ataques aéreos para os obrigar a manter-se dentro de limites geográficos predeterminados, ao mesmo tempo que a diplomacia continuava a trabalhar para conseguir um acordo que pusesse termo aos combates. Tal só foi possível com os acordos assinados em Dayton, nos EUA, em novembro de 1995, os quais criaram condições para o acantonamento dos combatentes e para o desarmamento das forças em confronto, o encerramento dos campos de prisioneiros e a libertação e troca dos mesmos. Previa o acordo, enfim, a realização de eleições, sujeitas a fiscalização internacional, com a interposição de forças militares e policiais internacionais como garantia da segurança dos eleitores.

O conflito provocou a maior catástrofe na Europa depois da Segunda Guerra Mundial: pensa-se que o número de mortos ascenda a mais de 250 000, calculando a Amnistia Internacional que haja cerca de 27 000 desaparecidos (civis e militares presumivelmente assassinados e sepultados secretamente em valas comuns, das quais se localizaram umas 300), a violação de mais de 20 000 mulheres muçulmanas (componente particularmente sórdida da “limpeza étnica”, pela primeira vez usada sistematicamente num conflito), enquanto o número de refugiados, obrigados a abandonar as suas terras natais e o país, deve andar pelos 2 milhões e meio e os serviços médicos assinalam a existência de traumatizados necessitados de assistência psiquiátrica em número próximo do milhão.

A comunidade internacional procurou levar a julgamento os responsáveis pelos crimes de guerra, instalando em Haia um tribunal internacional semelhante ao de Nuremberg, mas sem o dotar dos meios necessários e suficientes para a detenção dos responsáveis, que se sabia serem grandes figuras de Estado, como generais e chefes de governo; os resultados obtidos por este tribunal até ao momento das eleições foram bem irrisórios, pois só conseguiu iniciar procedimentos judiciais contra elementos da base da cadeia de comando, cuja responsabilidade é diminuta. Por esse motivo, prevaleceu na opinião pública um grande ceticismo quanto à eficácia dos mecanismos de punição dos criminosos de #guerra.

Fonte: Wordpress e https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/615192695195357/?type=3&src=https%3A%2F%2Ffbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net%2Fhphotos-ak-ash3%2Ft1%2F1900151_615192695195357_1158966131_n.jpg&size=531%2C480&fbid=615192695195357

domingo, 6 de outubro de 2013

Formações das Nações, Países e Separatismo na Península Ibérica


Formações das Nações e Países na Península Ibérica


Territórios separatistas na Espanha
Fonte deste mapa acima: http://www.brasilescola.com/geografia/movimentos-separatistas-espanha-bascos-catalaes.htm

ATIVIDADE

1)  Quantas Nações há no mapa A, B e C da Península Ibérica? Quais são elas?
2) Atualmente existem quantos países na Península Ibérica? Quais são eles?
3) Atualmente existem quantas nações na Península Ibérica? Quais são elas?
4) Defina o que significa nações e países.
5) Explique porque existem conflitos nacionais na Espanha.


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TERRITÓRIO, FRONTEIRA, NAÇÃO, PAÍS e CAPITALISMO
Território = ordenação da Paisagem ou percepção do ordenado, é um local delimitado por fronteiras.
Fronteira = o que separa.
O conceito de territórios não pode ser reduzido à idéia de “unidades administrativas” (como países, municípios e estados). Podem ser de vários tipos: político, econômico, social, cultural, etc. Quando se ultrapassa fronteira temos CONFLITOS, mas em nossa sociedade capitalista globalizada, as fronteiras precisam ser ultrapassadas.
Nação = um grupo de pessoas que tem tradições comuns (como falar a mesma língua, ter mesma cultura, leis e regras, moeda, etc).
País = território delimitado por fronteiras que surge na sociedade capitalista para facilitar a reprodução social. Nela temos de ter somente 1 Nação, ou seja, para se ter UNIDADE NACIONAL, tem de haver hegemonia de uma nação sobre as outras.
 Na sociedade capitalista, as Nações estão se juntando para que se tenha a hegemonia de uma nação, sendo que a nação-dominadora absorve elementos culturais da nação-subjulgada. Temos o convívio de identidades nacionais diferentes, sendo que temos muitas trocas culturais entre as diferentes nacionalidades.
A idéia de “nação” é imposto nas pessoas que moram em um país, para que se tenha UNIDADE NACIONAL de diferentes lugares e não haja desintegrações ou prejuízos no processo produtivo da sociedade capitalista, ou seja, a unidade nacional é necessário para a "unidade territorial" e o "mercado único" ("unidade econômica"). 
Portanto, unidade nacional é essencial para que o capitalismo exista, pois significa ter somente uma língua, uma lei, uma moeda, um sistema de troca, etc.



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Mais Informações:

MAPAS - Mil anos de evolução da linguagem na Península Ibérica: (http://profwladimir.blogspot.com.br/2013/07/mapa-mil-anos-de-evolucao-da-linguagem.html)


Cronologia da Península Ibérica (http://profwladimir.blogspot.com.br/2014/09/cronologia-da-peninsula-iberica.html)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

FORMAÇÃO dos PAÍSES e NAÇÕES na EUROPA - ano 1 ao 2012

Mais aqui: http://www.liveleak.com/view?i=f54_1337075813 (Mapa animado feito pela BBC mostra as mudanças de fronteiras ocorridas na Europa desde o ano 1000 até agora.)



 ANO 1


 100





200


 300



 400



 500



 600



 700
 800



900


 1000


 1100


 1200



 1300



 1400



 1500



 1600



 1700



 1800



 1900


Europa em 1914 - antes da 1ª Guerra Mundial




 Europa em 1919 - pós 1ª Guerra Mundial






Europa após 2ª Guerra Mundial



 2000


 2012