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sábado, 19 de maio de 2018
terça-feira, 17 de abril de 2018
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
GEOGRAFIA do VOTO da BANCADA EVANGÉLICA
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1459256580796341&set=a.156577087730970.37551.100001360408422&type=3&theater
GEOGRAFIA DO VOTO DA BANCADA EVANGÉLICA
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A partir da delimitação da bancada feita pelo DIAP com 74 deputados em 25 estados, processamos e organizamos os dados da votação da bancada para Câmara dos Deputados no ano de 2014 para todo o Brasil.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1459256580796341&set=a.156577087730970.37551.100001360408422&type=3&theater
Mapa detalhado do relevo dos EUA
https://m.facebook.com/geografianews/photos/a.1382906095271627/2085831441645752/?type=3&source=48&__tn__=EHH
segunda-feira, 26 de junho de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Novo Mapa de Relevo da América do Sul
Novo Mapa de Relevo da América do Sul
“São dunas!”, admirou-se o geógrafo Jurandyr Ross, professor da Universidade de São Paulo, diante das elevações de solo arenoso ocupadas por raros tufos de plantas espinhosas, ovelhas e lhamas, próximas às chapadas conhecidas como mesetas do deserto da Patagônia, no sudoeste da Argentina, logo depois do Natal de 2015.
Sob sol intenso, em uma viagem de 16 dias e 9 mil quilômetros, Ross e outros geógrafos tiravam as dúvidas finais sobre as imagens de radar e satélite usadas para preparar o mapa de relevo da América do Sul em que ele e sua equipe trabalharam ao longo do ano.
Publicado como parte de um artigo na edição de agosto de 2016 da Revista Brasileira de Geografia, o novo mapa substitui o anterior, bastante simples, da década de 1940, e destaca em 35 unidades distintas as particularidades dos três grandes blocos formadores do continente: a Cordilheira dos Andes a oeste, a grande planície central adjacente às montanhas e os planaltos de baixa altitude que formam a quase totalidade do território brasileiro. As divisões, algumas com centenas de quilômetros quadrados, oferecem uma visão integrada do continente e refletem a vinculação do relevo brasileiro com a cordilheira andina.
“Embora as estruturas que sustentam o relevo brasileiro sejam muito antigas, as formas atuais resultam de fortes influências da atividade tectônica dos Andes, que é geologicamente bem mais recente”, diz Ross. O soerguimento da cordilheira, como resultado da pressão de placas tectônicas sobre o assoalho marinho, determinou a mudança da direção – de oeste para leste – do rio Amazonas e de outros da Bacia Amazônica. Além disso, segundo o pesquisador, as serras do Mar e da Mantiqueira, ao longo do litoral, e o Vale do Paraíba, na região de Taubaté, formaram-se como resultado da pressão e do enrugamento da cordilheira sobre a estrutura rochosa a leste.
“Hoje vivemos uma época de calmaria tectônica, mas a reconfiguração do relevo já foi muito mais intensa, em decorrência dos Andes”, diz o geógrafo Silvio Rodrigues, professor da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. Segundo ele, os Andes ainda influenciam o continente porque estão sobre duas placas tectônicas ativas, a de Nazca e a Sul-americana, que geram energia, por meio de processos tectônicos, que pode chegar ao litoral do Atlântico. “Como o relevo brasileiro já é bastante conhecido, o que mais interessa neste mapa é a análise dos Andes e da depressão central, entre os Andes e o território brasileiro.”
Depois de fazer o mapa do relevo brasileiro na escala 1:5 milhões (de 1 para 5 milhões; 1 centímetro no mapa equivale a 50 quilômetros), publicado em 1996 no livro Geografia do Brasil (Edusp), e o do relevo do estado de São Paulo na escala 1:500.000, dois anos depois (ver Pesquisa Fapesp no 35), Ross resolveu fazer uma síntese do relevo da América do Sul porque não encontrava nenhum mapa atualizado para usar em suas aulas. O único que achou, já com seu trabalho avançado, era de 1942, feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. Ele usou principalmente as imagens de radar do satélite Shuttle Radar Topography Mission (SRTM), da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, complementadas pelas do Google Earth, pelo mapa geológico da América do Sul produzido pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), empresa pública do Ministério de Minas e Energia, e por trabalhos acadêmicos.
Na escala de 1:8 milhões, o novo mapa pode ser útil no planejamento ambiental e econômico. “O relevo, os solos e o clima condicionam a ocupação humana e o agronegócio”, diz Ross, associando os terrenos planos de Mato Grosso ao cultivo de soja e de cana-de-açúcar, e os vales do Chile, em meio às montanhas, com a produção de frutas. As formas do relevo, ele observa, expressam tanto as forças internas da Terra, como os movimentos do magma, quanto as externas, como a erosão e as intempéries.
O mapa delimita as unidades dos três blocos fundamentais do continente com base em diferenças da constituição geológica, solos e formas de relevo.
O bloco a leste reúne planaltos de baixa altitude, com as bacias dos principais rios brasileiros, delimitadas pelas áreas em azul no mapa, as depressões em laranja, as serras litorâneas em vermelho. É a parte mais antiga do continente, com mais de 1 bilhão de anos, formada na era geológica conhecida como pré-Cambriano.
Esse bloco fazia parte, com as atuais África e Índia, do supercontinente Gondwana, que começou a se fragmentar cerca de 150 milhões de anos atrás, no período Jurássico, marcado também pela abertura do Atlântico Sul. O cráton amazônico, a norte e sul das planícies do rio Amazonas, forma as estruturas rochosas mais antigas do continente, com cerca de 2,5 bilhões de anos. Em vermelho, os morros e serras representam os resquícios já bastante erodidos de cordilheiras mais antigas que os Andes. “Quando se formaram, entre 550 milhões e 1,5 bilhão de anos, eram tão altas quanto os Andes”, diz Ross.
A oeste encontra-se a Cordilheira dos Andes, bloco geologicamente mais recente do que a porção leste. Ross destacou o trecho mais antigo e mais alto, a Cordilheira Oriental, com cerca de 100 milhões de anos de idade e altitudes de 4 mil metros, na Bolívia e na Argentina.
A Montanha Mais Jovem
A cadeia montanhosa predominante, estendendo-se de norte a sul do continente, com altitudes de 1.500 a 2.600 metros, é a Cordilheira Ocidental, formada em duas fases, uma há cerca de 85 milhões de anos e outra há 40 milhões de anos. A Cordilheira Costeira é ainda mais recente, do final do período Cenozoico, entre 1,7 milhão e 23 milhões de anos. Entre as montanhas há vales ocupados por cidades como Santiago, a 800 metros de altitude, e o deserto de Atacama, que Ross visitou em novembro, em outra viagem de checagem de campo, impressionando-se com a película branca de sal sobre o solo árido vermelho.
Entre as montanhas e os planaltos baixos do Brasil estende-se a Depressão Central Sul-americana, formada por planícies com trechos alagáveis como as dos rios Orenoco na Venezuela, do Mamoré-Beni na Bolívia e do Paraguai no Brasil, Paraguai e Argentina. A idade média da superfície dessa área (em amarelo no mapa) varia de 10 mil a 3 milhões de anos, com altitude máxima de 200 metros na região entre o Paraguai e a Bolívia. “Toda essa área muito baixa, com colinas de topo plano, vales levemente entalhados, planícies e pantanais chamadas de chaco, era um grande mar, há milhões de anos, antes de os Andes emergirem”, diz Ross.
A geógrafa Isabel Cristina Gouveia, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Presidente Prudente, comenta que dois grandes geógrafos brasileiros do século passado, Aziz Ab’Saber e Fernando de Almeida, contribuíram bastante para o conhecimento sobre o território nacional mesmo sem imagens de satélites, hoje de fácil acesso. “Curiosamente”, diz ela, “mesmo com imagens de alta resolução e recursos de Sistemas de Informação Geográfica, ainda são poucos os estudos que valorizam o mapeamento geomorfológico como método de análise e sistematização do conhecimento sobre o relevo”.
Artigo científico
ROSS, J. L. S. Compartimentação do relevo da América do Sul. Revista Brasileira de Geografia. v. 61, n. 1, p.21-58, 2016.
Fontes: http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/08/19/sob-a-forca-dos-andes/?cat=ciencia
https://www.facebook.com/geografiaesociedade/photos/a.602878663106090.1073741828.601585606568729/1200232266704057/?type=3&theater
“São dunas!”, admirou-se o geógrafo Jurandyr Ross, professor da Universidade de São Paulo, diante das elevações de solo arenoso ocupadas por raros tufos de plantas espinhosas, ovelhas e lhamas, próximas às chapadas conhecidas como mesetas do deserto da Patagônia, no sudoeste da Argentina, logo depois do Natal de 2015.
Sob sol intenso, em uma viagem de 16 dias e 9 mil quilômetros, Ross e outros geógrafos tiravam as dúvidas finais sobre as imagens de radar e satélite usadas para preparar o mapa de relevo da América do Sul em que ele e sua equipe trabalharam ao longo do ano.
Publicado como parte de um artigo na edição de agosto de 2016 da Revista Brasileira de Geografia, o novo mapa substitui o anterior, bastante simples, da década de 1940, e destaca em 35 unidades distintas as particularidades dos três grandes blocos formadores do continente: a Cordilheira dos Andes a oeste, a grande planície central adjacente às montanhas e os planaltos de baixa altitude que formam a quase totalidade do território brasileiro. As divisões, algumas com centenas de quilômetros quadrados, oferecem uma visão integrada do continente e refletem a vinculação do relevo brasileiro com a cordilheira andina.
“Embora as estruturas que sustentam o relevo brasileiro sejam muito antigas, as formas atuais resultam de fortes influências da atividade tectônica dos Andes, que é geologicamente bem mais recente”, diz Ross. O soerguimento da cordilheira, como resultado da pressão de placas tectônicas sobre o assoalho marinho, determinou a mudança da direção – de oeste para leste – do rio Amazonas e de outros da Bacia Amazônica. Além disso, segundo o pesquisador, as serras do Mar e da Mantiqueira, ao longo do litoral, e o Vale do Paraíba, na região de Taubaté, formaram-se como resultado da pressão e do enrugamento da cordilheira sobre a estrutura rochosa a leste.
“Hoje vivemos uma época de calmaria tectônica, mas a reconfiguração do relevo já foi muito mais intensa, em decorrência dos Andes”, diz o geógrafo Silvio Rodrigues, professor da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. Segundo ele, os Andes ainda influenciam o continente porque estão sobre duas placas tectônicas ativas, a de Nazca e a Sul-americana, que geram energia, por meio de processos tectônicos, que pode chegar ao litoral do Atlântico. “Como o relevo brasileiro já é bastante conhecido, o que mais interessa neste mapa é a análise dos Andes e da depressão central, entre os Andes e o território brasileiro.”
Depois de fazer o mapa do relevo brasileiro na escala 1:5 milhões (de 1 para 5 milhões; 1 centímetro no mapa equivale a 50 quilômetros), publicado em 1996 no livro Geografia do Brasil (Edusp), e o do relevo do estado de São Paulo na escala 1:500.000, dois anos depois (ver Pesquisa Fapesp no 35), Ross resolveu fazer uma síntese do relevo da América do Sul porque não encontrava nenhum mapa atualizado para usar em suas aulas. O único que achou, já com seu trabalho avançado, era de 1942, feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. Ele usou principalmente as imagens de radar do satélite Shuttle Radar Topography Mission (SRTM), da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, complementadas pelas do Google Earth, pelo mapa geológico da América do Sul produzido pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), empresa pública do Ministério de Minas e Energia, e por trabalhos acadêmicos.
Na escala de 1:8 milhões, o novo mapa pode ser útil no planejamento ambiental e econômico. “O relevo, os solos e o clima condicionam a ocupação humana e o agronegócio”, diz Ross, associando os terrenos planos de Mato Grosso ao cultivo de soja e de cana-de-açúcar, e os vales do Chile, em meio às montanhas, com a produção de frutas. As formas do relevo, ele observa, expressam tanto as forças internas da Terra, como os movimentos do magma, quanto as externas, como a erosão e as intempéries.
O mapa delimita as unidades dos três blocos fundamentais do continente com base em diferenças da constituição geológica, solos e formas de relevo.
O bloco a leste reúne planaltos de baixa altitude, com as bacias dos principais rios brasileiros, delimitadas pelas áreas em azul no mapa, as depressões em laranja, as serras litorâneas em vermelho. É a parte mais antiga do continente, com mais de 1 bilhão de anos, formada na era geológica conhecida como pré-Cambriano.
Esse bloco fazia parte, com as atuais África e Índia, do supercontinente Gondwana, que começou a se fragmentar cerca de 150 milhões de anos atrás, no período Jurássico, marcado também pela abertura do Atlântico Sul. O cráton amazônico, a norte e sul das planícies do rio Amazonas, forma as estruturas rochosas mais antigas do continente, com cerca de 2,5 bilhões de anos. Em vermelho, os morros e serras representam os resquícios já bastante erodidos de cordilheiras mais antigas que os Andes. “Quando se formaram, entre 550 milhões e 1,5 bilhão de anos, eram tão altas quanto os Andes”, diz Ross.
A oeste encontra-se a Cordilheira dos Andes, bloco geologicamente mais recente do que a porção leste. Ross destacou o trecho mais antigo e mais alto, a Cordilheira Oriental, com cerca de 100 milhões de anos de idade e altitudes de 4 mil metros, na Bolívia e na Argentina.
A Montanha Mais Jovem
A cadeia montanhosa predominante, estendendo-se de norte a sul do continente, com altitudes de 1.500 a 2.600 metros, é a Cordilheira Ocidental, formada em duas fases, uma há cerca de 85 milhões de anos e outra há 40 milhões de anos. A Cordilheira Costeira é ainda mais recente, do final do período Cenozoico, entre 1,7 milhão e 23 milhões de anos. Entre as montanhas há vales ocupados por cidades como Santiago, a 800 metros de altitude, e o deserto de Atacama, que Ross visitou em novembro, em outra viagem de checagem de campo, impressionando-se com a película branca de sal sobre o solo árido vermelho.
Entre as montanhas e os planaltos baixos do Brasil estende-se a Depressão Central Sul-americana, formada por planícies com trechos alagáveis como as dos rios Orenoco na Venezuela, do Mamoré-Beni na Bolívia e do Paraguai no Brasil, Paraguai e Argentina. A idade média da superfície dessa área (em amarelo no mapa) varia de 10 mil a 3 milhões de anos, com altitude máxima de 200 metros na região entre o Paraguai e a Bolívia. “Toda essa área muito baixa, com colinas de topo plano, vales levemente entalhados, planícies e pantanais chamadas de chaco, era um grande mar, há milhões de anos, antes de os Andes emergirem”, diz Ross.
A geógrafa Isabel Cristina Gouveia, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Presidente Prudente, comenta que dois grandes geógrafos brasileiros do século passado, Aziz Ab’Saber e Fernando de Almeida, contribuíram bastante para o conhecimento sobre o território nacional mesmo sem imagens de satélites, hoje de fácil acesso. “Curiosamente”, diz ela, “mesmo com imagens de alta resolução e recursos de Sistemas de Informação Geográfica, ainda são poucos os estudos que valorizam o mapeamento geomorfológico como método de análise e sistematização do conhecimento sobre o relevo”.
Artigo científico
ROSS, J. L. S. Compartimentação do relevo da América do Sul. Revista Brasileira de Geografia. v. 61, n. 1, p.21-58, 2016.
Fontes: http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/08/19/sob-a-forca-dos-andes/?cat=ciencia
https://www.facebook.com/geografiaesociedade/photos/a.602878663106090.1073741828.601585606568729/1200232266704057/?type=3&theater
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Paisagem Litorânea com ilha vulcânica
Paisagem Litorânea
O que as pessoas comuns veem em uma praia e o que os geógrafos observam!
Fonte: http://
Cratera da Colônia em SP com Mapa Relevo da Cidade
Cidade de São Paulo tem uma das duas crateras de impacto habitadas no mundo
A enorme cratera estende-se por uma área de 10,2 km². Ela fica a menos de 40 quilômetros do marco central da cidade, a Praça da Sé, na orla sudoeste da Bacia Hidrográfica Billings.
A zona sul de São Paulo sofreu o impacto de um objeto celeste há mais de cinco milhões de anos, segundo estudo de Victor Velázquez Fernandez, geólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, uma cratera guarda a memória do impacto desse objeto, provavelmente, um asteroide ou um cometa.
A Cratera Colônia, como é chamada, já havia sido identificada nos anos 1960 através de fotos aéreas e imagens de satélite. Porém, havia dúvidas sobre sua origem. O trabalho, confirmado agora também por análise microscópica, foi publicado no International Journal of Geosciences.
A cratera de impacto existente no Brasil é uma das duas habitadas no mundo. A outra fica em Ries, na Alemanha, onde o homem já vive desde o período paleolítico e que abriga o primeiro geoparque da Bavária. No total, o planeta conta com 188 crateras de impacto catalogadas, sendo apenas essas duas habitadas.
O pesquisador conta que não foi fácil provar que a região, no bairro Vargem Grande, na periferia de São Paulo, onde vivem cerca de 40 mil pessoas, é uma cratera. "Se pegássemos apenas a estrutura circular existente, como sendo de estrutura de impacto, não seria suficiente cientificamente." Para comprovar, segundo ele, foram necessárias evidências geológicas, como a observação de deformações nas rochas.
Evidências que comprovam a tese do geólogo foram reunidas em 2013, sendo o trabalho concluído no ano passado. Para coletar o material, os pesquisadores aproveitaram as perfurações realizadas na região para analisar o fornecimento de água potável.
As amostras mostram, entre outras coisas, as variações sofridas por minerais como zircão e quartzo. Para transformar esses minerais, é necessária a pressão equivalente a um impacto interplanetário.
Importância
O estudo aponta que é vantagem uma cidade como São Paulo ter uma cratera dessas por perto. "A Cratera de Colônia é um laboratório natural do ponto de vista geológico, biológico e, inclusive, para estudo de impacto ambiental", explica Victor Velázquez.
O estudo aponta que é vantagem uma cidade como São Paulo ter uma cratera dessas por perto. "A Cratera de Colônia é um laboratório natural do ponto de vista geológico, biológico e, inclusive, para estudo de impacto ambiental", explica Victor Velázquez.
Ainda não se sabe se o que atingiu o local foi um asteroide ou um cometa. A descoberta foi publicada por Velazquez e colaboradores no artigo Evidence of Shock Metamorphism Effects in Allochthonous Breccia Deposits from the Colônia Crater, São Paulo, Brazil.
Fonte do mapa: file:///H:/Facebook/Mapa%20geol%C3%B3gico.pdf
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Wave Rock formada pelo Intemperismo do vento e chuva
Wave Rock (’Onda de pedra’) formada por intemperismo do vento e chuva, fica sobre uma planície no oeste da Austrália, setembro 1963
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Formação dos solos - erosão e intemperismos
Formação dos solos - erosão e intemperismos
Fonte: LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, p.216, 2010.
Fonte: LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, p.216, 2010.
quinta-feira, 3 de março de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
Formas de Relevo - atividade
Utilizando de vasilhas de plástico, tinta azul e argila (ou massinha para modelar) é possível representar os mais diversas formas de relevo.
Fonte: http://www.geografiacriativa.com.br/geografia-fisica/geomorfologia/
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
MAQUETE das FORMAS de RELEVO
MAQUETE DAS FORMAS DE RELEVO
- PASSO 1 = alunos farão esta atividade das formas de relevo.
1 (Montanhas), 2 (Depressão), 3 (Planalto), 4 (Planície), 5 (Nascente do Rio), 6 (Cachoeira), 7 (Afluente), 8 (Meandros do Rio), 9 (Foz em Delta) e 10 (Foz em Estuário).
Pintar: Marrom-Escuro (as Altas Cadeias de Montanha ou Cordilheiras), Marrom-Claro (Montanhas, Colinas e Monte), Laranja (Planaltos), Verde-Claro (Planície), Verde-Escuro (Depressão) e Azul (Rios, Lago e Oceano).
PASSO 2 = trazer o seguinte material: pistola de cola-quente, 4 placas de isopores, tinta-guache, pincéis, 2 Kls de Gesso (de secagem menos rápida) e material para cortar o isopor (pode ser uma "caneta com clipes pendurado", que será esquentado com fogo em uma vela).
PASSO 3 = cortar o isopor com a "caneta com clipes pendurado" e ir colando com a pistola de cola quente.
PASSO 4 = colocar gesso sobre a maquete e esperar secar.
PASSO 5 = pintar com tinta-guache e colocar as bandeirinhas identificando.
Sequência de Aulas sobre RELEVO
- RELEVOS são as formas com que as camadas rochosas assumem na paisagem, retratando a diversidade de formas da superfície terrestre. Caracteriza-se, basicamente, por formas salientes e formas deprimidas, tanto das formas do relevo emerso quanto submerso.
- Os movimentos de Placas Tectônicas podem formar dois dos 4 tipos de relevo: montanhas e depressões.
- Os tipos de relevo são:
PLANÍCIE (originado no processo de sedimentação, localizando-se nas áreas de baixas altitudes, áreas litorâneas e bacias fluviais);
PLANALTO (áreas de altitudes intermediárias de 300m à 2500m, originadas do processo de desgastamento erosivo, geralmente com superfícies de aplainamento);
MONTANHAS (áreas mais elevadas com acima de 2500 metros de altura, originadas dos desdobramentos tectônicos),
DEPRESSÕES (originadas dos desdobramentos tectônicos ou ação erosiva, podendo chegar até 11mil metros de profundidade).
- Estas 4 formas de relevo abrangem grandes áreas e demoram milhares de anos para se formar e para desaparecerem.
- Existem outras formas de relevo, só que mais transitórias: serra, chapadões, morro, colina, etc.
AULAS 14, 15, 16 e 17:
MAQUETE DAS FORMAS DE RELEVO
- Realização da maquete das formas de relevo.
AULAS 18 e 19:
RELEVOS do BRASIL
- O
Brasil possui três relevos: Depressões, Planaltos e Planícies.
- Existem
algumas subdivisões do relevo brasileiro: Planaltos Norte-Amazônicos, Depressão
Norte-Amazônica, Planície do Rio Amazonas, Depressão da Amazônia Ocidental, Depressão
Marginal Sul-Amazônica, Planaltos e Chapadas dos Parecis, Planície do
Pantaneira, Planaltos e Chapadas da Bacia do Rio Paraná, Planaltos e Serras do
Atlântico, Planalto da Borborema, Planície Costeira e Planaltos da Bacia do Rio
Parnaíba.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
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