Total de visualizações de página

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mapas Brasil - Clima



 Brasil - massas de ar no verão




Brasil - massas de ar no inverno




Massas de Ar




As 4 Massas de Ar do Brasil




Brasil - precipitação, chuva




Brasil - temperatura




Brasil - duração do período seco




Brasil - Umidade relativa do ar




Mapa Brasil de Clima com correntes marítimas e climogramas

Clima da Região Sudeste




Climas do Brasil




 Climas do Brasil




 Climas do Brasil





Climograma - região de clima equatorial





 Climograma - região de clima semi-árido



 Climograma - região de clima subtropical



 Climograma - região de clima tropical continental



 Climograma - região de clima tropical de altitude




 Climograma - região de clima tropical úmido/litorâneo/atlântico




 Climogramas do Brasil

Mapas e Estatísticas de Imigrantes no Brasil



Imigração no Brasil - 1820 a 1975


Mapa imigrantes brasileiros





 A grande migração transatlântica. Fonte_Atlas da mundialização, dossiê especial




 imigração

Mapas e estatísticas de Negros no Brasil


 Mapa etnia-cor Brasil



População Brasileira segundo a cor_IBGE





TABELA BRASIL_ distribuição_regional_por_cor_ou_raça_segundo_IBGE





Mapa Escravos Africanos no Brasil (século XIX)





 Linha de tráfico de escravos no Brasil



Tráfico Negreiro




Região de Origem dos Africanos Escravizados



Principais Rotas do Tráfico Negreiro






escravidão: essa vergonha é nossa
Mapa Tráfico Negreiro

 Mapa da Distribuição Espacial da População, segundo a cor ou raça – Pretos e Pardos
Segundo o Censo do IBGE de 2010, 43,1% da população brasileira declararam pardos e o maior percentual desse contingente estava na Região Norte (66,9%), sendo que todas as regiões revelaram percentuais acima dos 35%, exceto o Sul, com 16,5%. Ainda segundo o censo, 7,6% dos entrevistados se declararam pretos, e seu maior percentual estava no Nordeste (9,5%), com o Sudeste (7,9%) a seguir, enquanto a Região Sul mostrou o menor percentual (4,1%).
Em cima deste mapa, bolei esta atividade:
MAPA DA POPULAÇÃO DE PELE PRETA E PARDA NO BRASIL
[] Até 10,00% (RS e SC)
[] De 10,01% a 25,00% (PR)
[] De 25,01% a 50,00% (SP, RO, MT)
[] De 50,01% a 75,00% (MS, GO, DF, RJ, PA, AM, RR)
[] De 75,01% a 100% (AC, MG, TO, ES, BA, SE, AL, RN PE, PB, CE, MA, PI, AP)


Mapa da População de pele preta no Brasil





Mapas e estatísticas dos Indígenas no Brasil





2014

2007


 Mapa etnia-cor Brasil


População Brasileira segundo a cor_IBGE



 
 Mapa Indígenas Brasil - hoje



Terras e Parques Indígenas no Brasil



Indígenas no Brasil - antes século XV




TABELA BRASIL_ distribuição_regional_por_cor_ou_raça_segundo_IBGE









Indígenas no Brasil - antes século XV


Povos Indígenas e Grupos Remanescentes






Povos Indígenas



 Quando os portugueses chegaram em Porto Seguro por volta de 1500, encontraram o povo tupinaki (que falava tupinambá). Se falava tupinambá em quase todo o litoral brasileiro (como pode ser visto no mapa acima) e este idioma influenciou o vocabulário do português no Brasil até hoje.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

SUGESTÃO de AULA - BLOCOS ECONÔMICOS

SUGESTÃO DE AULA/ATIVIDADE SOBRE BLOCOS ECONÔMICOS

Dividir os alunos em 6 Grupos, disponibilizar papel sulfite/cartolina/lápis de cor/papel vegetal/atlas geográfico e pedir que os grupos representem em um mapa os Blocos Econômicoscom outras informações (como histórico do Bloco Econômico, bandeiras, área/território, PIB, IDH, moeda, população, etc).

GRUPO 1:

ASEAN = Mianmar, Tailândia, Vietnã, Laos, Camboja, Cingapura, Indonésia, Malásia, Filipinas, Timor Leste.
 CEI = Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Moldávia, Rússia, Tajiquistão, Ucrânia e Uzbequistão.


GRUPO 2:
MERCOSUL = Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai.
PACTO ANDINO = Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela.


GRUPO 3:
NAFTA = EUA, México, Canadá.
 MCCA = Guatemala, Honduras, Costa Rica e Nicarágua.
CARICOM: Antigüa e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, Montserrat, Santa Lúcia, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Trinidad e Tobago, Suriname.


GRUPO 4:
UNIÃO EUROPÉIA (UE) = Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia.

GRUPO 5:
SADC = África do Sul, Angola, Botsuana/Botswana, República Democrática do Congo, Lesoto, Madagascar, Malawi/Malauí, Ilhas Maurício, Ilhas Seychelles, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.
UEMOA = Benim, Burquina-Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo e Guiné-Bissau.
UMA = Líbia, Tunísia, Argélia, Marrocos, Mauritânia e Saara Ocidental.


GRUPO 6:
CEMAC = Camarões, República Centro-Africana, Chade, Congo, Gabão e Guiné Equatorial
CEDEAO/ECOWAS = Benim, Burquina-Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo.
COMESA = Burundi, Comores, República Democrática do Congo, Djibuti, Egito, Eritréia, Etiópia, Quênia, Líbia, Madagáscar, Malawi/Malauí, Ilhas Maurício, Ruanda, Seicheles, Sudão, Suazilândia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué.

___



Blocos Econômicos Mundiais - 1






Blocos Econômicos Mundiais - 2

ARTIGO - Autonomia do Professor e a "Liberdade de Cátedra"

repasso texto que eu fiz.
__ 


Autonomia do Professor e a "Liberdade de Cátedra"



Cada vez mais se percebe que o professor está perdendo sua "autonomia" em sala de aula, sendo pressionado pela equipe gestora das escolas (coordenadores, diretores e vice-diretores), por funcionários das diretorias de ensino (supervisores, etc), pelos pais dos alunos, etc. Estes "vigiam e punem" os professores, impondo apostilas e livros didáticos aos educadores, cobrando "boas notas" e aprovações dos alunos, podendo a chegar a interferir nos procedimentos/conteúdos/didática do professor.
 Vale lembrar que o professor tem o direito de cátedra, de acordo com a Lei Complementar Nº 444/85 (Estatuto do Magistério Estadual - SP) no seu artigo 61, parágrafo IV, que diz: “ter liberdade de escolha e de utilização de materiais, de procedimentos didáticos e de instrumento de avaliação do processo ensino-aprendizagem, dentro dos princípios psico-pedagógicos, objetivando alicerçar o respeito à pessoa humana e, a construção do bem comum”. Esta “liberdade de cátedra” é negada na prática.
Esta interferência é maior nas escolas particulares, onde, em sua grande maioria, os professores são obrigados a aplicar integralmente e alienadamente as caras apostilas/livros didáticos que os pais compram para os seus filhos. O professor não tem muito a fazer, pois se questionar ou buscar fazer algo diferente poder colocar seu cargo em risco.
Esta perda de autonomia está cada vez mais presente na rede pública brasileira. Os governos impõem currículos, apostilas e livros didáticos aos professores, ferindo a autonomia dos professores. Se por um lado um "currículo unificado" pode ser positivo (porque gera uma articulação da rede educacional), por outro lado, esta imposição de currículos e apostilas ocorre porque os governos querem "cortar gastos", ou seja, o conteúdo das apostilas será o conteúdo das "avaliações externas" e que ajudarão a formar os famosos "índices" nas escolas (tais como o IDESP e o IDEB). Estes índices possuem a lógica de punição/premiação, pois pautarão o salário de professores (gratificações e bonificações), ajudarão a definir a destinação de verbas nas escolas, aumentarão o IDH das cidades/estados/países (que receberão mais investimentos externos, como os do Banco Mundial).
É necessário que o professor tenha consciência desta lógica, mas, infelizmente, muitos do que questionam esta lógica são perseguidos e isolados nas escolas, até pelos próprios colegas, que são individualistas e não percebem que devem pensar em melhorias para a categoria e não em melhorias individuais.
Também é errôneo achar que somente uma "boa formação" do professor fará com que este conquista uma autonomia em sala de aula. Apesar de que uma "boa formação acadêmica" seja indispensável, esta visão quando é colocada unilateralmente individualiza o debate e tira o foco do debate, que são os problemas enfrentados pelo professor em sala de aula (salas super-lotadas, grandíssima jornada de trabalho, muitos acúmulos, etc) e as dificuldades em fazer cursos de aperfeiçoamento (não tem tempo de participar de palestras, cursos de especialização, encontros acadêmicos, evolução na carreira insuficiente ou incipiente, etc).
Outras reflexões se fazem necessárias, como a de "qual seria a função social da escola” e de "qual seria o papel do professor”. A escola existe para “reproduzir a sociedade” e o professor chega a ser um “agente do Estado” (conscientemente ou inconscientemente). Os professores devem superar estas contradições, buscando uma autonomia em sala de aula, além de uma prática que busque a emancipação e a consciência do aluno.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mapa da Antiga Ordem Mundial

Mapa da Antiga Ordem Mundial (Guerra Fria), dividindo os países do mundo em "Primeiro Mundo" (capitalistas ricos), "Segundo Mundo" (socialistas) e "Terceiro Mundo" (capitalistas pobres):