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segunda-feira, 24 de março de 2014

Bíblia relata mais de 2,5 milhões de mortes em nome de Deus

Bíblia relata mais de 2,5 milhões de mortes em nome de Deus


Em 2 Reis 2:24, um profeta pede a Deus que castigue as crianças que estavam zombando de sua careca. E imediatamente surgem duas ursas e despedaçam os 42 jovens desrespeitosos.

Em 1 Samuel 6:19, Deus não gostou que homens de Bete-Semes tivessem olhado dentro de sua enigmática arca e, em represália, matou 50.070.

O cético e estudioso da Bíblia Steve Wells anotou todas as mortes, como essas, registradas nas sagradas escrituras cometidas direta ou indiretamente por Deus, ou em nome Dele, e as somou. Deu o total de 2.552.452 (ver quadro abaixo).

Pelos relatos bíblicos, Deus foi a causa de muito mais mortes, porque há ali eventos, como guerras santas, massacres étnicos e pragas e outros, como o dilúvio de Noé, cujo número de vítimas não é mencionado.

Welles fez uma estimativa sobre o montante dessas mortes, para ter uma ideia do total que seria mais condizentes com os registros bíblicos. Ele estimou, por exemplo, que no dilúvio morreram 20 milhões de pessoas. Em outro caso, ele avaliou que morreram 70.000 pessoas na fome descrita em Gênesis 41:25-54.

Welles também “corrigiu” alguns números de mortes os quais ele entendeu estarem subestimados na Bíblia. No caso do afogamento do exército egípcio (Êxodo 14:18-26), a Bíblia diz que morreram 600 soldados. Na avaliação do estudioso, morreram 5.000.

O total de mortes estimadas por Welles dá 24.712.019.

Os números do estudioso americano evidentemente podem ser questionados, porque não se baseiam em nenhum critério científico, até porque, para os céticos, em um exemplo, nunca houve arca de Noé. Mas Wells pode ser acusado tanto de ter inflado os números como de ter subestimado-os. Há quem, por exemplo, acredite que na época de Noé existiam mais de 20 milhões de pessoas.

De qualquer forma, deixando as estimativas de Wells de lado, a quantidade parcial de 2.552.452 mortes, conforme está pela Bíblia, já é mais do que suficiente para desmoralizar qualquer deus, do ponto de vista humanitário e laico.  

De acordo com o levantamento de Welles, a Bíblia registra apenas 10 mortes sob a responsabilidade de Satanás. 

Números da carnificina bíblica


 evento
 referência bíblica
 nº bíblico
 estimativa
 Dilúvio de Noé
-
 20 milhões
2
 Guerra de Abraão
-
 1.000
3
 Sodoma e Gomorra
-
 2.000
 Mulher de Ló
1
 1
 História de Diná
Gênesis 34:1-31
2
 1.000 
Senhor não gostou de Er
1
 1
Onã é morto por ter se masturbado
1
 1
Fome mundial
-
70.000
Sétima Praga do Egito
-
300.000
10 
Assassinato das crianças primogênitas do Egito
-
500.000
11 
Deus afoga o exército egípcio
600
5.000 
12 
Morte de Amaleque e seu povo
 -
1.000
13
Matança de irmãos, amigos e vizinhos
3.000
3.000
14 
Deus ficou bravo por causa do bezerro de Arão
 -
1.000 
15 
Filhos de Arão são mortos por queimadura
2
2
16 
Blasfemador é apedrejado até a morte
17 
Deus queimou queixosos
-
100 
18
Deus ficou furioso com quem  reclamava da comida
10.000
19 
Pessoas são mortas por causa de sua reputação
10 
110 
20 
Homem foi morto porque colhia lenha no sábado
21 
Desafetos são enterrados vivos
3
22 
Senhor queima pessoas que ofereciam incenso
250 
250
23 
Mortos por reclamar dos assassinatos de Deus
14.700
14.700
24
Massacre de cananeus 
-
3.000 
25 
Deus mandou cobras para matar queixosos 
100 
26 
Assassinatos para acabar com mortes de praga divina 
24.002
 24.002
27 
Massacre de midianitas 
6
200.000 
28 
Deus mata exército israelita 
 -
500.000
29 
Deus mata povo de gigantes 
5.000 
30 
Deus induz o rei Sion a uma matança básica
Dt 2:33-34
3.000
31 
Deus mata povo do rei Ogue
60.000 
32 
Massacre de Jericó 
1.000 
33 
Acã e família são apedrejados e queimados 
Josué 7:10-12
Josué 7:24-26
34 
 Massacre do povo de Ai
Josué 8:1-25
12.000 
12.000 
35 
Deus detém o Sol para que Josué matasse durante o dia 
Josué10:10-11
5.000 
36 
Assassinato de 5 reis e de seu povo 
Josué 10:26
5
10.000 
37 
A mando de Deus, Josué mata tudo que respira 
Josué 10:28-42
7.000 
38 
Massacre de pessoas de 20 cidades 
20.000 
39 
Matança sem piedade de mais gigantes 
5.000 
40 
Deus entrega cananeus e perizeus para matança 
10.000 
10.000 
41 
Massacre de Jerusalém  
 -
1.000
42 
Mais cinco massacres 
 -
5.000 
43 
Episódio envolvendo Cusã-Risataim
1.000 
44 
Eúde mata o rei Eglom, um 'homem muito gordo'
45 
Massacre de moabitas 
Juízes 3:28-29
10.000
10.000 
46
Sangramento de  filisteus
600
600
47 
Massacre de cananeus 
 -
1.000 
48 
Jael esmaga crânio de um homem adormecido 
49 
Deus promove uma carnificina
120.000 
120.000
50 
Um maus espírito de Deus causa massacre  
1.001 
2.000 
55 
Sansão mata 1.000 homens 
1.000 
1.000  
56 
Sansão mata mais 3.000 
3.000
3.000
57 
Guerra Civil Santa 
65.100 
65.100 
58 
Dois genocídios
4.000 
59 
Deus mata os filhos de Eli e 34 mil soldados israelitas 
1 Sm 2:25
1Sm 4:11
34.002 
34.002  
60 
Vítimas de Deus são castigadas com hemorroidas
1 Sm 5:1-12
3.000 
61 
Foram mortos porque olharam dentro da arca do Senhor 
1Sm 6:19
50.070 
50.070  
62 
Deus ficou bravo como um trovão com  filisteus 
1 Sm 7:10-11
1.000 
63 
Massacre de amonitas 
1.000 
64 
Jônatas em ação1 Sm 14:12-14
20
20 
65 
Deus força os filisteus a se matarem 
1.000 
66
Genocídio amalequita 
10.000 
67 
Samuel despedaçou a Agague perante o Senhor
68 
Davi ou El-Hanã mata Golias1 Sm 17::51
2 Sm 21:19
1
1
69 
Davi mata 200 filisteus 
1 Sm 18:27
200 
200 
70 
"O Senhor disse a Davi: Vai, e ferirás aos filisteus"
10.000 
71 
Deus mata Nabal 
72 
Davi comete genocídios 
1 Sm 27:8-11
60.000 
73 
Prossegue a matança de Davi 
1 Sm 30:17
1.000 
74 
Deus mata Saul, seus filhos e homens porque não quiserem liquidar os amalaquitas
4
100 
75
Davi mata o mensageiro 
76 
Davi mata Recabe e Baaná, e corta-lhes as mãos e os pés
77 
Davi mata filisteus com a ajuda de Deus
2.000 
78 
Deus mata Uzá por ser imprudente com a arca Dele 
2 Sm 6:6-7
1 Crônicas 13:9-10
79 
Davi matou moabitas que eram prisioneiros de guerra2 Sm 8:2
667 
80 
Senhor dá vitória a Davi onde quer que vá 
2 Sm 10:18
65.850 
66.850  
81 
Davi mata todos os varões de Edom
2 Sm 8:13
1Reis 11:15-16
1 Crônicas 18:12
Salmos 60:1
15.000
65.000
82 
Davi mata filhos e familiares de Amom
1.000
83 
Deus mata lentamente um bebê 
2 Sm 12:14-18
84 
Sete filhos de Saul são pendurados diante do Senhor, e a praga da fome mata mais
3.000 
85 
Matança promovida por soldados de Davi 
1.403 
3.400 
86 
Deus manda uma peste para Israel 
70.000 
200.000 
87 
Deus realiza desejo de Davi, e Joabe e Simei são mortos  
1 Reis 2:29-34
1 Reis 2:44-46
2
88 
Morte de um profeta 
1 Reis 13:11-24
1
1
89 
Deus mata filho de Jeroboão 
1 Reis 14:17
1
1
90
Ordem do Senhor: assassinato da família de Jeroboão
1 Reis 15:29
10
91 
Assassinatos de todos da casa de Baasa, incluindo parentes e amigos
1 Reis 16:11-12
20
92 
Morte de Zinri 
1 Reis 16:18-19
93 
 Seca de Elias
1 Reis 17:1
Lucas 4:25
Tiago 5:17-18
3.000 
94 
Elias mata 450 religiosos em um concurso de oração
450 
450 
95 
Matança de sírios 
1 Reis 20:20-21
10.000 
96 
100 mil sírios são mortos porque alguém deles falou que Deus é dos montes, e não do vale 
1 Reis 20:28-29 
100.000 
10.000 
97 
 Deus mata mais sírios
1 Reis 20:30
27.000 
27.000  
98
 Deus manda um leão atacar um desobediente
1 Reis 20:35-36
99 
Deus mata Acabe no lugar de um rei capturado
1
100 
Deus queima 102 homens até a morte para forçar Elias a descer da colina2 Reis 1:10-11-12
102 
102 
101 
Rei Acazias é morto por ter feito pedido ao deus errado 
2 Reis 1:16-17
1
102 
Deus mandou duas ursas matar 42 crianças que estavam se divertindo com a careca de um profeta 
2 Reis 2:24
42 
42 
103
Deus entregou os moabitas para a morte
-
5.000 
104 
Cético é pisoteado até a morte2 Reis 7:2-20
1
1
105 
Mais uma praga de 7 anos de fome 
7.000
106
 Jorão é morto com uma flexa
107 
Jezebel 
108 
Os 70 filhos de Acabe são assassinados 
2 Reis 10:6-10
70
70 
109 
Assassinatos de integrantes da família de Acabe, incluindo seus amigos e sacerdotes
20 
20 
110 
Jeú mata a família de Acazias
2 Crônicas 22:7-9
 42
42
111
Jeú mata o que sobrou da família Acabe 
2 Reis 10:17
 -
20
112
Jeú reúne os seguidores de Baal e os mata2 Reis 10:18-25
 -
1.000 
113
Matã, sacerdote de Baal, e Atalia são assassinados
2 Reis 11:17-20
2
114
Deus envia leões para comer aqueles que o não temem 
 2 Reis 17:25-26
10 
115
Um anjo mata soldados que estavam dormindo 
2 Reis 19:35
Isaías 37:36
185.000
185.000
116 
Deus fez com que Senaqueribe fosse morto por seus filhos
2 Reis 19:37
1
117
Josias matou todos os sacerdotes dos altos 
2 Reis 23:20
100 
118
Guerra Santa 
50.000 
119
Carnificina em nome de Deus
2 Crônicas 13:17-18
500.000 
500.000  
120 
Morte de Jeroboão 
1
121
Deus atendeu a pedido e matou etíopes
1.000.000 
1.000.000 
122
Deus fustiga uns contra outros na multidão  
-
30.000
123
Jeorão se dá mal com Deus
1
124
Deus mata os filhos Jeorão2 Crônicas 22:1
-
125
Morte de Acazias (de Judá)
1
126
Ira divina atinge exército de Judá 
10.000 
127
Deus acaba com Amazias 
1.000 
128
Deus entrega o rei Acaz a seus inimigos
2 Crônicas 28:1-5
-
10.000 
129
Peca mata em nome de Deus
2 Crônicas 28:6
120.000
120.000 
130
Queda de Jerusalém
2 Crônicas 36:16-17
-
10.000
131

Ester 275.813
75.813
132
Desabamento de casa
Jó 1:18-19
10
60
133
Morte de Hananias por rebeldia
1
1
134
Morte de mulher de Ezequiel
1
1
135
Judite corta a cabeça de um homem adormecido
1
1
136
Massacre
-
1.000
137
Morte de Annanias e Safira
2
2
138
Herodes
Atos 12:23
1
1
139
Jesus
1
1



2.552.45224.712.019












Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2013/01/estudioso-soma-as-mortes-relatadas-na-biblia.html#ixzz2wvfZdAzn
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 



Fonte: http://www.paulopes.com.br/2013/01/estudioso-soma-as-mortes-relatadas-na-biblia.html#.UzDLC_ldXZ9

domingo, 23 de março de 2014

Racismo no Brasil



ESTAÇÕES do ANO - texto e exercícios

ESTAÇÕES DO ANO

Em nosso planeta existem quatro diferentes períodos no decorrer do ano, a estes, chamamos de estações do ano. As estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol e pelo movimento de Translação realizado pelo Planeta Terra. O movimento do nosso planeta em torno do Sol, dura um ano. A este movimento dá-se o nome de movimento de Translação e a sua principal consequência é a mudança das estações do ano.São elas: Primavera, Verão, Inverno e Outono. 
A primavera ocorre após o inverno e antes do verão. No hemisfério sul, onde está localizado o Brasil, a primavera tem início em 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro.
É uma época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas. Portanto, é um período em que a natureza fica bela, presenteando o ser humano com flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e plantas.
No hemisfério sul, o verão tem início em 21 de dezembro e termina em 21 de março. Suas principais características são dias longos e quentes (temperatura elevada), mas também possui dias geralmente chuvosos.
O outono é a estação que marca a transição entre o verão e o inverno, no hemisfério sul ele se inicia em 20 de março e termina em 20 de junho. Por ser uma fase de transição entre o verão e o inverno, o outono apresenta características de ambas as estações: redução de chuvas, mudanças bruscas no tempo, nevoeiros em algumas regiões, entre outras. Entre outras características do outono, podemos citar a diminuição da umidade do ar, além do fato dos dias e das noites terem a mesma duração. É no outono que ocorrem as grandes colheitas, visto que as frutas já estão bastante maduras e começam a cair no chão.
O Inverno é mais fria estação do ano e se inicia no hemisfério sul em 21 de junho e termina em 23 de setembro.
O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas. Durante a estação, várias espécies de animais, principalmente de pássaros, migram para outras regiões mais quentes. Outros animais, como ursos, hibernam nesse período, reduzindo grandemente sua atividade metabólica. Em muitas regiões, pode ocorrer a incidência de neve e geadas.
Fonte: www.suapesquisa.com.br

1) Responda de acordo com o texto:
a) Por que acontecem as estações do ano?
b) O que é translação?
c) Em que hemisfério está localizado o Brasil?
d) O que acontece no inverno com algumas espécies de animais?

2) Cite uma característica de cada estação do ano:
a) Verão –
b) Outono –
c) Inverno –
d) Primavera –

3) Coloque ( V ) se for verdadeiro ou ( F ) se for falso:
( ) O verão é uma época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas.
( ) No outono ocorrem as grandes colheitas, visto que as frutas já estão bastante maduras e começam a cair no chão.
( ) Em nosso planeta existem três diferentes períodos no decorrer do ano, a estes, chamamos de estações do ano.
( ) O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas.

4) Correlacione de acordo com o início e o término de cada estação do ano no hemisfério sul:
( 1 ) Primavera
( 2 )Outono
( 3 ) Inverno
( 4 )Verão

( )Início em 23 de setembro e termina no dia 21 de dezembro
( )Início em 21 de junho e termina em 23 de setembro
( )Início em 21 de dezembro e termina em 21 de março
( )Início em 20 de março e termina em 20 de junho

5) Complete as frases com o auxílio do banco de dados:

VERÃO – OUTONO – CHUVOSOS – INVERNO – PRIMAVERA

a) O verão possui dias geralmente ____________________.
b) O ________________ é a estação que marca a transição entre o verão e o inverno.
c) A _________________________ é um período em que a natureza fica bela, presenteando o ser humano com flores coloridas e perfumadas.
d) No ___________________ em muitas regiões, pode ocorrer a incidência de neve e geadas.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Exercícios com MAPAS TEOLÓGICOS

1) Qual a classe social do Feudalismo que produzia estes mapas?

2) Porque Jerusalém está sempre destacado nestes "mapas teológicos"?

3) Quais continentes estão presentes no "mapa medieval (ou do século IV)"?

4) Quais continentes não estão presentes no "mapa medieval (ou do século IV)"?

5) Explique se estes mapas revelam uma visão religiosa de mundo.



Conceito Cosmográfico do Geógrafo Cristão - séc XI





 Mapa de Sallustio - séc IV





terça-feira, 11 de março de 2014

INVASÕES dos EUA em todo mundo (de 1846 ao século XXI)

Isso sem falar da "Operação Condor" que levou à muitas ditaduras na América Latina.

___

INVASÕES dos EUA em todo mundo, de 1846 ao século XXI

E vários de seus presidentes já receberam o prêmio Nobel da Paz!!!
INVASÕES DOS EUA NO MUNDO
Entre as várias INVASÕES das forças armadas dos Estados Unidos fizeram nos séculos XIX, XX e XXI, podemos citar:
1846 – 1848 – MÉXICO – Anexação, pelos EUA, da República do Texas. (Ao longo dos séculos XIX e XX, os EUA usurparam quase 50% do território mexicano – Ver Nota do Contraponto!).

1890 – ARGENTINA – Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos.
1891 – CHILE - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.
1891 – HAITI - Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.
1893 – HAWAI - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA. (Hoje o Hawaí é um Estado dos EUA).
1894 – NICARÁGUA - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.
1894 – 1895 – CHINA - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.
1894 – 1896 – CORÉIA - Tropas permanecem em Seul durante a guerra.
1895 – PANAMÁ - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana.
1898 – 1900 – CHINA - Tropas dos Estados Unidos ocupam a China durante a Rebelião Boxer.
1898 – 1910 – FILIPINAS - As Filipinas lutam pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, Filipinas – 27/09/1901 e Bud Bagsak, Sulu, Filipinas 11/15/1913) – 600.000 filipinos mortos.
1898 – 1902 – CUBA - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana.
1898 até hoje- PORTO RICO – Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje ‘Estado Livre Associado’ dos Estados Unidos. (Na prática, Porto Rico é mais um ‘Estado’ dos EUA).
1898 – ILHA DE GUAM - Marinha americana desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje.
1898 – ESPANHA - Guerra Hispano-Americana – Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial.
1898 – NICARÁGUA - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur.
1899 – ILHA DE SAMOA - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa.
1899 – NICARÁGUA - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez).
1901 – 1914 – PANAMÁ - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção.
1903 – HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho.
1903 – 1904 – REPÚBLICA DOMINICANA - Tropas norte americanas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução.
1904 – 1905 – CORÉIA - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa.
1906 – 1909 – CUBA -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições.
1907 – NICARÁGUA - Tropas americanas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua.
1907 – HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua.
1908 – PANAMÁ - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o Panamá durante período de eleições.
1910 – NICARÁGUA - Fuzileiros navais norte americanos desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua.
1911 – HONDURAS - Tropas americanas enviadas para proteger interesses mericanos durante a guerra civil, invadem Honduras.
1911 – 1941 – CHINA - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas.
1912 – CUBA - Tropas americanas invadem Cuba com a desculpa de proteger interesses americanos em Havana.
1912 – PANAMÁ - Fuzileiros navais americanos invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais.
1912 – HONDURAS - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano.
1912 – 1933 – NICARÁGUA - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combaterem guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos.
1913 – MÉXICO - Fuzileiros da Marinha americana invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução.
1913 – MÉXICO - Durante a Revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas em apoio aos revolucionários.
1914 – 1918 – PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - Os EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens.
1914 – REPÚBLICA DOMINICANA - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução do povo dominicano em Santo Domingo.
1914 – 1918 – MÉXICO - Marinha e exército dos Estados Unidos invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas.
1915 – 1934 – HAITI - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos.
1916 – 1924 – REPÚBLICA DOMINICANA - Os EUA invadem e estabelecem um governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante oito anos.
1917 – 1933 – CUBA - Tropas americanas desembarcam em Cuba, e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos. (A partir deste período cassinos foram liberados e Cuba se tornou um verdadeiro bordel dos EUA).
1918 – 1922 – RÚSSIA - Marinha e tropas americanas enviadas para combater a revolução Bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles.
1919 – HONDURAS - Fuzileiros norte americanos desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço.
1918 – IUGOSLÁVIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia.
1920 – GUATEMALA - Tropas americanas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala.
1922 – TURQUIA - Tropas norte americanas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna.
1922 – 1927 – CHINA - Marinha e Exército americano mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista.
1924 – 1925 – HONDURAS - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional.
1925 – PANAMÁ - Tropas americanas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos.
1927 – 1934 – CHINA - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante sete anos, ocupando o território chinês.
1932 – EL SALVADOR - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional – FMLN – comandadas por Marti.
1939 – 1945 – SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Hiroshima e Nagasaki (causando aproximadamente 200 mil mortes e um número ainda maior de sobreviventes contaminados pela radiação nuclear).
1946 – IRÃ - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã.
1946 – IUGOSLÁVIA - Presença da marinha americana ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estados Unidos abatido pelos soviéticos.
1947 – 1949 – GRÉCIA - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego.
1947 – VENEZUELA - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder.
1948 – 1949 – CHINA - Fuzileiros americanos invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista.
1950 – PORTO RICO - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce.
1951 – 1953 – CORÉIA - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Os Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul.
1954 – GUATEMALA - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a Reforma Agrária.
1956 – EGITO - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense- britânica, a retirar-se do canal.
1958 – LÍBANO - Forças da Marinha americana invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil.
1958 – PANAMÁ - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos.
1961 – 1975 – VIETNÃ - Aliado aos sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldou a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas. (Os EUA deixaram no Vietnã um rastro de mais de um milhão de mortos).
1962 – LAOS - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao.
1964 – PANAMÁ – Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira e seu país.
1965 – 1966 – REPÚBLICA DOMINICANA - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas norte americanos desembarcaram na capital do país São Domingo para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924.
1966 – 1967 – GUATEMALA - Boinas Verdes e marines americanos invadem o país para combater movimento revolucionário contrario aos interesses econômicos do capital americano.
1969 – 1975 – CAMBOJA - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja.
1971 – 1975 – LAOS - EUA dirigem a invasão sul-vietnamita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana.
1975 – CAMBOJA - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez.
1980 – IRÃ - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então.
1982 – 1984 – LÍBANO - Os Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos do Líbano logo após a invasão do país por Israel – e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas.
1983 – 1984 – ILHA DE GRANADA - Após um bloqueio econômico de quatro anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha.
1983 – 1989 – HONDURAS - Tropas americanas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira, invadem o Honduras.
1986 – BOLÍVIA - Exército americano invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína.
1989 – ILHAS VIRGENS - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano.
1989 – PANAMÁ - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.
1990 – LIBÉRIA - Tropas americanas invadem a Libéria justificando a evacuação de estrangeiros durante guerra civil.
1990 – 1991 – IRAQUE - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo.
1990 – 1991 – ARÁBIA SAUDITA - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque.
1992 – 1994 – SOMÁLIA - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país.
1993 – IRAQUE - No início do governo Clinton é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait.
1994 – 1999 - HAITI – Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe, mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos.
1996 – 1997 – ZAIRE (EX REPÚBLICA DO CONGO) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus onde a revolução congolesa ?Marines evacuam civis? iniciou.
1997 – LIBÉRIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes.
1997 – ALBÂNIA - Tropas americanas invadem a Albânia para evacuarem estrangeiros.
2000 – COLÔMBIA - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico fusarium axyporum (o "gás verde").
2001 – AFEGANISTÃO - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje.
2003 – IRAQUE - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.
Na América Latina, África e Ásia, os Estados Unidos invadiam países ou para depor governos democraticamente eleitos pelo povo, ou para dar apoio a ditaduras criadas e montadas pelos Estados Unidos, tudo em nome da "democracia" (deles).
(Organizado por Alberto da Silva Jones, professor da UFSC)

NOTA DO IZB: Embora a lista contenha alguns ‘furos’, como a falta de mais detalhes sobre a usurpação de mais da metade do território do México pelos EUA e necessidade mais detalhes da ‘compra’ do Alaska e da ‘ocupação’ de Porto Rico, por exemplo, a lista do professor Alberto Jones nos dá uma excelente visão do que é a versão moderna do ‘Império Romano’, ou do mais recente Imperialismo Inglês (que levou a Rainha Vitória a proclamar que no Reino Unido o sol nunca se punha). No ‘Reino USA’ as armas nunca deixam de disparar, em todas as partes do planeta, ‘engordando’ um punhado de empresas e corporações estadunidenses, que vivem às custas da guerra permanente (a propósito, veja a matéria abaixo). Um exercício interessante seria a tentativa de contagem das vítimas dos EUA em todas estas intervenções militares.

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Fonte: internet

terça-feira, 4 de março de 2014

MAPA - Relevo do Estado de São Paulo





Relevo do Estado de São Paulo

O território do Estado de São Paulo é formado, basicamente, de uma planície litorânea estreita, limitada pela serra do Mar, e de planaltos e depressões no resto do território.
O relevo do estado de São Paulo é subdividido nas seguintes unidades geomorfológicas:
PROVÍNCIA COSTEIRA - Inclui as baixadas litorâneas, as serras da costa (Serra do Mar, de Paranapiacaba e de Itatins) e os morros da costa e do Vale do Ribeira;
PLANALTO ATLÂNTICO - Abrange a faixa de rochas cristalinas que vai da região sul do Estado (Guapiara) até a região nordeste, na divisa com o Estado de Minas Gerais (Campos do Jordão);
DEPRESSÃO PERIFÉRICA - Compreende a região que se estende desde o Planalto Atlântico para o oeste paulista, pelos vales do Médio Tietê, Paranapanema e Mogi-Guaçu;
CUESTAS BASÁLTICAS - Formadas pelos remanescentes erosivos das camadas de rochas vulcânicas basálticas da Bacia do Paraná, na faixa que vai desde Ituverava e Franca a nordeste, até Botucatu e Avaré a sudoeste;
PLANALTO OCIDENTAL - Inclui os planaltos das regiões de Marília, Catanduva e Monte Alto.



Fonte: bibliotecavirtual.sp.gov.br e https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/549439085104052/?type=3&src=https%3A%2F%2Ffbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net%2Fhphotos-ak-ash3%2Ft1%2F1234342_549439085104052_962084175_n.jpg&size=540%2C328&fbid=549439085104052






Iugoslávia - composição étnica

Iugoslávia - composição étnica


Bósnia - divisão étnica



A Guerra na Iugoslávia
Depois da morte de Tito, que durante décadas governara a Iugoslávia e dela tentara fazer um estado unido na diversidade das suas componentes étnicas, as diversas etnias do país, organizadas politicamente à sombra de partidos radicais, entraram em conflito armado. Manifestaram-se irredentismos e ódios étnicos e o país mergulhou numa guerra sangrenta, em que reeditou algumas das mais ferozes tendências da Segunda Guerra Mundial: o uso de civis como reféns, a limpeza étnica (de que os muçulmanos foram as maiores vítimas), o bombardeamento deliberado de alvos civis e o assassinato de civis e de prisioneiros de guerra.

A comunidade internacional, através da ação de organizações como a NATO, a#ONU e a União Europeia, procurou intervir no sentido de evitar o alastramento do conflito e de levar a uma solução negociada de paz, mas sem êxito assinalável durante muitos meses. A proclamação de independências (Croácia, Eslovênia e Bósnia-Herzegovina, em 1991-1992) levou à destruição da federação e os combates tiveram início em março de 1992. A 5 de abril de 1992 começava o cerco da cidade de Sarajevo, que seria martirizada por bombardeamentos indiscriminados, ação de atiradores especiais que tomavam como alvo deliberado civis indefesos com o objetivo de espalhar o pânico, destruições de grande vulto e dificuldades de abastecimento em bens de primeira necessidade.

O ano de 1993 viu o aparecimento de dois planos de paz da autoria de diplomatas ocidentais, que não surtiram qualquer efeito, dado o boicote dos beligerantes. No mesmo ano, e tendo em vista a impossibilidade de arbitrar o #conflito, diversas instâncias internacionais começaram a tomar uma postura mais interventiva; a NATO, particularmente preocupada com o perigo para a paz europeia que a guerra na Iugoslávia representava, criou zonas de segurança, que os contendores desrespeitaram impunemente, acabando a organização internacional por lançar ataques aéreos para os obrigar a manter-se dentro de limites geográficos predeterminados, ao mesmo tempo que a diplomacia continuava a trabalhar para conseguir um acordo que pusesse termo aos combates. Tal só foi possível com os acordos assinados em Dayton, nos EUA, em novembro de 1995, os quais criaram condições para o acantonamento dos combatentes e para o desarmamento das forças em confronto, o encerramento dos campos de prisioneiros e a libertação e troca dos mesmos. Previa o acordo, enfim, a realização de eleições, sujeitas a fiscalização internacional, com a interposição de forças militares e policiais internacionais como garantia da segurança dos eleitores.

O conflito provocou a maior catástrofe na Europa depois da Segunda Guerra Mundial: pensa-se que o número de mortos ascenda a mais de 250 000, calculando a Amnistia Internacional que haja cerca de 27 000 desaparecidos (civis e militares presumivelmente assassinados e sepultados secretamente em valas comuns, das quais se localizaram umas 300), a violação de mais de 20 000 mulheres muçulmanas (componente particularmente sórdida da “limpeza étnica”, pela primeira vez usada sistematicamente num conflito), enquanto o número de refugiados, obrigados a abandonar as suas terras natais e o país, deve andar pelos 2 milhões e meio e os serviços médicos assinalam a existência de traumatizados necessitados de assistência psiquiátrica em número próximo do milhão.

A comunidade internacional procurou levar a julgamento os responsáveis pelos crimes de guerra, instalando em Haia um tribunal internacional semelhante ao de Nuremberg, mas sem o dotar dos meios necessários e suficientes para a detenção dos responsáveis, que se sabia serem grandes figuras de Estado, como generais e chefes de governo; os resultados obtidos por este tribunal até ao momento das eleições foram bem irrisórios, pois só conseguiu iniciar procedimentos judiciais contra elementos da base da cadeia de comando, cuja responsabilidade é diminuta. Por esse motivo, prevaleceu na opinião pública um grande ceticismo quanto à eficácia dos mecanismos de punição dos criminosos de #guerra.

Fonte: Wordpress e https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/615192695195357/?type=3&src=https%3A%2F%2Ffbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net%2Fhphotos-ak-ash3%2Ft1%2F1900151_615192695195357_1158966131_n.jpg&size=531%2C480&fbid=615192695195357