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terça-feira, 2 de junho de 2015

Fuso Horário - texto

Fuso Horário
O fuso horário é uma faixa que se estende de um pólo a outro, limitada por dois meridianos. A esfera terrestre foi dividida em 24 faixas, que é o numero de horas necessárias para que a Terra complete o seu movimento de rotação, ou seja, para que as suas partes passem por todas as horas do dia. Dividido em 360º por 24 obtém-se 15º, que é a medida de cada fuso horário, a Terra ficou dividida como se fosse uma laranja, porém com 24 gomos.
O fuso em que se localiza o meridiano de Greenwich é o referencial para a determinação das horas: é o ponto zero para a marcação das horas. Como a Terra gira de oeste para leste, os fusos a leste de Greenwich tem as horas adiantadas (+) em relação a essa localidade. Os fusos situados a oeste tem as horas atrasadas (-) em relação a hora de Greenwich, como por exemplo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Maceió e Recife são cidades localizadas no terceiro a oeste de Greenwich. Assim, quando forem 12 horas em Greenwich, serão 9 horas nessas cidades. Já na cidade de Tóquio encontra-se no nono fuso a leste de Greenwich, portanto, lá serão 21 horas.



Mapas-Mundi de Fuso Horário





O Brasil possui quatro fusos horários:
·         UTC−2: Atol das Rocas, Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo, Trindade e Martim Vaz.
·         UTC−3 (horário de Brasília): regiões Sul, Sudeste e Nordeste; estados de Goiás, Tocantins, Pará e Amapá; e o Distrito Federal.
·         UTC−4: estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima, e a parte do Amazonas que fica a leste da linha que interliga Tabatinga e Porto Acre.

·         UTC−5: estado do Acre e a porção do Amazonas que fica a oeste da linha mencionada no parágrafo anterior.

ATIVIDADE FUSO HORÁRIO - BRASIL











ATIVIDADE: BRASIL - HORÁRIO de VERÃO (2009 - 2010)



BRASIL - HORÁRIO DE VERÃO (2009 - 2010)

EVOLUÇÃO da DEVASTAÇÃO da VEGETAÇÃO NOS EUA



EVOLUÇÃO da DEVASTAÇÃO da VEGETAÇÃO NOS EUA

CINTURÕES AGRÍCOLAS nos EUA (FINAL do SÉCULO XX)


CINTURÕES AGRÍCOLAS nos EUA (FINAL do SÉCULO XX)

COBERTURA de NEVE no INVERNO, na AMÉRICA do NORTE, 2002


COBERTURA de NEVE no INVERNO, na AMÉRICA do NORTE, 2002

TEMPERATURA dos OCEANOS - 2001


TEMPERATURA DO OCEANO - 2001

segunda-feira, 1 de junho de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Produtores Gananciosos de Tomate Jogam Produtos na Rodovia

       Imagem deprimente que bem retrata a ganância dos produtores na sociedade capitalista.


      O preço do tomate despencou e produtores capixabas de produtores rurais de Venda Nova do Imigrante jogam 20 mil caixas de tomate no lixo. O produto, que estava custando em média R$ 30 por caixa no final de 2014, baixou para R$ 10 (uma queda de 66% no preço). 
     A "lei de preços da oferta e da procura" capitalista diz que se tivermos uma grande oferta de um produto, o preço deste deverá ser rebaixado. A oferta pequena deste mesmo produto poderá diminuir o preço deste produto.
     Para tentar voltar aumentar o preço do tomate do mercado, diminuindo a oferta deste produto, os produtores de tomate dispensaram cerca de 20 mil caixas do produto na rodovia
     Estes tomates estava em ótimo estado e ao invés de enviar estes tomates para as populações mais carentes ou para órgãos públicos (como escolas e hospitais), os produtores desperdiçam-no somente para garantir o aumento do seus lucros.
     Torna-se mais do que necessário uma política de controle estatal de preços, para não ficarmos dependente das grandes corporações na definição dos preços dos produtos, até porque as empresas são gananciosas e fazem lançam estratégias financeiras ilegais (tais como cartéis, trustes, etc). Também é necessário que se faça no Brasil uma ampla reforma agrária, para dar terra para quem quer produzir com responsabilidade social, diminuindo o poder destas grandes corporações capitalistas do campo.

Mais informações em: http://www.folhavitoria.com.br/economia/noticia/2015/01/preco-despenca-e-produtores-capixabas-jogam-20-mil-caixas-de-tomate-no-lixo.html

domingo, 5 de abril de 2015

O cidadão norte-americano (Ralph Linton) - com exercícios

repasso outro texto sobre globalização

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O cidadão norte-americano - Ralph Linton

O cidadão norte-americano desperta num leito construído segundo padrão originário do Oriente Próximo, mas modificado na Europa Setentrional, antes de ser transmitido à América. Sai debaixo de cobertas feitas de algodão, cuja planta se tornou doméstica na Índia; ou de linho ou de lã de carneiro, um e outro domesticados no Oriente Próximo; ou de seda, cujo emprego foi descoberto na China. Todos esses materiais foram fiados e tecidos por processos inventados no Oriente Próximo. Ao levantar da cama faz uso dos “mocassins” que foram inventados pelos índios das florestas do Leste dos Estados Unidos e entra no quarto de banho cujos aparelhos são uma mistura de invenções européias e norte-americanas, umas e outras recentes. Tira o pijama, que é vestiário inventado na Índia e lava-se com sabão que foi inventado pelos antigos gauleses, faz a barba que é um rito masoquístico que parece provir dos sumerianos ou do antigo Egito.
     Voltando ao quarto, o cidadão toma as roupas que estão sobre uma cadeira do tipo europeu meridional e veste-se. As peças de seu vestuário tem a forma das vestes de pele originais dos nômades das estepes asiáticas; seus sapatos são feitos de peles curtidas por um processo inventado no antigo Egito e cortadas segundo um padrão proveniente das civilizações clássicas do Mediterrâneo; a tira de pano de cores vivas que amarra ao pescoço é sobrevivência dos xales usados aos ombros pelos croatas do séc. XVII. Antes de ir tomar o seu breakfast, ele olha ele olha a rua através da vidraça feita de vidro inventado no Egito; e, se estiver chovendo, calça galochas de borracha descoberta pelos índios da América Central e toma um guarda-chuva inventado no sudoeste da Ásia. Seu chapéu é feito de feltro, material inventado nas estepes asiáticas.
     De caminho para o breakfast, pára para comprar um jornal, pagando-o com moedas, invenção da Líbia antiga. No restaurante, toda uma série de elementos tomados de empréstimo o espera. O prato é feito de uma espécie de cerâmica inventada na China. A faca é de aço, liga feita pela primeira vez na Índia do Sul; o garfo é inventado na Itália medieval; a colher vem de um original romano. Começa o seu breakfast, com uma laranja vinda do Mediterrâneo Oriental, melão da Pérsia, ou talvez uma fatia de melancia africana. Toma café, planta abssínia, com nata e açúcar. A domesticação do gado bovino e a idéia de aproveitar o seu leite são originárias do Oriente Próximo, ao passo que o açúcar foi feito pela primeira vez na Índia. Depois das frutas e do café vêm waffles, os quais são bolinhos fabricados segundo uma técnica escandinava, empregando como matéria prima o trigo, que se tornou planta doméstica na Ásia Menor. Rega-se com xarope de maple inventado pelos índios das florestas do leste dos Estados Unidos. Como prato adicional talvez coma o ovo de alguma espécie de ave domesticada na Indochina ou delgadas fatias de carne de um animal domesticado na Ásia Oriental, salgada e defumada por um processo desenvolvido no norte da Europa.
     Acabando de comer, nosso amigo se recosta para fumar, hábito implantado pelos índios americanos e que consome uma planta originária do Brasil; fuma cachimbo, que procede dos índios da Virgínia, ou cigarro, proveniente do México. Se for fumante valente, pode ser que fume mesmo um charuto, transmitido à América do Norte pelas Antilhas, por intermédio da Espanha. Enquanto fuma, lê notícias do dia, impressas em caracteres inventados pelos antigos semitas, em material inventado na China e por um processo inventado na Alemanha. Ao inteirar-se das narrativas dos problemas estrangeiros, se for bom cidadão conservador, agradecerá a uma divindade hebraica, numa língua indo-européia, o fato de ser "cem por cento americano".


LINTON, Ralph. O homem: Uma introdução à antropologia. 3ed., São Paulo, Livraria Martins Editora, 1959. Citado em LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 16ed., Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003, p.106-108

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Exercícios:


1) Quais são os lugares citados no texto? Cite pelo menos 10 lugares (países, continentes, regiões, etc).

2) Explique o significado de "globalização cultural".

3) Por que este cidadão norte-americano não pode afirmar que é "100% americano"?

4) Faça um mapa com os lugares citados no texto.

“Por uma globalização mais humana” (MILTON SANTOS) - com exercícios

texto sobre globalização com exercícios:

“Por uma globalização mais humana” - MILTON SANTOS


A globalização é o estágio supremo da internacionalização. O processo de intercâmbio entre países, que marcou o desenvolvimento do capitalismo desde o período mercantil dos séculos 17 e 18, expande-se com a industrialização, ganha novas bases com a grande indústria, nos fins do século 19 e, agora, adquire mais intensidade, mais amplitude e novas feições. O mundo inteiro torna-se envolvido em todo tipo de trocas: técnicas, comerciais, financeiras, culturais.
Vivemos um novo período na história da humanidade. A base dessa verdadeira revolução é o progresso técnico, obtido em razão do desenvolvimento científico e baseado na importância obtida pela tecnologia, a chamada ciência da produção.
Todo o planeta é praticamente coberto por um único sistema técnico, tornado indispensável à produção e ao intercâmbio e fundamento do consumo, em suas novas formas.
Graças às novas técnicas, a informação pode se difundir instantaneamente em todo o planeta e o conhecimento do que se passa em um lugar é possível em todos os pontos da Terra.
A produção globalizada e a informação globalizada permitem a emergência de um lucro à escala mundial, buscado pelas firmas globais constituindo o verdadeiro motor da atividade econômica.
Tudo isso é movido por uma concorrência superlativa entre os principais agentes econômicos - a competitividade.
Num mundo assim transformado, todos os lugares tendem a tornar-se globais e o que acontece em qualquer ponto do ecúmeno (parte habitada da Terra) tem relação com o acontecer em todos os demais.
Daí a ilusão de vivermos num mundo sem fronteiras, uma aldeia global. Na realidade, as relações chamadas globais são reservadas a um pequeno número de agentes, os grandes bancos e empresas transnacionais, alguns Estados, as grandes organizações internacionais.
Infelizmente, o estágio atual da globalização está produzindo ainda mais desigualdades. E ao contrário do que se esperava, crescem o desemprego, a pobreza, a fome, a insegurança do cotidiano, num mundo que se fragmenta e onde se ampliam as fraturas sociais.
A droga, com sua enorme difusão, constitui um dos grandes flagelos desta época.
O mundo parece, agora, girar sem destino. É a chamada globalização perversa. Ela está sendo tanto mais perversa porque as enormes possibilidades oferecidas pelas conquistas científicas e técnicas não estão sendo adequadamente usadas.
Não cabe, todavia, perder a esperança, porque os progressos técnicos obtidos neste fim de século 20, se usados de uma outra maneira, bastam para produzir muito mais alimentos do que a população atual necessita e aplicados à medicina reduziriam drasticamente as doenças e a mortalidade.

Um mundo solidário produzirá muitos empregos, ampliando um intercâmbio pacífico entre os povos e eliminando a belicosidade do processo competitivo, que todos os dias reduz a mão-de-obra. É possível pensar na realização de um mundo de bem-estar, onde os homens serão mais felizes, um outro tipo de globalização. 


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Sugestão de atividades:

1) Explique o que o autor quis dizer com a afirmação: "O mundo inteiro torna-se envolvido em todo tipo de troca: técnica, comercial, financeira e cultural".

2) Cite alguns problemas que o texto apresenta em relação à globalização.

3) Explique qual o significado de "globalização perversa"?

4) O autor afirma que: "Na realidade, as relações chamadas globais são reservadas a um pequeno número de agentes, os grandes bancos e empresas transnacionais, alguns Estados e as grandes organizações internacionais". Cite alguma organização internacional importante para o processo atual de globalização.

5) Explique como é possível "uma globalização mais humana"?

segunda-feira, 23 de março de 2015

Jesus Cristo Revolucionário ?



e tem mais:

"Não pensem que vim trazer paz. Vim trazer a espada. Vim causar a divisão entre filho e pai, filha e mãe, nora e sogra. Criar inimigos dentro da própria casa". Jesus (Mateus 10: 34-39)

"No final das contas, será muito difícil salvar um rico". Jesus (Lucas 18:18-30)

"Venda tudo o que tem e dê aos pobres". Jesus (Mateus 19:21)

"Não importa o quanto você tem. Importa quem você é". Jesus (Mateus 6: 19-21)

Portanto, Jesus Cristo é muito mais avançado que alguns "cristãos".

quinta-feira, 19 de março de 2015

ATIVIDADE com CORDEL para DIA INTERNACIONAL das MULHERES

“MULHERES EM LUTA” - Nando Poeta

As cento e vinte e nove
 Mulheres da tecelagem
Lutando por seus direitos
Mostrando muita coragem
Morreram carbonizadas
Numa ação muito selvagem.

Foi no século dezenove
O ano cinquenta e sete
Na famosa Nova York
A qual por dever compete,
Pra todas essas mulheres
Com força jogar confete.

Mulheres em passeata
Queriam melhor salário
 A greve fortalecida
Contra patrão salafrário
Reduzir sua jornada,
Aumenta o tempo diário.

Reunidas lá na fábrica,
Mulheres surpreendidas
Com a tranca dos portões
E de sair, proibidas,
A correria foi grande
Queimadas foram com vidas.

Operárias heroínas
São têxteis na produção,
Sua luta continua
Pra ter direito ao pão,
O seu exemplo de fibra
Faz crescer a união.

Mil novecentos e dez
No país da Dinamarca
Clara Zetkin propõe
Dia oito ter a marca:
Da luta dessas mulheres
Pra não afundar a barca.
É de muita denúncia e luta
Contra  opressão  e machismo
Emancipar quem labuta
Mulheres em movimento
O seu espaço disputa.

Com muita ação e coragem
A mulher sai para a rua
Denunciar,protestar.
É bandeira minha e tua
Lutar por nossos direitos
E não ficar só na sua.
(...)


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QUESTÕES

1) O que aconteceu na fábrica dos EUA em 08/03/1857?

2) Por que as mulheres estavam protestando?

3) Ainda existem problemas enfrentados pelas mulheres atualmente?

4)Dê soluções para os problemas enfrentados pelas mulheres atualmente?

5) O que você acha do dia Internacional da Mulher?Ele é comemorado corretamente?


IMAGEM - conhecimento como processo histórico

Galileu, Copérnico, Ptolomeu, Aristarco e Aristóteles juntos.

Mostrando que o conhecimento é um processo histórico.

Duas Paisagens do Rio Tietê



Duas Paisagens do Rio Tietê, na sua nascente (limpo, com vegetação/mata ciliar e com meandros) e  em São Paulo (poluído, retificado e sem mata ciliar).

Equinócio e Solstício


Equinócio e Solstício