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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mapa biogeográfico mundial é atualizado após 136 anos

Fonte: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias6/noticia=732872
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Mapa biogeográfico mundial é atualizado após 136 anos

11/01/2013   -   Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil

Criado pelo naturalista Alfred Russel Wallace há mais de 100 anos, o estudo que dividia o planeta em seis regiões de biodiversidade ganhou mais cinco áreas graças aos avanços em pesquisas genéticas; cerca de 20 mil espécies estão catalogadas


Você com certeza já ouviu falar em Charles Darwin, naturalista inglês responsável por desenvolver a teoria até hoje mais defendida no que se refere à evolução das espécies. Mas é provável que desconheça o nome de Alfred Russel Wallace, cujo principal trabalho – um mapa que divide o planeta em seis regiões biogeográficas – teve importantes contribuições para essa teoria.
O mapa de Wallace, criado em 1876, foi uma tentativa de dividir e definir o mundo de acordo com suas espécies, e é usado até hoje em diversos tipos de pesquisa. Só no final do último ano, no entanto, o trabalho ganhou uma versão atualizadadesenvolvida por cientistas da Universidade de Copenhague e da Universidade McGill (Canadá), que redividiram as seis regiões biogeográficas de Wallace em 11 e agregaram mais dados sobre as espécies.
Agora, o mapa contém informações de cerca de 20 mil espécies, onde elas vivem, como mudaram através do tempo e espaço e como se relacionam umas com as outras. O trabalho usa diferentes gradientes de cor para transmitir essas relações. Áreas de cores similares têm espécies que se assemelham mais entre si do que as das áreas de cores mais diferentes.
As 11 novas regiões, por sua vez, foram subdivididas em 20 áreas menores, também de acordo com as características das espécies que as habitam. Todo esse detalhamento permite mostrar, por exemplo, como o Hemisfério Sul tende a ter uma abundância maior de comunidades animais únicas.
Neste aspecto, a América do Sul, a Austrália e a ilha de Madagascar se destacam, enquanto a variedade de vida acima da linha do Equador é menor. Acredita-se que isso ocorre por causa do relativo isolamento das áreas ao sul do equador, assim como devido aos seus habitats únicos e à abundância de chuvas e temperaturas quentes, que são fatores que estimulam uma diversidade de vida mais ampla.
“Nosso estudo é uma atualização de um dos mapas mais fundamentais das ciências naturais. Pela primeira vez desde a tentativa de Wallace somos finalmente capazes de fornecer uma descrição ampla do mundo natural baseados em informações incrivelmente detalhadas para milhares de espécies vertebradas”, declarou Ben Holt, principal autor da pesquisa, em um comunicado à imprensa.
As espécies catalogadas no trabalho são sobretudo de mamíferos, aves e anfíbios. O mapa ainda não inclui dados sobre repteis, plantas ou insetos porque essa informação é menos completa, mas poderá ser incorporada facilmente assim que se tornar disponível, afirmaram os cientistas.
DNA
O acúmulo dos novos dados só foi possível, entretanto, por causa dos avanços da tecnologia científica, principalmente em relação a estudos genéticos baseados em pesquisas com o DNA das espécies, algo que não era possível na época de Wallace.
“O mapa é o resultado de 20 anos de compilação de dados sobre a distribuição geográfica de espécies e informações baseadas em DNA que permitem reconstruir relações ancestrais entre as espécies”, comentou Jean-Philippe Lessard, coautor do estudo, em entrevista ao Portal Instituto CarbonoBrasil.
“A extração de DNA tornou-se mais acessível na última década, o que permitiu o ganho de novos conhecimentos na evolução de relações entre espécies. É esse conhecimento baseado no DNA que permite criar uma nova geração do mapa das regiões biogeográficas dos vertebrados do mundo”, explicou Lessard.
Conservação
Além de ser extremamente importante para o desenvolvimento de pesquisas no ramo das ciências naturais, permitindo conhecer cada vez mais sobre as espécies, seus habitats e suas relações, o mapa também tem um papel chave no que diz respeito a tentativas de conservação.
“Já que esses mapas são usados não apenas nas ciências naturais, mas também para estabelecer prioridades para a conservação, é importante que tenhamos um mapa atualizado como ferramenta de trabalho”, observou Lessard.
“Além disso, nosso mapa baseado em DNA fornece novas informações sobre relações entre regiões, o que permite quantificar o grau de singularidade evolutiva de cada uma. Isso talvez mude a forma que vemos as prioridades de conservação, o que é mais relevante devido à atual crise de biodiversidade”, acrescentou o coautor canadense.
Mas apesar de todos os novos dados, os pesquisadores ressaltaram que ainda é necessário muito estudo para entender completamente a evolução das espécies em todos os seus aspectos.
“O mapa original de Wallace claramente teve uma influência grande e inquantificável no estudo de biodiversidade global. O novo mapa mostra o incrível progresso que fizemos desde o tempo de Wallace e também serve como um lembrete de que ainda sabemos muito pouco sobre como esses padrões [de distribuição da vida] foram formados”, concluiu Holt.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Estruturas esquecidas mostram antigos projetos do Metrô de SP


Estruturas esquecidas mostram antigos projetos do Metrô de São Paulo

Postado em 1 de julho de 2013 por Renato Lobo
Quem passa pela estações Pedro II ou Paraíso pode perceber uma estrutura diferenciada presente na arquitetura do local. Na piso térreo da Pedro II é possível ver uma plataforma subterrânea. Já no Paraíso, na plataforma sentido Tucuruvi é possível perceber uma estrutura de embarque, inclusive com as faixas amarelas.
Tratam-se de estruturas oriundas de uma rede antiga de Metrô, com ramais diferentes do que a cidade ganhou hoje, com seus 74 km.
Mas para entender, temos que voltar para década de 1920, quando a Tramway, Light and Power, que administrava a rede de bondes da capital e arredores apresenta seu primeiro projeto para uma “ligação de alta velocidade sobre trilhos”. A proposta era basicamente uma evolução da rede de bondes, com troncos de “alta velocidade” nas direções Sudeste, Oeste, Sudoeste e Norte.
Já em meados de 1950, as administrações municipais de Armando Arruda Pereira e Vladmir Toledo Piza, foi criada a Comissão do Metropolitano, coordenada pelo ex-prefeito Prestes Maia. Foi então elaborado um projeto de três linhas radiais: N-S (Norte Sul), E-O (Este-Oeste) e São Caetano – Itapecerica.
Linha 1 – Norte-Sul
Começando no Mandaqui, próximo à antiga Estação invernada do Tramway da Cantareira, a linha seguiria pelas atuais Av. Santa Inês e Rua Voluntários da Pátria, daí, seguiria a Av. Cruzeiro do Sul até a Av. do Estado, depois desviaria para a Av. Tiradentes (basicamente por onde segue a atual Linha 1).
Depois disso seguiria por baixo do Vale do Anhangabaú e depois pela Av. 23 de Maio, aflorando para superfície e utilizando o canteiro central desta como leito. Os viadutos sobre a avenida abrigariam as estruturas das estações.
Viaduto Pedroso com a estrutura de uma estação:
pedroso-atual
Novamente em subterrâneo, a linha seguiria a Av. Ibirapuera e Av. Ver. José Diniz até o Largo Treze de Maio, terminal da linha.
Linha 1A – Ramal de Guarulhos
O ramal sairia da linha principal na Av. Cruzeiro do Sul, na altura do cruzamento com a atual Av. Gal. Ataliba Leonal, seguiria por esta e pela Av. Luis Dumont Villares, com traçado semelhante à atual Linha 1 neste trecho.
Após isso, seguiria a Av. Antônio Maria Laet, depois a Rua Benjamin Pereira e Abílio Pedro Ramos, atingindo a Vila Galvão.
Depois seguiria a Av. Emílio Ribas até o centro de Guarulhos.
Linha 2 – Este-Oeste
Começando próximo à Vila dos Remédios (provavelmente vinda de Osasco, o mapa que tenho está cortado), na margem norte do Tietê, a linha seguiria pela Av. Marginal até a Ponte da Anhanguera, onde atravessaria o rio e seguiria o eixo da Rua Monte Pascal, depois Rua Brig. Gavião Peixoto, Rua Barão de Jundiaí, depois Rua Clélia, até o Parque Antarctica.
De lá, seguiria pela Av. Francisco Matarazzo até a Praça Marechal Deodoro. Então seguiria pela Rua das Palmeiras até o Largo Santa Cecília, depois seguindo pela Rua do Arouche até a Praça da República.
Da Praça da República, a linha seguiria por baixo da Av. São Luís, depois Viaduto Nove de Julho, Rua Maria Paula, Viaduto Dona Paulina e Rua Tabatinguera, finalmente cruzando o Tamanduateí, seguindo pela atual Av. Alcântara Machado até a EFCB, passando a compartilhar a faixa da ferrovia até a Vila Matilde.
Viaduto Nove de Julho:
novedejulho-atual
Viaduto Dona Paulina:
donapaulina-atual
Linha 2A – Noroeste
Partindo da Estação Pirituba da EFSJ, a linha seguiria paralela à ferrovia, depois seguiria a calha do Tietê até a altura do atual TJSP, atravessando a ferrovia junto com o Viaduto Pacaembu, depois seguindo a Rua Mário de Andrade. Encontraria a linha principal na Praça Antônio Cândido Camargo
Linha 3 – São Caetano-Itapecerica
Saindo de São Caetano, esta linha seguiria pela atual Av. do Estado até a Rua João Teodoro, onde dobraria para oeste, seguindo até perto do Parque da Luz, de onde seguiria para sul.
Depois disso, seguiria a Av. Casper Líbero, Av. Ipiranga, Rua da Consolação e Av. Rebouças, pelo traçado da atual Linha 4. Passaria logo a norte do Jóquei Clube e de lá alcançaria a Av. Francisco Morato, seguindo então até Itapecerica da Serra (parte que hoje é Taboão da Serra).
mapa1
O projeto mais atual, em que efetivamente saiu do papel sendo aproveitado parte dos estudos, é do ano de 1968, onde o prefeito Faria Lima deu o ponta pé inicial para a rede de metrô, onde ainda era previsto, o ramal Moema, a linha 3-Vermelha saindo da casa Verde rumo a Vila Maria, a Linha 2-Verde (ramal paulista) e o ramal sudoeste-sudeste, que hoje é conhecido com a Linha 4-Amarela, também com alterações em seu projeto inicial.
hmd_metro-1

Ramal Moema:
Ramal_Moema_1
Entretanto ele sofreu alterações, e as conexões entres as linhas sudoeste-sudeste e a leste-oeste deixaram de existir, assim como o ramal Moema. Podemos constatar que os estudos das redes metroviárias sofrem constantes modificações, com a evolução dos estudos.
Pesquisa de Eduardo Ganança (Entusiasta de transportes e infraestrutura urbana e estudante de arquitetura e urbanismo)



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Trecho de Livro sobre TEMPO GEOLÓGICO

Repasso trecho muito interessante que extraí de um livro.

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Neste caso – se conseguíssemos espremer todos os 5 bilhões de anos em apenas um - , os primeiros seres  vivos só surgiriam pela metade deste ano hipotético, mais precisamente em junho, e os mamíferos não apareceriam antes de se iniciar a segunda quinzena de dezembro. Os antropóides, precursores da nossa espécie, só apareceriam no último dia desse ano, e do Homo Sapiens só teríamos notícia quando faltassem pouco menos de 10 minutos para a meia-noite do dia 31 de dezembro.
Nesses minutos finais, aconteceria tudo aquilo que diz respeito à história dos homens. As primeiras cidades, por exemplo, só se constituiriam no último minuto, o Império Romano não teria durado mais de que 6 segundos e, quando faltassem apenas 3 segundos para terminar o ano, Colombo teria chegado à América. Menos de 2 segundos antes do final do dia 31, a geologia, ciência que estuda a Terra, teria sido fundada por James Hutton, e a descoberta da radioatividade, graças à qual foi possível estabelecer a própria escala geológica de tempo, só aconteceria no último segundo desse ano tumultuado, que no tempo normal corresponderia ao início do século XX.
Como se vê, a história dos homens, comparada à história da natureza, tem um significado equivalente ao que alguns segundos têm para um ano inteiro.
(CARVALHO, Marcos Bernardino de. O que é Natureza?. São Paulo: Brasiliense, 2003, p. 18-19).



segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mapa mostrando 56 anos de faixas de tornado nos EUA

Mapa mostrando 56 anos de faixas de tornado nos EUA.

Mapas da Unificação das Ilhas Britânicas - 800 à 1922


Mapas mostrando a Unificação das Ilhas Britânicas (800 à 1922)

Mapa do Trabalho infantil pelo mundo - 2012


Trabalho infantil pelo mundo - 2012

Mapa de Reservas Indígenas nos EUA



Reservas Indígenas nos Estados Unidos

Mapas ÉTNICOS do IRÃ


Grupos Étnicos do Irã



Como as fronteiras do Irã mudou no início de 1900 
O Irã é o único país Oriente Médio nunca foi conquistada por uma potência europeia, mas chegou bem perto em 1900. Ele perdeu muito território para a Rússia (a parte stripey vermelho). Depois disso, o Império Russo eo Império Britânico (British indiano Raj foi ao lado) dividido norte do Irã e do sul em "zonas de influência". Eles não estavam sob o controle direto, mas o governo iraniano foi intimidado e sua economia e os recursos explorados. Este continua a ser um ponto de grande ressentimento nacional no Irã hoje.
Fonte: http://www.vox.com/a/maps-explain-the-middle-east


Diversidade religiosa e étnica do Irã 
Irã está mais associado com os persas - o maior grupo étnico e os progenitores dos antigos impérios persas - mas é muito mais diversificada do que isso. Este mapa mostra as minorias maior, que inclui árabes no sul, curdos, no oeste, e os azeris do norte (Iran usado para controlar todo o território azeri, mas muito do agora pertence ao país de maioria Azeri Azerbaijão). O Baloch, no sudeste, são também um grande grupo minoritário no Paquistão. Há inquietação significativa e opressão do governo no "Baluchistão" região dos dois países.
Fonte: http://www.vox.com/a/maps-explain-the-middle-east

Mapa Mundi de Aerosóis


Global Aerosols

MAPAS - Mil anos de evolução da linguagem na Península Ibérica


 1000 anos de evolução da linguagem na Península Ibérica
Fonte: http://imgur.com/r/MapPorn

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Escassez de Médicos X Linha da Pobreza

Escassez de Médicos X Linha da Pobreza


http://materialcartografiaescolar.arteblog.com.br/960733/ESCASSEZ-DE-MEDICOS-X-LINHA-DE-POBREZA/

A FARSA dos ROYALTIES do Petróleo

Os leilões do petróleo brasileiros estão bem avançados. Dilma Roussef publicou o edital da 11ª Rodada de Licitação do Petróleo, aonde teremos a 1ª rodada do pré-sal, que será dividido em 289 blocos de 11 bacias sedimentares. O governo federal estará leiloando mais de 70 bilhões de barris de petróleo, iniciando a “maior entrega de riquezas da história do país”.
A disputa dos estados por royalties do petróleo é uma luta por muito pouco, pois os estados dividirão somente 10% da produção total, sendo que 90% o governo petista vai entregar para a iniciativa privada.
A entrega deste petróleo também significará a perda da soberania  brasileira e é necessário que de estatize 100% de toda cadeia produtiva (exploração, produção, transporte, refino, importação e exportação, distribuição e petroquímica).
Veja a imagem abaixo mostrando a "farsa dos royalties do petróleo" (seja pros estados, municípios e para a educação). 
Não à privatização do petróleo brasileiro! Soberania já!!!!




E tem mais essa:
"(...) o repasse cai de R$ 279,08 bilhões para R$ 108,18 bilhões. No caso da educação, o porcentual diminui 53,43%: de R$ 209,31 bilhões para R$ 97,48 bilhões. Na saúde, com a redução de 84,7%, o valor despenca de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bilhões. A estimativa é da Consultoria Legislativa de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara, com dados da Agência Nacional do Petróleo". (http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,senado-corta-53-dos-royalties-que-iam-para-educacao,1050260,0.htm)

terça-feira, 25 de junho de 2013

Relações Perigosas da Mídia Burguesa Brasileira

Relações Perigosas da Mídia Burguesa Brasileira.
Estes 3 Conglomerados Oligopolizantes estão aliados em uma coisa chamado "Instituto Millenium", que é de extrema-direita e golpista.
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Não há um “movimento” em disputa, mas uma multidão sequestrada por fascistas

repasso artigo muito bom sobre as manifestações no Brasil.

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http://www.sul21.com.br/jornal/2013/06/nao-ha-um-movimento-em-disputa-mas-uma-multidao-sequestrada-por-fascistas/

Não há um “movimento” em disputa, mas uma multidão sequestrada por fascistas

Por Marco Aurélio Weissheimer
O que começou como uma grande mobilização social contra o aumento das passagens de ônibus e em defesa de um transporte público de qualidade está descambando a olhos vistos para um experimento social incontrolável com características fascistas que não podem mais ser desprezadas. A quem interessa uma massa disforme na rua, “contra tudo o que está aí”, sem representantes, que diz não ter direção, em confronto permanente com a polícia, infiltrada por grupos interessados em promover quebradeiras, saques, ataques a prédios públicos e privados, ataques contra sedes de partidos políticos e a militantes de partidos, sindicatos e outros movimentos sociais? Certamente não interessa à ainda frágil e imperfeita democracia brasileira. Frágil e imperfeita, mas uma democracia. Neste momento, não é demasiado lembrar o que isso significa.
Uma democracia, entre outras coisas, significa existência de partidos, de representantes eleitos pelo voto popular, do debate político como espaço de articulação e mediação das demandas da sociedade, do direito de livre expressão, de livre manifestação, de ir e vir. Na noite de quinta-feira, todos esses traços constitutivos da democracia foram ameaçados e atacados, de diversas formas, em várias cidades do país. Houve violência policial? Houve. Mas aconteceram muitas outras coisas, não menos graves e potencializadoras dessa violência: ataques e expulsão de militantes de esquerda das manifestações, ataques a sedes de partidos políticos, a instituições públicas. Uma imagem marcante dessa onda de irracionalidade: os focos de incêndio na sede do Itamaraty, em Brasília. Essa imagem basta para ilustrar a gravidade da situação.
Não foram apenas militantes do PT que foram agredidos e expulsos de manifestações. O mesmo se repetiu, em várias cidades do país, com militantes do PSOL, do PSTU, do MST e pessoas que representavam apenas a si mesmas e portavam alguma bandeira ou camiseta de seu partido ou organização. Em Porto Alegre, as sedes do PT e do PMDB foram atacadas. Em Recife, cerca de 200 pessoas foram expulsas da manifestação. Militantes do MST e de partidos apanharam. O prédio da prefeitura da cidade foi atacado. Militantes do MST também apanharam em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre outras cidades. Em São Paulo, algumas dessas agressões foram feitas por pessoas armadas com facas. E quem promoveu todas essas agressões e ataques. Ninguém sabe ao certo, pois os agressores agiram sob o manto do anonimato propiciado pela multidão. Sabemos a identidade de quem apanhou, mas não de quem bateu.
Desde logo, cabe reconhecer que os dirigentes dos partidos, dos governos e dos meios de comunicação têm uma grande dose de responsabilidade pelo que está acontecendo. Temos aí dois fenômenos que se retroalimentam: o rebaixamento da política à esfera do pragmatismo mais rasteiro e a criminalização midiática da política que coloca tudo e todos no mesmo saco, ocultando da população benefícios diários que são resultados de políticas públicas de qualidade que ajudam a vida das pessoas. Há uma grande dose de responsabilidade a ser compartilhada por todos esses agentes. A eternamente adiada Reforma Política não pode mais esperar. Em um momento grave e difícil da história do país, o Congresso Nacional não está em funcionando. É sintomático não ter ocorrido a nenhum dos nossos representantes eleitos pelo voto convocar uma sessão extraordinária ou algo do tipo para conversar sobre o que está acontecendo.
Dito isso, é preciso ter clareza que todos esses problemas só poderão ser resolvidos com mais democracia e não com menos. O rebaixamento da política à esfera do pragmatismo rasteiro exige partidos melhores e um voto mais esclarecido. A criminalização da política, dos partidos, sindicatos e movimentos sociais exige meios de comunicação mais responsáveis e menos comprometidos com grandes interesses privados. Não são apenas “os partidos” e “os políticos” que estão sendo confrontados nas ruas. É a institucionalidade brasileira como um todo e os meios de comunicação são parte indissociável dessa institucionalidade. Não é a toa que jornalistas, equipamentos e prédios de meios de comunicação estão sendo alvos de ataques também. Mas não teremos meios de comunicação melhores agredindo jornalistas, incendiando veículos de emissoras ou atacando prédios de empresas jornalísticas.
Uma certa onda de irracionalidade atravessa esse conjunto de ameaças e agressões, afetando inclusive militantes, dirigentes políticos e ativistas sociais experimentados que demoraram para perceber o monstro informe que estava se formando. E muitos ainda não perceberam. Após as primeiras grandes manifestações que começaram a pipocar por todo o país, alimentou-se a ilusão de que havia um “movimento em disputa” nas ruas. O que aconteceu na noite de quinta-feira mostra claramente que não há “um movimento” a ser disputado. O que há é uma multidão disforme e descontrolada, arrastando-se pelas ruas e tendo alvos bem definidos: instituições públicas, prédios públicos, equipamentos públicos, sedes de partidos, jornalistas, meios de comunicação. Os militantes e ativistas de organizações que tentaram começar a fazer essa disputa na noite de quinta foram repelidos, expelidos e agredidos. Talvez isso ajude a clarear as mentes e a desarmar um pouco os espíritos para o que está acontecendo.
Não é apenas a democracia, de modo geral, que está sob ameaça. Há algo chamado luta de classes, que muita gente jura que não existe, que está em curso. Não é à toa que militantes do PT, do PSOL, do PSTU, do MST e de outras organizações de esquerda apanharam e foram expulsos de diversas manifestações ontem. Com todas as suas imperfeições, erros, limites e contradições, o ciclo de governos da última década e em outros países da América Latina provocou muitas mudanças na estrutura de poder. Não provocou todas as necessárias e esse é, aliás, um dos fatores que alimentam a explosão social atual. Mas muitos interesses de classe foram contrariados e esses interesses não desistiram de retornar ao poder plenamente. Tem diante de si uma oportunidade de ouro.
Como jornalista, militante político de esquerda e cidadão, já firmei uma convicção a respeito do que está acontecendo. Uma multidão cuja direção (rumo) passou a ser atacar instituições públicas, sem representantes, infiltrada por grupos de extrema-direita, que rejeita partidos políticos e hostiliza manifestantes de esquerda, não só não me representa como passa a ser algo a ser combatido politicamente. Ou alguém acha que setores das forças armadas e da direita brasileira estão assistindo a tudo isso de braços cruzados?

Pontos Contra e a Favor da PEC-37

Sobre a PEC 37 


Vou expor a minha opinião à respeito. Eu sou a favor da PEC-37 (que foi rejeitada pelo Congresso Nacional no dia 25/06/2013), pois é necessário que se restabeleça a imparcialidade na fase de investigação. Concordo com o presidente da OAB-SP quando este diz que "a Polícia Judiciária (Civil e Federal) investiga, o Ministério Público denuncia, a Advocacia faz a defesa e o Judiciário julga”, pois "quem acusa não pode comandar a investigação, porque isso compromete a isenção, quebra o equilíbrio entre as partes da ação penal". Entretanto, caso aprovado a PEC-37, seria necessário aumentar os investimentos para a Polícia Judiciária poder investigar.

Abaixo repasso um texto explicando para todos os prós e contras da PEC. Por Caue Costa Hueso. Informe-se antes de abraçar uma causa!

PONTOS CONTRA A PEC 37:
• A polícia se mostra ineficaz em solucionar todos os casos, seu trabalho é moroso e muitas vezes os crimes prescrevem.

• Temos muito mais casos registrados de corrupção na polícia do que no MP.

• Casos de corrupção principalmente são os que atingem maior impunidade no país e o MP é mais bem aparelhado para combater tais crimes.

• O MP não quer tirar o poder investigatório da policia, mas sim também fazer sua própria investigação do caso por meio de PIC (procedimento investigatório criminal)

• A CF de 88 não proíbe expressamente o MP de investigar. A CF de 88 em seu art. 144: “A Polícia Federal exerce com exclusividade as funções de Polícia Judiciária da União”. E lá no parágrafo 4º diz: “Às Polícias Civis, dirigidas por Delegados de Polícia de Carreira, incumbem as funções de Polícia Judiciária e apuração das infrações penais, exceto as militares”. Nao traz, assim, a palavra PRIVATIVAMENTE, assim como traz a PEC 37.

• O monopólio da investigação somente para um órgão pode ser “perigoso” , assim quanto mais investigarmos melhor.

• O MP colherá provas para o processo e não para acusação (esta seria já na fase de ação penal), buscando assim a reconstituição dos fatos (ou verdade real), nao tendo vinculo com a acusação, tanto que pode nao denunciar se nao achar o individuo culpado.

• Muitos países do mundo admitem que o MP investigue crimes.

PONTOS A FAVOR DA PEC 37
• Se a polícia é ineficaz ou corrupta o MP não trabalhou corretamente em seu dever legal de FISCALIZAR a polícia e os inquéritos, já que possui acesso a todos, pode inclusive acompanhar TODAS diligências policiais, outrossim, enquanto um promotor ganha em média 20 mil reais, o salário de um delegado não chega nem a 10mil (um trabalho é mais importante que o outro?) e o contingente da polícia só no Estado de SP tem um déficit de mais de 20mil investigadores, agentes, etc... não poderia exigir uma ótima investigação se o mesmo governo que paga e aparelha muito bem o MP trata com descaso a segurança pública.

• Quem faz a investigação de rua para o MP é a POLICIA MILITAR, ela faz escutas telefônicas, etc... ou seja, desvirtua seu trabalho que é estritamente de policia extensiva para investigar, mesmo sem treinamento para tanto.

• Ocorrem investigações paralelas de polica civil e militar (a mando do MP), e muitas não dão certo justamente por causa disso, pessoas ouvidas 2 vezes, se contradizem no IP e no PIC, houve até tiroteio já entre as duas policias que faziam as investigações paralelalmente;A CF de 88 é clara em seu art. 144: “A Polícia Federal exerce com exclusividade as funções de Polícia Judiciária da União”. E lá no parágrafo 4º diz: “Às Polícias Civis, dirigidas por Delegados de Polícia de Carreira, incumbem as funções de Polícia Judiciária e apuração das infrações penais, exceto as militares”. E para o MP assim define no 129: “Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público:I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei;III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos;"ou seja, deixa claro que a infração penal será investigada pela policia, o MP somente presidirá a o inquerito civil e promoverá a ação penal• O MP tem ligação obvia com a acusação, que ele que fará. A policia ouve tanto a vitima quanto acusado e busca provas tanto para defesa como acusação, mas o órgão que faz a acusação também buscará provas para a defesa? Totalmente contraditório.

• Se o MP quer poder investigar e em muitos países do mundo assim o faz, a DEFESA deveria, por isonomia, ter tal poder, afinal em todos esses países do mundo em que o MP investiga, a defesa também pode fazê-lo.

• O MP traz o slogan como PEC da impunidade ou da corrupção. o MP quer investigar somente corrupção? Ou todos os crimes? Se ele não investiga os crimes (mais de 90% não é investigado pelo MP) então a policia investiga somente o que sobrar? Por que ao invés de querer invadir o trabalho da policia não busca fazer seu trabalho mais bem feito e fiscalizar melhor não somente a policia, mas todos os órgãos. Traz uma falsa ideia de que não haverá impunidade se o MP investigar.


>>>VÍDEO DE IVENS GANDRA MARTINS =  http://globotv.globo.com/rede-globo/programa-do-jo/v/ives-gandra-martins-comenta-a-polemica-pec-37/2599932/?fb_action_ids=10201081154225391&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%2210201081154225391%22%3A529816173748657%7D&action_type_map=%7B%2210201081154225391%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

MAPA da FICHA SUJA - PSDB é o partido mais sujo do Brasil

SOBRE A CORRUPÇÃO NO BRASIL, PARTIDOS BURGUESES LIDERANDO, AI ESTÁ:


quarta-feira, 19 de junho de 2013

ANÁLISE INICIAL sobre os ATOS do “MOVIMENTO de PASSE LIVRE”

ANÁLISE INICIAL SOBRE OS ATOS DO “MOVIMENTO DO PASSE LIVRE”

Farei uma análise inicial do "MOVIMENTO DO PASSE LIVRE", sendo que já cheguei a participar de um dos atos.
O movimento teve início em São Paulo para baixar a tarifa do transporte coletivo e aos poucos foram se ampliando as pautas. Está tendo uma popularização deste movimento que na verdade é uma “revolta popular” e está se espalhando nas periferias e em várias cidades do Brasil, tornando-se um dos maiores que o país já viu. O movimento surpreendeu porque há muito tempo havíamos classificado a juventude como alienada e ela mostrou o quanto estávamos enganado.
Inicialmente, o governador Alckimin auxiliado pela mídia burguesa chama os manifestantes de violentos e vândalos. Estranhamento, de repente, vira tudo. O colunista burguês Arnaldo Jabor na Globo pede desculpas, Folha de São Paulo, Estadão, Veja e Blogues direitistas entram no movimento e a manifestação em SP está tendo uma infiltração da extrema-direita, que desvirtua o movimento por meio da baderna e da depredação. A extrema-direita está se apropriando do movimento para “dar oportunidade de exercer, na prática, a sua fé fascista e antidemocrática”.
Importante destacar que a luta pela “redução da tarifa do ônibus” abre a perspectiva de se lutar pela "tarifa zero no transporte público” e mais uma série de coisas. Concordo com o  Jilmar Tatto quando este propõe que o "usuário de transporte individual também precisa arcar com os custos do transporte coletivo, assim como a Prefeitura e os empresários."
Esta luta pode significar valorizar o "transporte coletivo-público de qualidade" e coisas importantes, tais como “a necessidade de se taxar os ricos”; “a necessidade de se taxar o transporte individual para valorizar o coletivo-público”; “necessidade de superação da lógica de direcionamento de verbas no Brasil que privilegia o capital especulativo”. O movimento questionaria “as contradições centro-periferia em  metrópoles como a de São Paulo”. É necessário trazer mais empregos, redes de serviço, opções de lazer e infra-estrutura na periferia, pois está quase tudo concentrado na região central. Temos de levar a "periferia para o centro", mas temos que levar "infra-estrutura para a periferia" sem isto significar especulação imobiliária (com supervalorização do preço dos terrenos/IPTU e aluguéis). Precisamos superar e enterrar a lógica capitalista de especulação imobiliária. O movimento do passe-livre é importante, pois sinaliza uma superação das contradições da sociedade capitalista. Mas é preciso politizar mais para que alcancemos isso.
Depois de ir a atos, percebo algumas coisas, tais como que o movimento está sem comando e desorganizado. As pessoas "vão e vem que nem barata-tonta" e não decidem o que fazer, etc. Isto por outro lado é positivo, pois confunde a polícia. Justamente pela falta de comando e espontaneísmo, este movimento está em disputa por vários grupos, o que é perigoso. Disputam o movimento pessoas de partido de esquerda (de ultras à tradicionais como PSTU/PSOL), grupos anarquistas e burgueses (que estão na grande mídia, etc).
Percebi que existe uma grande insatisfação com os partidos políticos, principalmente com os de esquerda. Isto é culpa do PT que abandonou os movimentos sociais e virou mais um partido burocrata que reproduz o sistema capitalista.
Esta insatisfação com os partidos de esquerda é negativa, pois dá margem à manobra de alguns grupos. A burguesia tem se aproveitado para dizer que "nenhum partido de esquerda é bom" e que somente eles são bons. Também tenho medo que daí nasça um movimento fascista (que nem ocorreu na Espanha-Itália) e que se tente um golpe de Estado "fechando parlamentos com partidos que não funcionam".
Os anarquistas também estão se apropriando desta insatisfação com os partidos políticos de esquerda e estão tentando levar vantagem no movimento. Estão reprimindo os partidos de esquerda nos atos (principalmente PSTU e PSOL), mas são oportunistas, pois "escondem suas bandeiras" e tentam se aproveitar do "clamor popular" para agredir-reprimir militantes de esquerda. Estes militantes anarquistas não levam bandeiras e nem camisas de grupos. Antonio Gramci já dizia:
"Os 'partidos' podem se apresentar com os mais diversos nomes, incluindo o de antipartido ou de 'negação de partidos'. Na realidade, até os chamados 'individualistas' são homens de partido, apenas gostariam de ser 'chefe de partido' pela graça de Deus ou da imbelicidade de quem os segue."
Este movimento possui suas limitações justamente pelo caráter espontaneísta e apartidário, mas tenho esperanças que mais coisas podem ser alcançadas por este movimento, que se nasça uma "frente de esquerda" e uma perspectiva de superação de paradigma civilizatória (morte do sistema capitalista). Entretanto, vejo que coisas boas estão acontecendo: como o fim do "imobilismo apático" do brasileiro (principalmente de sua juventude), uma consciência política em seus participantes (que poderia ser melhor se houvesse mais organização no movimento) e uma pressão-choque nos políticos brasileiros que devem governar para o povo.
É necessário que os militantes dos partidos de esquerda façam uma profunda avaliação do atual movimento. O movimento poderia se aliar mais às causas populares, como as de moradia urbana, para garantir credibilidade e se popularizar ainda mais.
Quem sabe que se de agora em diante o brasileiro vai sempre para a rua expor sua opinião e pressionar os políticos. Quem sabe se conseguíssemos superar a sociedade capitalista. Quem sabe possamos conseguir que tenhamos uma participação popular em todas as decisões sociais. Quem sabe se conseguíssemos acabar com as desigualdades de classes sociais e dividirmos as riquezas entre todas as pessoas.
Sonha é bom.

Lutar é melhor ainda.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Gregos e matemática





A maneira com que os gregos antigos determinaram aproximadamente uma série de grandezas (como o raio da Terra, do sol e da lua, e a distância entre a Terra e o sol e a lua) com base em observações astronômicas, semelhança de triângulos e resultados elementares sobre paralelas e transversais. 


http://www.obmep.org.br/Curiosidades_Sobre_o_cartaz_da_OBMEP_2013.pdf

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Atividades do FILME “A MISSÃO”

Atividades do FILME: “A MISSÃO” (1986)


1) O filme se passa em 1758 na fronteira de quais países? (Brasil-Paraguai-Argentina)

2) Explique o que foram as missões jesuíticas e a ação dos bandeirantes contra os indígenas?

3) Diga os pontos positivos e negativos da ação dos Jesuítas com os indígenas. (usavam musica, os protegiam, mas os aculturavam).

4) Por que o Bandeirante Rodrigo matou o rapaz? Como ele resolve pagar penitência? No que ele se tornará? (amante da mulher, é preso e escolhe pagar uma penitência trabalhando com os jesuítas. Depois dos indígenas “aceitarem” ele, virará um padre jesuíta.)

5) Por que os indígenas tinham o costume de matar o segundo filho? (para poder fugir com mais tranqüilidade.)

6) Apesar dos espanhóis negarem, havia escravidão indígena no lado português e espanhol? (os dois países formavam um Reino Unido e espanhóis escravizavam indígenas, comprando de portugueses.)

7) Por que Portugal e Espanha queriam que jesuítas fossem expulsos das colônias? (Marquês de Pombal de Portugal era contrário a presença dos jesuítas.)

8) Por que um cardeal enviado pela Igreja Católica inspecionava as missões jesuítas (como em São Carlos e São Miguel)?

9) Faça uma crítica às missões. (não escravizavam, mas aculturava indígena e fazia-os trabalhar servilmente.)

10) Porque os indígenas conjuntamente com os jesuítas rompem com a Igreja e começam uma guerra contra os colonizadores? (os índios seriam obrigados a sair da missão, ir desprotegidos para a floresta para serem perseguidos e escravizados. Os jesuítas ficarão a favor dos indígenas)

11) O que acontecerão com os jesuítas e os indígenas? (jesuítas serão expulsos de Portugal/Espanha/França/Itália/Igreja Católica e a maioria dos indígenas serão mortos, escravizados e aculturados).


12) O que ocorreu na batalha da missão de São Carlos? (os jesuítas se juntam aos indígenas, matam espanhóis, mas foram massacrados e mortos.)