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terça-feira, 22 de março de 2016

EXERCÍCIOS do FILME "APOCALYPTO"

1) A aldeia de Jaguar-Paw era uma sociedade caçadora-coletora. Como eles viviam?

2) Por que os Maias invadiram a aldeia de Jaguar-Paw? O que eles faziam com as pessoas da aldeia?

3) Como os Maias viviam na cidade deles?

4) O que os Maias estavam fazendo com as pessoas nas pirâmides? Com qual objetivo?

5) Por que os Maias interromperam a cerimônia nas pirâmides?

6) O que a menina na floresta previu?

7) Qual a sua leitura sobre o final do filme? O que aconteceria à todos os indígenas?

terça-feira, 15 de março de 2016

segunda-feira, 14 de março de 2016

ATIVIDADES do FILME "Que Horas Ela Volta?"

ATIVIDADES do FILME "Que Horas Ela Volta?"

1) Val trabalha na casa dos patrões há mais de dez anos, é considerada "quase da família", tendo criado o filho dos patrões como se fosse seu, mas ela ainda faz as suas refeições em uma mesa separada, dorme no quartinho dos fundos e jamais colocou os pés na grande piscina onde os outros se divertem. Na sua opinião, Val era realmente da família? Explique como era a relação com os patrões?

2) Jéssica, filha de Val é extremamente questionadora. Ao chegar à casa dos patrões de Val, ela questiona diversas situações, quais?

3) Os donos da casa, sobretudo os homens (pai e filho), auxiliam em algum momento nas tarefas da casa?

4) Como é representado o papel de D. Bárbara, da Val e de sua filha Jéssica?

5) O filme também é uma denúncia sobre o assédio moral e sexual. Comente as passagens em que o filme demonstra tais violências?


sexta-feira, 11 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

A ocupação nas Margens dos Rios


O que atraiu os primeiros povoamentos para perto dos rios? Água. Água para banhar, cozinhar, pescar,beber e para praticar agricultura (as terras das margens de rios são férteis e boas para a prática agrícola). 
 Água tende a fluir em uma bacia de drenagem, por corpos d’água que se encontram, rios que ficam com o leito maior cheio durante algumas estações ou menos volumosos, ocupando só o leito menor, na estiagem, fluindo até a foz. Enchente em área urbana é resultado de um século de ocupação sem visão, de uma urbanização sem planejamento. É resultado do desmatamento das matas ciliares, do microloteamento da terra, da canalização de rios e da impermeabilização do solo. É resultado, ainda, da falta de rede de saneamento, de coleta de lixo e de um sistema de drenagem.
Importante destacar que as pessoas de baixa renda não tem muitas opções de moradia e acabam se instalando nas áreas de margens de rios por ser mais barato. Uma ausência de política de moradias populares ajuda a piorar esta situação de moradias precárias e ocupações irregulares das margens de rios.

As montanhas mais altas do Brasil

As montanhas mais altas do Brasil
Pico da neblina, segundo a nova classificação, ganhou 1,5 m

Os louros da Guerra - General X Soldados



Quem se ferra todo não colhe os louros da glória. Já os de alta patente, não suja seu uniforme e se enche de medalhas.

GIF - Porque o ano bissexto é tão importante?

GIF - Porque o ano bissexto é tão importante?

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GIF com a Geopolítica da América do Sul (1700 até hoje)

GIF com a Geopolítica da América do Sul (1700 até hoje)
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A VIOLÊNCIA CONTRA a MULHER no BRASIL e no MUNDO

A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL E NO MUNDO
Na América Latina, uma pesquisa da CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e o Caribe) mostra que 40% das mulheres que vivem na região sofrem violência física ou psicológica. A pesquisa ressalta que países como a Colômbia (65,7%) e o Peru (68,2%) superam o índice de 60% de violência psicológica contra as mulheres. A Bolívia (39,7%) e o México (37,7%) também apresentam taxas altas, próximas a 40%. No Brasil, a cada 2 minutos cinco mulheres são agredidas.
Entre os anos de 2001 e 2011, mais de 50 mil mulheres foram assassinadas de forma violenta no Brasil. Isto quer dizer que a cada 1h30, em média, uma mulher foi morta. O dado alarmante não vem sozinho: em 2013, foram registrados cerca de 52 mil estupros no país, totalizando mais de cem casos por dia.
Ainda que a violência física ou sexual seja a que mais salta aos olhos, ela não é a única. Meninas, garotas e mulheres são também vítimas de violências mais silenciosas como a psicológica, patrimonial ou moral. Além disso, a desigualdade de gênero faz com que as mulheres tenham outros direitos violados como à educação, ao lazer e ao próprio corpo.

DESIGUALDADES SALARIAIS entre HOMENS e MULHERES

DESIGUALDADES SALARIAIS ENTRE HOMENS E MULHERES
Segundo dados da ONU, 48% das mulheres de todo o mundo têm um emprego, enquanto entre os homens o índice é de 73%. A região do planeta com a maior desigualdade é o norte da África, onde apenas 18% da população feminina está trabalhando, contra 68% da masculina. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) assinala que 53,7% das mulheres estão no mercado de trabalho na América Latina e no Caribe. 
Na Europa, as mulheres ganham por hora 16% a menos em média que os homens e cerca de 31% menos por ano. A proporção de mulheres que trabalham em meio período é quatro vezes superior à dos homens. O motivo é a responsabilidade pelos cuidados dos filhos, dos doentes e a impossibilidade de encontrar ofertas de trabalho em jornada integral.
O Brasil não tem nenhum motivo para se orgulhar quando falamos de igualdade salarial entre homens e mulheres.
Em 1996, o rendimento médio das brasileiras, de 585 reais correspondia a 60% do obtido pelos homens que era de 995 reais. Se for considerado o rendimento por hora trabalhado, esse diferencial também persiste. Em 1996, as mulheres recebiam, em média, 3,50 reais por hora e os homens 5 reais.
Num ranking mundial atual que analisou a desigualdade de salários em 142 países: o Brasil ficou entre os últimos colocados: na posição 124.
Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as brasileiras ganham, em média, 76% da renda dos homens. E um estudo mundial alerta que essa igualdade tão desejada por nós vai demorar a chegar: só em 2095.
 O Brasil apresenta um dos maiores níveis de disparidade salarial. No país, os homens ganham aproximadamente 30% a mais que as mulheres de mesma idade e nível de instrução, quase o dobro da média da região (17,2%), enquanto na Bolívia a diferença é muito pequena. O resultado é o mesmo no que diz respeito à disparidade por raça e etnia, que chega também a 30%.
As diferenças de rendimentos entre homens e mulheres verificam-se em todos os setores da atividade econômica, por posição na ocupação e, inclusive, em grupos de ocupações semelhantes.
E quanto maior a escolaridade da mulher, maior é essa diferença. Trabalhadoras com curso superior completo recebem em média 60% da renda dos homens com o mesmo nível.




segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

REFLEXÕES acerca do filme APOCALYPTO


    O Império Maia foi maior que o Inca e o Asteca, mas estavam em uma enorme decadência quando os espanhóis chegaram. 

   Apesar do filme APOCALYPTO esteriotipar um pouco os Maias, este retratou bem o Império Maia, suas contradições e as desigualdades. Uma sociedade dividida em classes sociais leva àquele terror todo.

   O final é ambíguo porque os espanhóis chegando não significa que os indígenas oprimidos serão libertados pelos "heróis cristãos europeus", mas que o Império Maia iria cair gradativamente. 
     Não acho que generaliza os povos indígenas, pois é necessário que os concebemos diferenciadamente (eles eram diferentes produtivamente e socialmente). 
    Apesar dos progressos científicos dos impérios Maia/asteca/inca, eles eram escravistas e possuíam classes sociais. Toda sociedade dividida em classes sociais possui abusos como vimos no filme, e em uma sociedade teocrática as coisas são piores ainda. 
  Não acho que reproduza preconceitos contra os povos pré-colombianos de maneira direta, mas creio que seja necessário passar o filme APOCALYPTO e em logo seguida passar A MISSÃO para não passarmos a falsa mensagem que os europeus cristãos colonizadores "libertaram os indígenas", pois eles foram iguais ou piores que os Maias.



     Não tem santo nesta história, mas os Maias sofreram com os espanhóis o mesmo que faziam com os povos que escravizavam.



LISTA dos melhores FILMES que falam da história/geografia da AMÉRICA

Farei uma lista dos melhores filmes que falam da história/geografia da América:

- APOCALYPTO (contradições e conflitos dos povos pré-colombianos, declínio do Império Maia)

- 1492: A CONQUISTA DO PARAÍSO (conjuntura da viagem de Colombo para a América, as dificuldades da viagem, contato dos europeus com indígenas, as contradições e a ganância européia pelo ouro)

- A MISSÃO (conflitos dos jesuítas e escravagistas indígenas na América do Sul e as missões)

- UMA HISTÓRIA DE AMOR E FÚRIA (destaco a passagem que fala da escravidão dos indígenas no Brasil e a passagem da BALAIADA)

- DIÁRIOS DE MOTOCICLETA (viagem de Ernesto Guevara pela América do Sul antes dele virar CHE, conscientização social, contradições sociais e geografia)


- Também destaco os filmes "TERRA VERMELHA", "ENTERREM MEU CORAÇÃO NA CURVA DO RIO", "DANÇA COM LOBOS", "ÚLTIMO DOS MOICANOS", ...

ATIVIDADE FILME "1492 - A Conquista do Paraíso"

1) Por que Colombo resolveu fazer uma rota marítima diferente? 


2) Quem  Colombo teve de enfrentar para poder navegar? Porque?


3) Como Colombo conseguiu navegar? O que ele teve de fazer?


 4) O que acontecia com as pessoas que questionavam o clero?


5)De que países asiáticos saíam as mercadorias compradas pelos europeus?


6) O que realmente interessou Colombo e os burgueses europeus na América?


7) Explique o que Colombo e os burgueses europeus queriam fazer na Ásia e também com o ouro-prata dos indígenas americanos?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Reflexões acerca da greve dos professores da rede estadual de São Paulo em 2015

Reflexões acerca da greve dos professores da rede estadual de São Paulo em 2015

Wladimir Jansen Ferreira (EE Nigro Gava)

No primeiro semestre de 2015 ocorreu a maior greve derrotada da história dos professores da rede estadual de São Paulo. Apesar de ser a maior greve da história em dias (92), esta foi derrotada politicamente e economicamente, não tendo nada de vitorioso.
Não havia uma mobilização da categoria para a decretação da greve, apesar ser vontade da maioria das forças políticas presentes na esvaziada Assembléia de 13/03 que decretou o seu início. A categoria estava desmobilizada pelas constantes derrotas das greves dos últimos anos (sendo que a greve anterior de 2013 havia acabado melancolicamente com a manipulação do resultado da Assembléia pela Bebel/Articulação do PT). A APEOESP estava desmoralizada e impotente pela ação desmobilizadora da burocracia no interior do sindicato e ressentida pelas manobras burocráticas ocorridas no último Congresso em 2014 (que levou à uma retirada das oposições deste).
Foi decretado a greve no dia 13/03/2015 com a menor presença de professores em uma Assembléia da categoria (menos de 4 mil professores), demonstrando que a mobilização era muito pequena. Para piorar, a “Articulação Sindical” manipulou esta assembléia para a participação no ato “pró-governo Dilma” que aconteceria logo em seguida (este que tentaria se opor ao primeiro ato da direitas que se realizaria no dia 15/03/2015). Acertadamente alguns professores se retiraram do ato pró-governo Dilma logo ao fim da Assembléia da categoria. Apesar desta divisão, houve uma confusão na categoria, pois esta entendeu que todo o movimento era de apoio ao governo Dilma e não pelas reivindicações dos professores. Custou muito trabalho dos “Comandos de Greve” para que esta confusão fosse esclarecida.
Discordo das posições que defendiam que a greve poderia ter começado somente no dia 30/03, quando ocorreria uma negociação com o governo Alckmin. Entendo que uma greve possa ser construída de duas formas: “chamada pela direção” ou “nascida espontaneamente pela base”. Pelo sindicato ser dirigido estadualmente pela “Articulação Sindical” (que comanda desorganizadamente-despolitizadamente a APEOESP) e pela crise do sindicato, foi acertado que se decretasse a greve no dia 136/03/2015 para se “testar a política”. Correríamos o risco da greve nunca ser decretada, se esperássemos a mobilização da base, ainda mais em um cenário de desmobilização da luta e do sindicato.
A greve falhou por vários motivos, começando que não era clara a ordem de prioridades. A pauta estava extensa e que a reivindicação de 75% de aumento salarial era maior que as pernas. Talvez o ideal fosse defender a luta pela reposição de 37% de perdas do governo Alckmin.
Graças à atuação dos “Comandos de Greve”, esta se fortaleceu no final do mês de Março e se manteve durante boa parte do mês de Abril, mas não chegou à uma adesão de mais de 40%. Nos dias de Assembléia estadual, esta mobilização aumentava para 60% e 70%, mas depois retrocedia aos níveis iniciais. As Assembléias Regionais eram muito esvaziadas (com exceção de algumas), não chegando à uma participação de 5% à  10% de filiados regionais.
Aos poucos a greve foi enfraquecendo e deveríamos ter defendido o recuo da greve no começo de Maio. Infelizmente se fez mais forte a pressão dos ultra-esquerdistas/horizontalistas e da “Articulação Sindical” que defenderam a continuidade da greve. A defesa do recuo da greve começou a ser defendida somente na primeira semana de Junho.
O fracasso da greve  aumentou a desfiliação no sindicato e o descrédito da categoria na luta sindical. Os grupos horizontalistas e ultra-esquerdistas se fortaleceram, mas é necessário criticar suas políticas e seus métodos. Estes fizeram um jogo-duplo, mais preocupados em defender a “Articulação Sindical e criticar a Oposição Alternativa”, do que criticar o governo Alckmin.
Infelizmente a “Unidade na Ação” com a “Articulação Sindical” significou uma capitulação à política da “burocracia sindical”. O correto seria denunciar constantemente a “burocracia sindical” nas Assembléias e nos “Comandos de Greve”, mostrando que não tínhamos confiança nenhuma na Bebel e que defenderíamos “rebeliões de base” nas primeiras traições (que ocorreram o tempo todo no período de greve), “passando por cima” das direções burocráticas.
Também deveria ser necessário se defender a criação de “Comandos de Base” (ou um “Comando Geral de Mobilização”) que se oporia ao burocrático CR, aonde teríamos a eleição de militantes da base que decidiria os rumos e a organização da greve. Os integrantes deste Comando deveriam ser eleitos pelas subsedes, aonde a vanguarda tem um maior poder de decisão. Isto poderia mudar o rumo de nossa Assembléia, superando – inclusive – o “desvio mandelista” de nossa greve (onde a política seria decidida não mais pela vanguarda, mas pelas massas).
Outro motivo de nossa greve fracassar foi a não construção de uma “unificação das lutas”, fato que também contribuiu ao esgotamento e isolamento de nossa greve. Foi correta a iniciativa de exigência que a CNTE unificasse nacionalmente as lutas dos “trabalhadores da educação e dos estudantes”. Entretanto, não foi construída uma unificação com os “servidores públicos e das estatais do estado de São Paulo” (garis, Sabesp, Metrô, funcionários de universidades, etc) que estavam em ampla mobilização. Também não foi construída uma unidade com as “entidades do magistério” (CPP, UDEMO, APASE e AFUSE), que, por mais que estivessem colaborando com Alckmin na “farsa da negociação”, deveríamos ter mobilizado suas bases para a construção de uma greve unificada. Deveríamos ter construído calendários unificados para buscar furar o bloqueio da unificação de lutas pelas direções burocráticas.
Apesar dos erros, não podemos nos deixar esmorecer e nem nos achar desmoralizados. Temos que confiar na mobilização e na atuação na base para continuar a luta pelas reivindicações da categoria. Bons ventos sopraram do movimento contra a reorganização da rede estadual de São Paulo e reacendeu a chama da esperança.