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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Atividade do Filme: UMA FAMÍLIA BEM DIFERENTE

Para fazermos debates sobre gênero, homofobia e família. 
Exercícios feitos pela professora Cris.





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1.  Crianças adotadas por casais do mesmo sexo se tornam, necessariamente, homossexuais?

2.    Existem brincadeiras próprias para meninos e outras diferentes para meninas?

3.    Meninos podem se beijar como forma carinhosa de cumprimento?

4.    Homossexualidade e feminilidade andam sempre pareadas? Um garoto que se veste diferente do padrão para meninos é um garoto homossexual?

5.    Até que ponto as pessoas se escondem para serem socialmente aceitas?

6.    Scot Latour recusa suas preferências, para jogar hóquei, com medo de decepcionar Eric. O que leva o menino a ter esse comportamento?

7.
    Para você o que é família?

8.
    Para você a representação da unidade familiar se constitui somente daquela tradicionalmente aceita: um homem e uma mulher e filhos ou você acredita que existem outros modelos de família?

9.
    O que você acha do Estado (Governo) estabelecer um modelo de Família (Sobre o Estatuto da Família)?

10.
 Família é aquela que sempre te agrada ou aquela que se preocupa?


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Sinopse Eric (Tom Cavanagh) vive para o hóquei. Agora na faixa dos trinta, ele deixou sua carreira de jogador profissional para se tornar comentarista de esportes na TV. É uma vida de sonho! Mas quando o namorado de Eric, Sam (Ben Shenkman), avisa que eles terão que cuidar temporariamente de um menino, o confortável mundo de Eric desmonta. Chega Scot (Noah Bernett), recém-órfão, um menino efeminado de 11 anos e o oposto exato de Eric. Assustados com a alegria de viver de Scot, Eric e Sam gentilmente afastam Scot dos perfumados cremes para mãos e de tudo o que for cor-de-rosa, buscando um passatempo mais "aceitável": o hóquei. Mas após o primeiro e desastroso jogo de Scot, Eric começa a repensar as concessões que fez em sua própria vida, para poder ser "aceito".


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Formação dos solos - erosão e intemperismos

Formação dos solos - erosão e intemperismos

Formação Relevo da América do Sul




Questão Hídrica na China



Fonte: https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/976644439050179/?type=3&theater

Rios da China: entre o Azul e o Amarelo

Como se sabe, a #China é o mais populoso e possui o terceiro maior território dentre os países do mundo. Parte considerável do território chinês é composta por regiões montanhosas e áridas e, por conta disso, a escassez atual e futura de água representa uma grande preocupação para um país onde pouco mais de 60% da população vive em zonas rurais e que utiliza quase 70% dos seus recursos hídricos na #agricultura.

A dependência de água renovável vinda de fora da China é de apenas 1%, o que se explica pelo fato de os principais rios chineses como o Yang Tse Kiang (também conhecido como rio Azul) e o Huang Ho (Amarelo) terem a totalidade de suas bacias hidrográficas contidas no interior do país. Ambos nascem nas acidentadas regiões ocidentais do país (Planalto do Tibete), correm no sentido geral oeste-leste, até lançarem suas águas em mares que fazem parte do Oceano Pacífico.

A China possui enormes problemas relacionados à utilização de seus recursos hídricos. Na porção centro-ocidental do país, área de domínio de climas áridos e semiáridos e de população rarefeita, a questão da escassez é natural. Já a parte oriental, que abriga cerca de 80% de seu efetivo demográfico e onde se localizam as principais regiões urbano-industriais, pode-se distinguir duas subáreas: a porção meridional e a parte norte.

A primeira concentra cerca de ¾ dos recursos hídricos do país, com destaque para a bacia do rio Azul. A outra é a porção norte, região bem mais seca, mas responsável pela geração de mais de 60% da produção agrícola, dependente em grande parte de técnicas de irrigação. Nesta região vive cerca de metade da população do país e também se situa Beijing, a capital. É justamente nessa área que engloba a bacia do rio Amarelo é que a escassez de água já é uma realidade, por conta da utilização intensiva e predatória do recurso.

A crescente escassez de água nessa região é vista pelo governo como uma ameaça à estabilidade social, já que atingiria milhões de pessoas, prejudicando o setor agrícola, o abastecimento das cidades, a produção industrial, causando um impacto profundo no crescimento econômico do país. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, em 1972, pela primeira vez na milenar história do país, o rio Amarelo secou e deixou de chegar ao mar por 15 dias. Em 1997, as águas do rio não conseguiram alcançar ao mar por 226 dias.

Foi por isso que o governo chinês resolveu implementar um megaprojeto de transferência de águas, o maior do mundo, visando captar o precioso líquido, recurso abundante no sul e transferi-lo para o norte. É um projeto grandioso, que envolve a construção de três canais sul-norte (leste, central e ocidental) interligando quatro dos maiores rios do país.

Especialistas estimam que pelo menos 300 mil pessoas devam ser reassentadas e chamam a atenção para o fato de que o projeto não atende a totalidade do déficit de água da região. É um alerta importante para projetos semelhantes que tendem a ser desenvolvidos em outras partes do mundo. Qualquer similaridade com o projeto de transposição do São Francisco não é mera coincidência.

Fonte: Jornal O Mundo

Terremotos no Brasil


Fonte: https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/936542726393684/?type=3&theater
Terremotos no Brasil

Ainda se tem no nosso país uma ilusão que estamos livres de terremotos, não sei de onde surgiu essa ideia que estamos imunes a abalos sísmicos, que apesar de não ser comum a ocorrência de grandes terremotos no #Brasil, constantemente pequenos tremores ocorrem em todo seu território.

Os terremotos são causados normalmente por encontro de diferentes placas tectônicas, onde duas placas exercem força uma sobre a outra, com isso é muito mais frequente ocorrerem terremotos em locais próximos a essas bordas. Na América do Sul os países mais atingidos são o Peru, Chile e Equador. O Brasil fica bem ao centro da placa Sul-Americana, mas dentro dessa placa tectônica se encontram falhas geológicas, essas falhas e o que provoca a maioria dos terremotos no país. No território brasileiro foram encontradas 48 falhas geológicas.

Decorrente disso nos temos um histórico de terremotos frequente no país, um dos primeiros terremotos registrados no país ocorreu em 1922 em São Paulo, na cidade de Mogi Guaçu, e atingiu uma magnitude de 5.1 graus na escala Richter. Em 1955, no Mato Grosso, foi detectado um #terremotode 6,6 graus, sendo o maior já registrado com epicentro no Brasil.

Um dos casos mais graves foi o ocorrido em 30 de novembro de 1986, na cidade de João Câmara, Rio Grande do Norte, quando a cidade tremeu com um abalo de 5,1 graus na escala Richter, que destruiu cerca de 4 mil imóveis. Em 2007 tivemos a primeiro caso relatado de morte devido a um abalo sísmico, foi em Itacarambi/MG, um tremor de 4.9 graus que durou cerca de 20 segundos e chegou a derrubar 6 casas; uma dessas casas levou a óbito uma criança soterrada.

Em 2015 já tivemos vários terremotos registrados no território nacional, sendo 2 acima de 4.5 graus.

Dia 3 de julho, na cidade de São Pedro/PE, de 4.5 graus.
Dia 18 de julho na cidade de Vianópolis/GO, de 5.4 graus.

EXPERIMENTO - Importância Vegetação - água e erosão



Experiência que mostra como as plantas são importantes para evitar a erosão do solo. Uma ótima forma de conscientizar sobre a manutenção de bosques e florestas a fim de evitar desastres naturais, como os deslizamentos.

Fonte: https://www.biologiatotal.com.br/
https://www.facebook.com/biologiajubilut/photos/a.342439539171747.79946.231295150286187/1262262633856095/?type=3&theater

segunda-feira, 2 de maio de 2016

TEXTO e ATIVIDADE sobre TOYOTISMO e a 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

TEXTO e ATIVIDADE sobre TOYOTISMO e a 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

PS: As perguntas foram boladas por mim.
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TOYOTISMO
Publicado por: Rodolfo F. Alves Pena
O toyotismo é um sistema de produção industrial difundido a partir da década de 1970 e caracterizou-se por flexibilizar a fabricação de mercadorias.

O Toyotismo – também conhecido como acumulação flexível – é um modelo de produção industrial idealizado por Eiji Toyoda (1913-2013) e difundido pelo mundo a partir da década de 1970 após a sua aplicação pela fábrica da Toyota, empresa japonesa que se despontou como uma das maiores empresas do mundo na fabricação de veículos automotivos.
A característica principal desse modelo é a flexibilização da produção, ou seja, em oposição à premissa básica do sistema anterior — o fordismo, que defendia a máxima acumulação dos estoques. Já o toyotismo preconiza a adequação da estocagem dos produtos conforme a demanda. Assim, quando a procura por uma determinada mercadoria é grande, a produção aumenta, mas quando essa procura é menor, a produção diminui proporcionalmente.
Podemos dizer que o Toyotismo surgiu no Japão em virtude das condições geográficas do país e das transformações históricas relacionadas ao término da Segunda Guerra Mundial. Assim, dispondo de um espaço geográfico reduzido e de um mercado consumidor menor do que o das potências ocidentais, o Japão não conseguia se adequar ao modelo fordista de produção em massa.
Ainda na década de 1950, Eiji Toyoda visitou algumas fábricas norte-americanas a fim de melhor conhecer os seus respectivos processos produtivos. Lá se deparou com empresas gigantescas que detinham grandes espaços para a estocagem de produtos industrializados. Ao fazer as suas constatações, Toyoda não tardou em perceber que o seu país, o Japão, vivendo um complicado período pós-guerra, não conseguiria se adequar àquele modelo industrial. Esse foi o início para que, mais tarde, ele viesse a idealizar um sistema em que a produção ocorresse de forma mais flexibilizada.
Mas além das condições geo-históricas, para o sistema toyotista existir também era necessário um avançado sistema tecnológico nos meios de transporte e comunicação, algo impensável nos tempos em que o fordismo havia sido idealizado. Isso porque a rapidez no deslocamento e no fluxo de mercadorias era uma das bases para que a produção flexibilizada fosse direcionada para o consumo sem atrasos.
Assim, uma das técnicas mais utilizadas por esse modelo industrial foi o Just in time, que significa “em cima da hora”, em tradução livre. Esse modelo funciona na combinação entre os sistemas de fornecimento de matérias-primas, de produção e de venda. Assim, apenas a matéria-prima necessária para a fabricação de uma quantidade predeterminada de mercadorias é utilizada, que deve ser realizada em um prazo já estabelecido, geralmente muito curto.
Com a adoção do just in time, as fábricas passaram a economizar dinheiro e espaço na estocagem de matérias-primas e mercadorias, além de agilizar a produção e a circulação.
Outro ponto importante referente ao sistema toyotista é a diminuição da oferta de empregos, haja vista que o processo de trabalho também se flexibiliza e, ao longo do processo produtivo, um mesmo trabalhador realiza diversas funções, diferentemente do fordismo, em que o trabalho era mecânico e repetitivo. Isso serviu para ampliar o desemprego no setor secundário da economia (que é o setor das indústrias) e transferir a mão de obra para o setor terciário (o setor de serviços), onde os empregos se concentram mais na distribuição de mercadorias do que propriamente em sua produção.
O toyotismo, em linhas gerais, pode ser considerado como o sistema responsável pela terceirização da economia, algo que já ocorreu nos países desenvolvidos e que vem se acelerando também no mundo subdesenvolvido.


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QUESTÕES

1) Quem idealizou o toyotismo?

2) O que é toyotismo? Qual a característica principal do toyotismo?

3) Aonde surgiu o toyotismo? Por que surgiu lá (condições "geo-históricas")?

4) O que as fábricas ganharam com a adoção do "sistema just-in-time"?

5) Relacione toyotismo com o emprego na sociedade capitalista moderna.