AULA: “Atmosfera”
1- Divisão da
Atmosfera (“esfera do ar” com cerca de 1.000 Km da superfície terrestre até o
Universo):
2- Gases constituintes da Atmosfera:
Hidrogênio (78,1%), Oxigênio (21%), Vapor D’Água (4%), Argônio (0,93%), Dióxido
de Carbono (0,3%), Néon (0,002%), Hélio (0,0005%), Metano (0,0002%), etc.
3- O Aquecimento Global e o Efeito Estufa são
fenômenos naturais e necessários para a existência de vida no planeta Terra.
a) Sol emite raios solares, através de
explosões em sua atmosfera altamente inflamável;
b) Estes raios atingirão todos os planetas de
seu Sistema Solar, como o planeta Terra;
c) Ao entrar na Atmosfera terrestre estes
raios atingirão o solo, sendo parte deles absorvidos pelo planeta (discutir
ALBEDO) e alguns deles refletidos de volta para o espaço/universo;
d) Os “gases
estufa” da atmosfera (especialmente o vapor d’água, o Ozônio-O³, o metano e o
CO²) impedirão a saída completa destes raios solares, criando um “Efeito Estufa
Natural” no planeta Terra e um “Aquecimento Global” natural do planeta Terra.
AULA: “Aquecimento Global
Natural”.
- O Aquecimento Global sempre existiu e sempre existirá no planeta Terra, sendo inevitável e imprescindível para a existência de vida no Planeta Terra. Estes fenômenos podem ser de maior ou de menor intensidade, devido ao aumento dos gases estufa (que são emitidos em sua grande maioria de maneira natural).
- Existem teorias que sobrevalorizam o papel humano no processo de “Aquecimento Global” e outras teorias que sobrevalorizam o papel da natureza neste processo. Tem pontos positivos nas duas proposições, levantarei algumas considerações:
- os gases estufas são vapor d’água (o principal), o Ozônio-O³, o metano e o CO².
- destes gases estufas, o ser humano emite principalmente o CO².
- O ser humano emite somente 6 bilhões de toneladas de Carbono por ano contra 200 bilhões de toneladas de Carbono por ano por motivos naturais (oceano, biota, bactérias e solos). Molion diz que a contribuição antrópica para o efeito-estufa é de 0,12% (o que é questionável). A emissão de CO² por vias naturais (oceanos, vulcão, plantas, bactérias e animais) é de 150 gigatoneladas/ano e por ação antropogênica é de 6,5 gigatoneladas/ano.
- É errado dizer que o CO² controla o clima global, pois ele é necessário para que haja o “efeito estufa natural” do planeta, ajuda na fotossíntese das plantas, contribuindo na produtividade das plantas e na agricultura. Portanto, o CO² é o “gás da vida”, sendo que o aumento de CO² na atmosfera é ocasionado pelo aumento da temperatura do globo terrestre, que faz com que o CO² saia das águas dos oceanos. Quando os oceanos esquentam emitem mais CO² e se eles esfriam acumulam mais CO².
- É falso o debate sobre a “Camada de Ozônio”, a função filtradora de raios UV e a suposta destruição desta Camada pela ação humana. O buraco da Camada de Ozônio não existe (esta camada que filtraria os raios UV). Quem criou esta teoria (Thompson) não acredita mais, sendo que foi criada por interesses de empresas e governos. As contradições começam por haver uma descontinuidade nesta suposta Camada, que praticamente não existiria na Antártida. Apesar de uma polêmica quanto às datas, o fato é que uma empresa americana chamada Dupont eram quem detinha as patentes do C-F-C até o final da década de 1980 e depois esta patente foi quebrada, diminuindo o preço do C-F-C para U$1,38/Quilo). Neste momento, os cientistas, a ONU, os governos e empresas capitalistas criaram o “mito do C-F-C que quebraria a Camada de Ozônio”. Em seguida, cientistas da empresa americana Dupont criaram o H-C-F-C (que custará U$38,00/Quilo) agora com uma nova patente controlado por eles. Este segundo gás não daria para colocar nas geladeira/ar condicionados antigos, o que fez com que parques industriais mudassem, além da renovação de bens de consumo (mudando todos os aparelhos), etc. As Patentes duram 25 anos e os cientistas/ambientalistas estão dizendo que o H-C-F-C é ruim para o planeta e estaria surgindo um novo gás que agora custaria U$128,00/Quilo.
- O IPCC diz que a temperatura global aumentará de 2 a 4,5% e que em 2100 o nível do mar subirá cerca de 60 cm. Além de muitos dados estão errados, isto são projeções e não previsões científicas, desconsiderando muitos fatores de determinação climática. Estes dados, por exemplo, não tratam do ciclo hidrológico (como na propriedade e estrutura das nuvens), não falam da importância dos oceanos (que são 71% do planeta Terra). O nível do mar sobe ou desce principalmente por causa de um Ciclo Lunar de 18,6 anos. A Lua no máximo deste ciclo puxa gravitacionalmente o nível do mar por mais de 12 cm, retornando posteriormente aos níveis anteriores. Este movimento tem seu ápice no final de um ciclo de 18 anos, tendo depois um declínio. O final do último ciclo ocorreu em 2007, tendo agora um declínio. Para subir o nível do mar no Planeta Terra, a Antártida deveria derreter (pois é um continente com gelo, diferentemente do Ártico que é um oceano congelado), mas isso somente irá acontecer com o aumento da temperatura de 20 a 30 graus Celsius.
- A Urbanização (com suas “Ilhas de Calor”) não influencia muito na temperatura global (somente em cerca de 0,006%), mas influencia nos dados climatológicos locais, sendo que temos 4-5% de maior temperatura nas Cidades do que no campo.
AULAS: “História Climática do Planeta Terra"
- Em 90% da história do Planeta Terra ele está mais frio do que mais quente. Estamos passando por um período de “resfriamento global”, tendo daqui a 20 anos uma diminuição da temperatura global. O planeta Terra passa por ciclos de aumento e resfriamento global, sendo que em um futuro próximo estaríamos passando por um novo ciclo glacial. No último milhão de ano a Terra passou por 9 Glaciações (que duram aproximadamente 100 mil anos) e esta é interrompida por períodos mais quentes, chamados de Inter-Glaciais (que duram de 10 a 12 mil anos). Estamos em um Inter-Glacial (o ultimo que tivemos foi em 130-240 mil anos atrás, com temperaturas muito altas).
- As mudanças globais de temperatura devem ser explicadas por vários fatores, principalmente pela existência de “Ciclos Solares”. Cerca de 98,9% da energia presente no planeta Terra vem do Sol (o grande regulador do clima planetário é o Sol). O surgimento de “manchas solares” (similar a explosões no Sol) significa aumento de temperaturas e a menor quantidade de “nuvens cósmicas” (partículas subatômicas provenientes de explosões de super-novas no universo que entram em contato com o vapor d’água dos oceanos, criando gotículas de água e as nuvens que resfriam a temperatura). Com o Sol mais ativo (com mais “manchas solares” e temperaturas mais altas), temos uma maior quantidade de “ventos solares” que dispersam estas partículas subatômicas, impossibilitando o surgimento destas “nuvens cósmicas” e aumentando a temperatura do Planeta Terra. Em 1893, o astrólogo britânico Edward Maunder percebeu que o período de “pequena era do gelo” (entre 1500 à 1900) não tivemos “manchas solares”. O “Ciclo de Manchas Solares”, que duraria cerca de 11 anos e que aumenta/decresce a temperatura do Planeta Terra (com um máximo em 4 anos e decaindo em 7 anos), além do “Ciclo Solar de Gleisberg” que duraria 90 anos (com picos em 90 anos e teremos uma nova daqui a 22 anos, fazendo com que a temperatura decresça).
- As mudanças globais de temperatura devem ser explicadas por vários fatores, principalmente pela existência de “Ciclos Solares”. Cerca de 98,9% da energia presente no planeta Terra vem do Sol (o grande regulador do clima planetário é o Sol). O surgimento de “manchas solares” (similar a explosões no Sol) significa aumento de temperaturas e a menor quantidade de “nuvens cósmicas” (partículas subatômicas provenientes de explosões de super-novas no universo que entram em contato com o vapor d’água dos oceanos, criando gotículas de água e as nuvens que resfriam a temperatura). Com o Sol mais ativo (com mais “manchas solares” e temperaturas mais altas), temos uma maior quantidade de “ventos solares” que dispersam estas partículas subatômicas, impossibilitando o surgimento destas “nuvens cósmicas” e aumentando a temperatura do Planeta Terra. Em 1893, o astrólogo britânico Edward Maunder percebeu que o período de “pequena era do gelo” (entre 1500 à 1900) não tivemos “manchas solares”. O “Ciclo de Manchas Solares”, que duraria cerca de 11 anos e que aumenta/decresce a temperatura do Planeta Terra (com um máximo em 4 anos e decaindo em 7 anos), além do “Ciclo Solar de Gleisberg” que duraria 90 anos (com picos em 90 anos e teremos uma nova daqui a 22 anos, fazendo com que a temperatura decresça).
- O “Ciclo de Manchas Solares” faz aumentar e abaixar a temperatura global numa escala menor de tempo. Entre 1925 à 1946 houve um aumento de 0,4°C na temperatura global, mas isso não foi ocasionado por ação antrópica, mas por este “Ciclo de Manchas Solares” aumentou a intensidade de raios solares. O que realmente contribuiu no aumento da temperatura neste período (entre 1925 à 1946), foi não haver nenhuma erupção vulcânica significativa no Planeta Terra, o que fez com que a “atmosfera terrestre ficasse transparente”, aumentando radiação solar (aumento da “transmissividade”). O aumento da temperatura neste período foi devido ao aumento da atividade solar e a redução do albedo planetário (relação com o vulcão) e não pela intensificação do “efeito estufa”. No final da Segunda Guerra Mundial, o homem lançava 6% de CO² que lança hoje, mostrando que o CO² não regula tanto a temperatura global. Segundo este “Ciclo de Manchas Solares”, tivemos um “resfriamento global” entre 1947 à 1976, mesmo com a intensidade produtiva industrial e o CO² aumentando. Segundo este “Ciclo de Manchas Solares”, tivemos um aumento da temperatura do planeta entre 1977 à 1998, sendo que este não foi em todo o mundo, mas localmente.
AULAS: "Diferentes Teorias sobre Aquecimento Global e Efeito Estufa”.
- Há duas visões sobre a questão do "Aquecimento Global e Efeito Estufa", uma que desconsidera o ser humano e outra que sobrevaloriza o papel humano na dinâmica climática global. Há pontos negativos e positivos nas 2 visões, sendo que podemos aproveitar muitas coisas destes 2 posicionamentos.
- A visão que desconsidera o ser humano nas dinâmicas climáticas globais é equivocada, pois desvaloriza em demasia a importâncias das sociedades neste assunto.
- A visão hegemônica sobre o assunto diz que somente o ser humano é responsável pelo “aquecimento global exagerado e o efeito estufa exagerado”. Estas são as principais interferências das sociedades no meio ambiente global, estariam interferindo no clima:
AULAS: "Diferentes Teorias sobre Aquecimento Global e Efeito Estufa”.
- Há duas visões sobre a questão do "Aquecimento Global e Efeito Estufa", uma que desconsidera o ser humano e outra que sobrevaloriza o papel humano na dinâmica climática global. Há pontos negativos e positivos nas 2 visões, sendo que podemos aproveitar muitas coisas destes 2 posicionamentos.
- A visão que desconsidera o ser humano nas dinâmicas climáticas globais é equivocada, pois desvaloriza em demasia a importâncias das sociedades neste assunto.
- A visão hegemônica sobre o assunto diz que somente o ser humano é responsável pelo “aquecimento global exagerado e o efeito estufa exagerado”. Estas são as principais interferências das sociedades no meio ambiente global, estariam interferindo no clima:
- Desflorestamento ou Desmatamento;
- Emissão de Gases Poluentes (automóveis, queimadas, metano);
- Ilha de Calor Urbano;
- Efeito Estufa Intensificado.
- “Greenpeace Brasil - Mudanças do clima, mudanças de vidas” (http://www.youtube.com/watch?v=-xUt31hgYKQ),
- “Uma Verdade Inconveniente” (https://www.youtube.com/watch?v=p5MxZnpTHrU).
- As “Conseqüências do Aquecimento Global Exagerado” seriam:
- Derretimento calotas polares e geleiras;
- Desregulação climática (influindo em fenômenos climáticos como o El Niño, furacões, nível de precipitações, etc);
- Aumento do nível dos oceanos e possibilidade de inundação de cidades litorâneas;
- Aumento da temperatura global;
- Prejuízos para a prática agrícola;
- Aumento de doenças respiratórias e doenças tropicais (tais como malária, dengue e febre amarela);
- As “Soluções e Alternativas Climáticas ao Aquecimento Global Exagerado”:
- Diminuição do desflorestamento;
- Diminuição de emissões de gases poluentes;
- Fontes de energia limpas;
- Tratados Climáticos;
- Necessidade de uma mudança de mentalidade na sociedade consumista-predatória-capitalista (antes da seqüência destas 6 aulas eu tinha discutido temas sobre “meio ambiente e sociedade” e “meio ambiente e capitalismo”, passando trabalhos e filmes).
AULA: “Avaliação”
Obs1: ao fim do bimestre, os
alunos poderiam fazer uma prova sobre as discussões.
Obs2: os alunos poderiam fazer
redações dos 2 vídeos passados.

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