Blog com textos, mapas, vídeos, imagens e sugestões de exercícios sobre geografia, além de ter alguns artigos escritos por mim. O Blog está em construção, sendo atualizado constantemente, onde muitas postagens antigas são acrescentadas de mapas e textos novos. Fiquem à vontade! Boa pesquisa!
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terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Reflexões sobre Tecnologia e Sociedade
texto que fiz.
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Para
se trabalhar bem na profissão de educador na era digital, é necessário refletir
sobre várias coisas, iniciando pelo significado de conectivismo (rede de múltiplas
interconexões), de ciberespaço (rede de informações interconectadas ao alcance
de todos) e de cibercultura (conjunto de técnicas, práticas, culturas e valores
à partir do ciberespaço).
Estamos
em novo momento histórico da humanidade, sendo necessária uma atualização, pois
saímos de uma “sociedade industrial da informação”, passando por uma “sociedade
do conhecimento” e atingindo à uma “sociedade líquida”.
As
características da sociedade líquida é o consumismo, imediatismo, padrões
sociais de felicidade, esforço da mente, relações pessoais vulgarizadas com
falta de laços sociais, desapego de amor, solidão, segurança e isolamento,
materialismo, etc.
Esta
nova sociedade por ser muito rápida, fluída e dinâmica (líquida) e obriga todos
as pessoas (sobretudo os profissionais da educação) à ter uma postura dialética
com flexibilidade, sabendo dialogar e convergir diferentes posturas.
As
famílias dos alunos e os próprios alunos são reflexo desta sociedade moderna-líquida,
obrigando o educador à mudar sua postura educacional e pedagógica. A realidade
está cada vez mais heterogênea e multifacetada, obrigando uma flexibilidade e
trabalho diferenciado.
Já
que a aprendizagem é fim e meio, sendo mediação de todo processo, as novas
formas de comunicação e de mediação auxiliam na aquisição de conhecimentos e também
para a aprendizagem significativa dos educandos. Os educadores e educandos
possuem uma relação de aprendizagem mútua, pois ambos são receptores e
emissores.
Estamos
também em uma “sociedade do espetáculo”, onde é supervalorizado a imagem, a aparência,
a simulação e o simulacro, em contrapartida do real significado ou essência das
coisas. Isto obriga ao professor à trabalhar diferenciadamente.
A
inclusão digital não vai emancipar o ser humano socialmente, mas vai
possibilitar uma inclusão social maior. É necessário que se promova e fomente
vários espaços tecnológicos na escola, não se resumindo somente às “salas de informática”,
mas também é necessário que se repense o método de aula, pois uma aula
tradicional também pode ocorrer com o uso de tecnologias avançadas.
Os
educadores necessitam saber dialogar a mídia clássica (jornais impressos e
livros) com a mídia contemporânea digital e on-line. Além do mais, é necessário
que este realize um hibridismo de tecnologias, ou seja, saber trabalhar com o
tradicional (giz e lousa) e o digital (TEDIC’s). Os alunos também precisam se
conscientizar que o uso tecnológico da cultura digital é algo importante pedagogicamente,
fazendo estes refletir sobre o currículo e o seu aprendizado. Isto somente
reforça a característica interativa e critica de nossa sociedade líquida.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Reflexões acerca de "Educação e Diversidade".
texto que eu fiz.
____
A
educação sempre foi tratada na retórica da “igualdade alienada” em que homogeneíza
os alunos, tirando suas subjetividades e particularidades sociais e culturais.
É
correta a mudança de retórica da educação para a diversidade, sendo que os
indivíduos possuem suas particularidades que devem ser valorizadas e
respeitadas. as pessoas são iguais, mas diferentes, múltiplos e diferenciados.
Esta
nova postura que surgiu pela demanda dos movimentos sociais a partir da década
de 1990, possibilita vários avanços sociais e na aprendizagem do aluno, sendo
que obriga o professor a realizar mudanças curriculares e ao Estado realizar
mudanças nas políticas públicas.
A
luta pela educação para a diversidade deve buscar o respeito e tolerância às
diferenças (alteridade), além de uma luta contra a cultura da violência social
e na escola.
Esta
retórica nova possibilita que se pense o sujeito coletivamente na sociedade,
reforçando o aspecto positivo de que a educação é essencial para a prática
social e para a emancipação social.
Um debate sobre multiplicidades e diversidades étnico-raciais é válido na medida que se a
busca uma educação para todos, é necessário que se inclua os excluídos na discussão e fisicamente nos espaços de educação (seja na escola ou no ensino superior com cotas)
É
preciso que se conheçam os conceitos de raça e etnia, para que se saiba sobre o
significado do racismo e para que haja o devido combate à este.
O
racismo ocorre diferenciadamente em diversos pontos do globo, tendo sua
particularidade no Brasil. É necessário que se desvende aos alunos como se
construiu o “racismo à brasileira”, desde a diáspora negra, perpassando pelo
período escravagista, pela construção dos “mitos de democracia racial” e de
como as desigualdades étnico-raciais ocorrem no Brasil.
Os
movimentos sociais conquistaram algumas coisas, caso da Lei 10639, que está
permitindo uma revisão de identidades no Brasil e uma ruptura pedagógica nos
currículos escolares. Muita coisa tem de ser revista, repensada e mudada nos
currículos escolares ainda.
Por
fim, o debate sobre sexualidade possibilitou novas reflexões, sendo que este é
essencial para que se concretize a educação para a diversidade e para a
formação de pessoas/sujeitos/indivíduos para viver coletivamente.
Para
que a educação sexual se realize, é necessário que o professor saiba de alguns
conceitos-chave, tais como: sexualidade, identidades (seja corporais, sexuais
ou de gênero), sexo biológico, gênero, orientação sexual e as fases do
desenvolvimento da criança.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Despesas com Judiciário no Mundo
repasso:
Fonte: https://www.facebook.com/midiaNINJA/photos/a.164308700393950.1073741828.164188247072662/661090314049117/?type=3&theater
Fonte: https://www.facebook.com/midiaNINJA/photos/a.164308700393950.1073741828.164188247072662/661090314049117/?type=3&theater
No BOLSA FAMÍLIA, com 27 bilhões de reais, são atendidas 14 milhões de famílias brasileiras. Com o BOLSA INJUSTIÇA, menos de 5 mil famílias do judiciário serão beneficiadas com 58 bilhões de reais. É claro que o problema do Brasil são os vagabundos do Bolsa Família. Enquanto isso, o país da impunidade ostenta ao mundo o judiciário mais caro do ocidente. Gastamos 1,8% do PIB com "Justiça" enquanto países como EUA, Espanha e Argentina gastam 0,1%. Na moral, estes "juízes" deveriam ser os primeiros a ser presos!
GIF_Crescimento populacional da CHINA e da ÍNDIA - 1960 até 2060
Crescimento populacional da CHINA e da ÍNDIA - 1960 até 2060.
https://www.facebook.com/LinguagemGeografica/videos/1037794756303320/
https://www.facebook.com/LinguagemGeografica/videos/1037794756303320/
Superman X Muhammad Ali
Abaixo 2 cenas de um gibi da luta entre Superman X Muhammad Ali, uma foto do Ali vendo a revista e uma reflexão do Ali sobre o racismo norte-americano.
Mais a respeito em: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Superman_vs._Muhammad_Ali
Capitão América e a Guerra Fria
Esta cena do gibi não é fake.
O Capitão América foi torturado para que os EUA pagassem pelas atrocidades imperialistas no mundo. Mas o Capitão Hidra (ou América?) não entendeu a lição.
O Capitão América foi torturado para que os EUA pagassem pelas atrocidades imperialistas no mundo. Mas o Capitão Hidra (ou América?) não entendeu a lição.
Qual o partido da escola sem partido? (por Fernando Nicolazzi)
repasso ótimo artigo sobre a absurda e ideológica "lei da escola sem partido".
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No dia 24 de maio, a Câmara Municipal de Porto Alegre deu abertura ao processo referente ao PLL 124/2016, de autoria do vereador Valter Nagelstein. Segundo nos é informado no site da Câmara, tal projeto tem por objetivo instituir, “no âmbito da educação municipal, as diretrizes orientadoras ao comportamento aos estabelecimentos de ensino, funcionários, responsáveis e corpo docente, no ministério que envolve o ensino de questões sócio-políticas, preconizando a abstenção da emissão de opiniões de cunho pessoal que possam induzir ou angariar simpatia a determinada corrente político-partidária-ideológica, desviando-se da neutralidade e do equilíbrio necessários à condução do aprendizado do corpo discente”.
Qual o partido da escola sem partido? (por Fernando Nicolazzi)
No dia 24 de maio, a Câmara Municipal de Porto Alegre deu abertura ao processo referente ao PLL 124/2016, de autoria do vereador Valter Nagelstein. Segundo nos é informado no site da Câmara, tal projeto tem por objetivo instituir, “no âmbito da educação municipal, as diretrizes orientadoras ao comportamento aos estabelecimentos de ensino, funcionários, responsáveis e corpo docente, no ministério que envolve o ensino de questões sócio-políticas, preconizando a abstenção da emissão de opiniões de cunho pessoal que possam induzir ou angariar simpatia a determinada corrente político-partidária-ideológica, desviando-se da neutralidade e do equilíbrio necessários à condução do aprendizado do corpo discente”.
O fato traz para o contexto municipal uma situação mais abrangente que envolve projetos apresentados em outros âmbitos legislativos nacionais, como é o caso, para citar apenas dois exemplos, do PL 190/2015, protocolado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul pelo deputado estadual Marcel van Hattem, e do PL 867/2015, proposto à Câmara dos Deputados pelo deputado federal Izalci Lucas Ferreira. Em comum, todos incidem diretamente nas formas de atuação de professores e professoras em diferentes níveis de educação. Além disso, vinculam-se, em graus variados, ao programa defendido pelo movimento intitulado “Escola sem partido”, cujo mote principal é “educação sem doutrinação”, recentemente apresentado ao Ministro da Educação interino, Mendonça Filho, pelo ator Alexandre Frota e por representantes do grupo Revoltados Online.
Esta situação demanda uma reflexão sobre os sentidos e significados da educação para nossa sociedade e, de forma ainda mais relevante, sobre o papel da escola e dos profissionais da educação na construção e difusão dos princípios democráticos e dos valores de cidadania a eles atrelados. De modo geral, os textos destes projetos e suas respectivas justificativas invocam a neutralidade do Estado contra o que é definido como doutrinação ideológica, política e partidária, sem que uma definição mínima do que vem a ser tal doutrinação seja oferecida e justapondo de forma pouco precisa conceitos como ideologia política e ideologia partidária.
Um dos pontos mais controversos destes projetos reside na ideia de que os educadores e educadoras não devem discutir, nos espaços escolares, temas e conteúdos que possam contradizer as convicções morais dos pais e mães dos estudantes. Dependendo da turma, um professor estaria em uma situação de impasse ao tratar das origens da humanidade, pois não poderia discutir o evolucionismo diante de um aluno cuja crença familiar preconizasse o criacionismo. Da mesma forma, um adepto do liberalismo poderia ter sua moral familiar questionada em uma aula de história que discutisse as relações entre classes sociais e industrialização no século XIX, ou uma família socialista poderia acusar o professor do seu filho de ferir seus valores morais em uma aula sobre a ideologia liberal e a crença no livre mercado. E estes exemplos nem tocam ainda em outras questões tão ou mais sensíveis, como a educação sexual e o tema das relações de gênero.
A situação é de tal gravidade que o projeto do deputado federal Izalci Lucas Ferreira foi apensado ao PL 7.180/2014, de autoria do deputado Erivelto Santana, que pretende alterar o artigo 3º. da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996) em prol do “respeito às convicções do aluno, de seus pais ou responsáveis, tendo os valores de ordem familiar precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa, vedada a transversalidade ou técnicas subliminares no ensino desses temas”. Moralidade, sexualidade, religiosidade confundem-se no sentido de impor limites demasiadamente restritivos ao campo da educação, incidindo tanto no ensino das humanidades, alvo principal dos projetos, como no ensino de temas ligados à saúde pública. Imaginem um ambiente escolar desprovido de discussões a respeito da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, eis o mundo vislumbrado pelos proponentes e defensores de uma tal “escola sem partido”.
Estamos diante de uma projeção do espaço familiar, ou seja, do âmbito privado, sobre o ambiente amplo da sociedade, onde a dimensão pública deve prevalecer como condição fundamental para as discussões sobre o bem comum e sobre a justiça social. Em outras palavras, o que tais projetos pretendem é realizar um esvaziamento da dimensão pública do ensino e, consequentemente, a suposta despolitização da prática educacional. O ensino e a aprendizagem demandam, mesmo em escolas privadas, a existência desta dimensão, que existe através do livre diálogo entre professor e aluno, bem como da liberdade de atuação dentro do espaço escolar. Conhecer é um ato social, não simplesmente uma faculdade biológica; ele pode e deve ser apartidário, mas jamais será “neutro”. Afinal, como seria possível definir o projeto educacional de um país a partir da noção vaga e enganosa de “neutralidade”? A própria escolha pela educação já é uma opção política.
Em uma sociedade na qual parlamentares atuam orgulhosos em nome de um modelo restritivo e excludente de família, a escola pode e deve se constituir como um lugar de mediação entre o âmbito familiar e a instância social. Nem refém da moralidade privada, nem subjugada pela lógica partidária: a escola é o lugar privilegiado para a educação pública, mas uma educação que depende das liberdades de ensino, de aprendizagem, de pesquisa e de divulgação do pensamento, como definido pela constituição. Qualquer projeto contrário a isso não diz respeito à educação, apenas revela interesses privados, eles próprios ideológicos e partidários. Resta, então, saber qual o partido da escola sem partido.
.oOo.
Fernando Nicolazzi é professor do Departamento de História da UFRGS.
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Fonte: http://blogueblue.blogspot.com.br/
Fonte: http://blogueblue.blogspot.com.br/
quarta-feira, 18 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Atividade do Filme: UMA FAMÍLIA BEM DIFERENTE
Para fazermos debates sobre gênero, homofobia e família.
Exercícios feitos pela professora Cris.
Exercícios feitos pela professora Cris.
Filme Completo em: https://www.youtube.com/watch?v=lfITTs8tjmM
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1. Crianças
adotadas por casais do mesmo sexo se tornam, necessariamente, homossexuais?
2. Existem brincadeiras próprias para meninos e outras diferentes para meninas?
3. Meninos podem se beijar como forma carinhosa de cumprimento?
4. Homossexualidade e feminilidade andam sempre pareadas? Um garoto que se veste diferente do padrão para meninos é um garoto homossexual?
5. Até que ponto as pessoas se escondem para serem socialmente aceitas?
6. Scot Latour recusa suas preferências, para jogar hóquei, com medo de decepcionar Eric. O que leva o menino a ter esse comportamento?
7. Para você o que é família?
8. Para você a representação da unidade familiar se constitui somente daquela tradicionalmente aceita: um homem e uma mulher e filhos ou você acredita que existem outros modelos de família?
9. O que você acha do Estado (Governo) estabelecer um modelo de Família (Sobre o Estatuto da Família)?
10. Família é aquela que sempre te agrada ou aquela que se preocupa?
2. Existem brincadeiras próprias para meninos e outras diferentes para meninas?
3. Meninos podem se beijar como forma carinhosa de cumprimento?
4. Homossexualidade e feminilidade andam sempre pareadas? Um garoto que se veste diferente do padrão para meninos é um garoto homossexual?
5. Até que ponto as pessoas se escondem para serem socialmente aceitas?
6. Scot Latour recusa suas preferências, para jogar hóquei, com medo de decepcionar Eric. O que leva o menino a ter esse comportamento?
7. Para você o que é família?
8. Para você a representação da unidade familiar se constitui somente daquela tradicionalmente aceita: um homem e uma mulher e filhos ou você acredita que existem outros modelos de família?
9. O que você acha do Estado (Governo) estabelecer um modelo de Família (Sobre o Estatuto da Família)?
10. Família é aquela que sempre te agrada ou aquela que se preocupa?
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Sinopse Eric (Tom Cavanagh) vive para o hóquei. Agora na faixa dos trinta, ele deixou sua carreira de jogador profissional para se tornar comentarista de esportes na TV. É uma vida de sonho! Mas quando o namorado de Eric, Sam (Ben Shenkman), avisa que eles terão que cuidar temporariamente de um menino, o confortável mundo de Eric desmonta. Chega Scot (Noah Bernett), recém-órfão, um menino efeminado de 11 anos e o oposto exato de Eric. Assustados com a alegria de viver de Scot, Eric e Sam gentilmente afastam Scot dos perfumados cremes para mãos e de tudo o que for cor-de-rosa, buscando um passatempo mais "aceitável": o hóquei. Mas após o primeiro e desastroso jogo de Scot, Eric começa a repensar as concessões que fez em sua própria vida, para poder ser "aceito".
Fonte da Sinopse: http://www.interfilmes.com/filme_21644_Uma.Familia.Bem.Diferente-(Breakfast.With.Scot).html
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Formação dos solos - erosão e intemperismos
Formação dos solos - erosão e intemperismos
Fonte: LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, p.216, 2010.
Fonte: LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, p.216, 2010.
Questão Hídrica na China
Fonte: https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/976644439050179/?type=3&theater
Rios da China: entre o Azul e o Amarelo
Como se sabe, a #China é o mais populoso e possui o terceiro maior território dentre os países do mundo. Parte considerável do território chinês é composta por regiões montanhosas e áridas e, por conta disso, a escassez atual e futura de água representa uma grande preocupação para um país onde pouco mais de 60% da população vive em zonas rurais e que utiliza quase 70% dos seus recursos hídricos na #agricultura.
A dependência de água renovável vinda de fora da China é de apenas 1%, o que se explica pelo fato de os principais rios chineses como o Yang Tse Kiang (também conhecido como rio Azul) e o Huang Ho (Amarelo) terem a totalidade de suas bacias hidrográficas contidas no interior do país. Ambos nascem nas acidentadas regiões ocidentais do país (Planalto do Tibete), correm no sentido geral oeste-leste, até lançarem suas águas em mares que fazem parte do Oceano Pacífico.
A China possui enormes problemas relacionados à utilização de seus recursos hídricos. Na porção centro-ocidental do país, área de domínio de climas áridos e semiáridos e de população rarefeita, a questão da escassez é natural. Já a parte oriental, que abriga cerca de 80% de seu efetivo demográfico e onde se localizam as principais regiões urbano-industriais, pode-se distinguir duas subáreas: a porção meridional e a parte norte.
A primeira concentra cerca de ¾ dos recursos hídricos do país, com destaque para a bacia do rio Azul. A outra é a porção norte, região bem mais seca, mas responsável pela geração de mais de 60% da produção agrícola, dependente em grande parte de técnicas de irrigação. Nesta região vive cerca de metade da população do país e também se situa Beijing, a capital. É justamente nessa área que engloba a bacia do rio Amarelo é que a escassez de água já é uma realidade, por conta da utilização intensiva e predatória do recurso.
A crescente escassez de água nessa região é vista pelo governo como uma ameaça à estabilidade social, já que atingiria milhões de pessoas, prejudicando o setor agrícola, o abastecimento das cidades, a produção industrial, causando um impacto profundo no crescimento econômico do país. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, em 1972, pela primeira vez na milenar história do país, o rio Amarelo secou e deixou de chegar ao mar por 15 dias. Em 1997, as águas do rio não conseguiram alcançar ao mar por 226 dias.
Foi por isso que o governo chinês resolveu implementar um megaprojeto de transferência de águas, o maior do mundo, visando captar o precioso líquido, recurso abundante no sul e transferi-lo para o norte. É um projeto grandioso, que envolve a construção de três canais sul-norte (leste, central e ocidental) interligando quatro dos maiores rios do país.
Especialistas estimam que pelo menos 300 mil pessoas devam ser reassentadas e chamam a atenção para o fato de que o projeto não atende a totalidade do déficit de água da região. É um alerta importante para projetos semelhantes que tendem a ser desenvolvidos em outras partes do mundo. Qualquer similaridade com o projeto de transposição do São Francisco não é mera coincidência.
Fonte: Jornal O Mundo
Terremotos no Brasil
Fonte: https://www.facebook.com/470757176305577/photos/a.470768346304460.98791.470757176305577/936542726393684/?type=3&theater
Terremotos no Brasil
Ainda se tem no nosso país uma ilusão que estamos livres de terremotos, não sei de onde surgiu essa ideia que estamos imunes a abalos sísmicos, que apesar de não ser comum a ocorrência de grandes terremotos no #Brasil, constantemente pequenos tremores ocorrem em todo seu território.
Os terremotos são causados normalmente por encontro de diferentes placas tectônicas, onde duas placas exercem força uma sobre a outra, com isso é muito mais frequente ocorrerem terremotos em locais próximos a essas bordas. Na América do Sul os países mais atingidos são o Peru, Chile e Equador. O Brasil fica bem ao centro da placa Sul-Americana, mas dentro dessa placa tectônica se encontram falhas geológicas, essas falhas e o que provoca a maioria dos terremotos no país. No território brasileiro foram encontradas 48 falhas geológicas.
Decorrente disso nos temos um histórico de terremotos frequente no país, um dos primeiros terremotos registrados no país ocorreu em 1922 em São Paulo, na cidade de Mogi Guaçu, e atingiu uma magnitude de 5.1 graus na escala Richter. Em 1955, no Mato Grosso, foi detectado um #terremotode 6,6 graus, sendo o maior já registrado com epicentro no Brasil.
Um dos casos mais graves foi o ocorrido em 30 de novembro de 1986, na cidade de João Câmara, Rio Grande do Norte, quando a cidade tremeu com um abalo de 5,1 graus na escala Richter, que destruiu cerca de 4 mil imóveis. Em 2007 tivemos a primeiro caso relatado de morte devido a um abalo sísmico, foi em Itacarambi/MG, um tremor de 4.9 graus que durou cerca de 20 segundos e chegou a derrubar 6 casas; uma dessas casas levou a óbito uma criança soterrada.
Em 2015 já tivemos vários terremotos registrados no território nacional, sendo 2 acima de 4.5 graus.
Dia 3 de julho, na cidade de São Pedro/PE, de 4.5 graus.
Dia 18 de julho na cidade de Vianópolis/GO, de 5.4 graus.
EXPERIMENTO - Importância Vegetação - água e erosão
Experiência que mostra como as plantas são importantes para evitar a erosão do solo. Uma ótima forma de conscientizar sobre a manutenção de bosques e florestas a fim de evitar desastres naturais, como os deslizamentos.
Fonte: https://www.biologiatotal.com.br/
https://www.facebook.com/biologiajubilut/photos/a.342439539171747.79946.231295150286187/1262262633856095/?type=3&theater
segunda-feira, 2 de maio de 2016
TEXTO e ATIVIDADE sobre TOYOTISMO e a 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
TEXTO e ATIVIDADE sobre TOYOTISMO e a 3ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
PS: As perguntas foram boladas por mim.
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PS: As perguntas foram boladas por mim.
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TOYOTISMO
Publicado por: Rodolfo F. Alves Pena
Geografia
humana (http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/toyotismo.htm)
O toyotismo é um sistema de produção industrial difundido a partir da
década de 1970 e caracterizou-se por flexibilizar a fabricação de mercadorias.
O Toyotismo – também conhecido como acumulação flexível – é um modelo de produção industrial
idealizado por Eiji Toyoda (1913-2013)
e difundido pelo mundo a partir da década de 1970 após a sua aplicação pela
fábrica da Toyota, empresa japonesa que se despontou como uma das maiores
empresas do mundo na fabricação de veículos automotivos.
A
característica principal desse modelo é a flexibilização da produção, ou seja,
em oposição à premissa básica do sistema anterior — o fordismo, que defendia a
máxima acumulação dos estoques. Já o toyotismo preconiza a adequação da estocagem dos
produtos conforme a demanda. Assim, quando a procura por uma determinada
mercadoria é grande, a produção aumenta, mas quando essa procura é menor, a
produção diminui proporcionalmente.
Podemos
dizer que o Toyotismo surgiu no Japão em virtude das condições
geográficas do país e das transformações históricas relacionadas ao término da
Segunda Guerra Mundial. Assim, dispondo de um espaço geográfico reduzido e de
um mercado consumidor menor do que o das potências ocidentais, o Japão não
conseguia se adequar ao modelo fordista de produção em massa.
Ainda na década de
1950, Eiji Toyoda visitou algumas fábricas norte-americanas a fim de melhor
conhecer os seus respectivos processos produtivos. Lá se deparou com empresas
gigantescas que detinham grandes espaços para a estocagem de produtos
industrializados. Ao fazer as suas constatações, Toyoda não tardou em perceber
que o seu país, o Japão, vivendo um complicado período pós-guerra, não
conseguiria se adequar àquele modelo industrial. Esse foi o início para que,
mais tarde, ele viesse a idealizar um sistema em que a produção ocorresse de
forma mais flexibilizada.
Mas além das
condições geo-históricas, para o sistema toyotista existir também era
necessário um avançado sistema tecnológico nos meios de transporte e
comunicação, algo impensável nos tempos em que o fordismo havia sido
idealizado. Isso porque a rapidez no deslocamento e no fluxo de mercadorias era
uma das bases para que a produção flexibilizada fosse direcionada para o
consumo sem atrasos.
Assim,
uma das técnicas mais utilizadas por esse modelo industrial foi o Just in time, que
significa “em cima da hora”, em tradução livre. Esse modelo funciona na
combinação entre os sistemas de fornecimento de matérias-primas, de produção e
de venda. Assim, apenas a matéria-prima necessária para a fabricação de uma
quantidade predeterminada de mercadorias é utilizada, que deve ser realizada em
um prazo já estabelecido, geralmente muito curto.
Com
a adoção do just in time, as fábricas passaram a
economizar dinheiro e espaço na estocagem de matérias-primas e mercadorias,
além de agilizar a produção e a circulação.
Outro ponto importante referente ao sistema
toyotista é a diminuição da oferta de empregos, haja vista que o processo de
trabalho também se flexibiliza e, ao longo do processo produtivo, um mesmo
trabalhador realiza diversas funções, diferentemente do fordismo, em que o
trabalho era mecânico e repetitivo. Isso serviu para ampliar o desemprego no
setor secundário da economia (que é o setor das indústrias) e transferir a mão
de obra para o setor terciário (o setor de serviços), onde os empregos se
concentram mais na distribuição de mercadorias do que propriamente em sua
produção.
O toyotismo, em linhas gerais, pode ser
considerado como o sistema responsável pela terceirização da economia, algo que
já ocorreu nos países desenvolvidos e que vem se acelerando também no mundo
subdesenvolvido.
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QUESTÕES
1) O que é toyotismo? Quem idealizou?
2) Qual a característica principal do toyotismo?
3) Aonde surgiu o toyotismo? Por que surgiu lá (condições "geo-históricas")?
4) O que as fábricas ganharam com a adoção do "sistema just-in-time"?
5) Relacione toyotismo com o emprego na sociedade capitalista moderna e na 3ª Revolução Industrial.
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