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domingo, 20 de maio de 2012

BRASIL - Dados e Textos Crescimento Populacional, Taxas Fecundidade/Mortalidade/Natalidade

Brasil_Crescimento Populacional_1872-2020




Mapa Brasil - crescimento demográfico


Taxa Crescimento da População





Brasil_taxa de fecundidade_por ano de estudo das mulheres


Brasil_ redução taxa de fecundidade





Brasil_ taxas de natalidade, mortalidade e de crescimento vegetativo.


Mapa Brasil - mortalidade infantil




Mapa Brasil - homicídios


 CAUSA Morte adolescentes Brasil




Fontehttp://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/04/ibge-atualiza-dados-do-censo-e-diz-que-brasil-tem-190755799-habitantes.html


Pirâmides Etárias no Brasil em 3 momentos - 1980, 2010 e 2050.





 Taxas de Fecundidade no Níger/Etiópia/México/ Brasil para os períodos 1950-55 e 2008

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A população brasileira está envelhecendo. A baixa taxa de fecundidade tem decaído a taxa de natalidade. Em conjunto com a redução da taxa de mortalidade, fazem com que tenha uma desacelerada no crescimento vegetativo e se aumente a expectativa de vida (ou esperança de vida ao nascer).
O desenvolvimento das relações capitalistas de produção fará com que seja criado grandes centros urbanos com significativo desenvolvimento tecnológico e cientifico (meio técnico-científico-informacional). Isto significa que a sociedade, através do Estado, criará políticas de saúde pública para toda a população e melhorias médicas-sanitárias, que será decisiva para a diminuição das taxas de mortalidade e conseqüentemente aumentando a “esperança de vida ao nascer” e as “taxas de natalidade e fecundidade”.
Pode-se dizer que a população de boa parte do território brasileiro está passando pela “segunda fase da transição demográfica” (indo para a terceira fase daqui alguns anos).

O Brasil é um país que está passando pela “segunda fase de transição demográfica”, com estabilização da taxa de mortalidade, redução da taxa de fecundidade e a diminuição do ritmo de crescimento vegetativo.
Este fenômeno populacional ocorre em áreas mais desenvolvidas socialmente e economicamente no Brasil, onde a presença do Estado em políticas públicas está mais presente. Estas áreas mais desenvolvidas são nas regiões Sudeste e Sul do país, já nas regiões menos desenvolvidas (como Nordeste, Centro-Oeste e Norte), as taxas de mortalidade e de fecundidade ainda estão bastante elevadas e o crescimento populacional está mais elevado do que na média das outras regiões.
Entretanto, é preciso analisar com mais critério o caso das regiões Centro-Oeste e Norte, pois este crescimento populacional está muito elevado (1,90 e 2,09 respectivamente) se comparada com as médias de outras regiões (ou mesma com a média nacional que é de 1,17).
Para compreender esta discrepância, temos de compreender que as regiões Centro-Oeste e Norte estão passando somente agora pela “primeira fase de transição demográfica”, ou seja, estão com um desenvolvimento capitalista tardio comparado com outras regiões do Brasil. A ocupação populacional em grande escala na região Centro-Oeste ocorreu a partir da década de 1950 com o presidente JK (na chamada “marcha para Oeste” com a construção de Brasília)  e esta ocupação populacional na região Norte ocorrerá somente na década de 1970 durante o governo militar (ocasionado pelo aumento da fronteira agrícola para aquela região, por atividades extrativas-mineradoras, pela instalação da Zona Franca de Manaus e outros centros industriais).
Este desenvolvimento econômico tem atraído um fluxo migratório para estas regiões e isto interfere na dinâmica populacional, diminuindo a taxa de mortalidade e aumentando a taxa de crescimento vegetativo. Podemos concluir também que o crescimento populacional do Centro-Oeste é menor do que na Norte, porque na primeira região (Centro-Oeste) tivemos um desenvolvimento econômico (e transição demográfica) mais antigo do que na segunda região (Norte).

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